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Resolução de problemas relacionados a medicamentos em uma unidade de terapia intensiva
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Título
Resolução de problemas relacionados a medicamentos em uma unidade de terapia intensiva
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Leite BLA. Resolução de problemas relacionados a medicamentos em uma unidade de terapia intensiva. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;1(Suppl 2).
Identificador
2022JAFF052
Title
Resolution of Medication-Related Problems in an Intensive Care Unit
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Leite BLA. Resolução de problemas relacionados a medicamentos em uma unidade de terapia intensiva. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;1(Suppl 2).
Identifier
2022JAFF052
Resumo
Introdução: Profissionais farmacêuticos vêm se inserindo na equipe multiprofissional assumindo a responsabilidade de promover tratamento farmacológico adequado com o propósito de alcançar resultados terapêuticos concretos que melhorem a qualidade de vida dos pacientes. Nesse processo, há detecção, correção e prevenção de problemas relacionados a medicamentos (PRMs) que são quaisquer eventos indesejáveis apresentados pelo paciente relacionados com sua farmacoterapia. Objetivos: Descrever PRMs identificados na prática assistencial farmacêutica em pacientes internados em uma unidade de terapia intensiva. Método: Trata-se de uma análise retrospectiva do banco de dados criado no programa Microsoft Office Excel® 2016 da Unidade de Farmácia Clínica de um hospital público de Salvador. Compuseram esta análise PRMs identificados na assistência farmacêutica prestada a pacientes adultos em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no período de janeiro a julho/2022. Os resultados foram tabulados e analisados. Resultados: Foram identificados 135 PRMs durante a assistência prestada a 208 pacientes. 18,52% (25) foram PRMs de indicação, 56,30% (76) de segurança, 15,55% (21) de efetividade e 9,63% (13) de adesão. Sobredoses, subdoses, necessidade de tratamento ou profilaxia, risco de administração incorreta, ajuste de posologia e reações adversas a medicamentos foram os principais problemas que levaram a uma intervenção farmacêutica. As intervenções foram sugeridas a médicos, equipe de enfermagem e nutricionista e consistiram em ajustes de dose, inclusão, substituição ou suspensão do medicamento, orientações quanto ao melhor horário e forma de administração. Das intervenções realizadas 89,63% (121) foram aceitas e 10,37% (14) não foram aceitas. Estas foram justificadas pela ausência de alternativa terapêutica e pela decisão de se manter a terapia avaliando o risco – benefício. Conclusão: A presença da farmacêutica compondo a equipe multiprofissional de intensivistas previne problemas relacionados a medicamentos garantindo segurança e mais qualidade da assistência prestada ao paciente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Pharmacists have increasingly integrated into multidisciplinary teams, taking responsibility for promoting appropriate pharmacological treatment to achieve concrete therapeutic outcomes that enhance patients' quality of life. This process involves detecting, correcting, and preventing Medication-Related Problems (MRPs), which are any undesirable events related to a patient's pharmacotherapy. Objectives: To describe MRPs identified in pharmaceutical care practice for patients admitted to an intensive care unit (ICU). Method: This study is a retrospective analysis of data from the Clinical Pharmacy Unit's database using Microsoft Office Excel® 2016 at a public hospital in Salvador. It included MRPs identified in pharmaceutical care provided to adult patients in an ICU from January to July 2022. Results were tabulated and analyzed. Results: A total of 135 MRPs were identified during care provided to 208 patients. These included 18.52% (25) indication-related MRPs, 56.30% (76) safety-related MRPs, 15.55% (21) effectiveness-related MRPs, and 9.63% (13) adherence-related MRPs. Overdoses, underdoses, the need for treatment or prophylaxis, risk of incorrect administration, dosage adjustments, and adverse drug reactions were the main issues leading to pharmacist interventions. Interventions were suggested to physicians, nursing staff, and nutritionists and involved dose adjustments, addition, replacement, or suspension of medications, and guidance on optimal timing and administration methods. Of the interventions, 89.63% (121) were accepted, while 10.37% (14) were not, primarily due to the lack of therapeutic alternatives and decisions to maintain therapy after evaluating risk-benefit. Conclusion: Pharmacists' involvement in intensive care multidisciplinary teams prevents medication-related problems, ensuring safety and enhancing the quality of patient care.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.