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Conciliação de medicamentos em hospital universitário
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Título
Conciliação de medicamentos em hospital universitário
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Lima RJA, Gomes MGS, Castro EFP, Ferreira TCM, Nogueira NCS, Saldanha V, Araújo ACS, Silva RMAC. Conciliação de medicamentos em hospital universitário. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identificador
2019JAFF048
Title
Medication Reconciliation in a University Hospital
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Lima RJA, Gomes MGS, Castro EFP, Ferreira TCM, Nogueira NCS, Saldanha V, Araújo ACS, Silva RMAC. Conciliação de medicamentos em hospital universitário. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identifier
2019JAFF048
Resumo
Introdução: A conciliação de medicamentos é descrita como um processo para obtenção de uma lista completa, precisa e atualizada dos medicamentos que cada paciente utiliza em casa e comparada com as prescrições médicas feitas na admissão, transferência, consultas ambulatoriais com outros médicos e alta hospitalar 1,2. Metodologia: Este é um estudo transversal descritivo realizado em um hospital universitário geral. Os dados desse trabalho foram coletados nos meses de maio e junho de 2019, totalizando 185 pacientes com idade entre 16 e 77 anos, todos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes participantes do estudo foram os admitidos no primeiro andar e segundo subsolo, do Edifício Central de Internação (ECI) do hospital em questão, os quais foram listados numa planilha de Excell anteriormente à conciliação medicamentosa que se deu através de entrevista e análise de prontuário. Foram excluídos os pacientes cujo histórico de medicação não foi coletado nas primeiras 96 horas, aqueles que receberam alta antes da entrevista, óbito antes da conciliação, bem como aqueles impossibilitados de fornecer as informações necessárias para o estudo .Resultados: Dos 185 pacientes admitidos nas unidades do estudo,69 foram considerados e 116 excluídos, devido às seguintes razões: 73 receberam alta antes da realização da entrevista, 42 permaneceram mais que 96 horas internados sem que o histórico de medicação fosse coletado, houve 1 óbito antes que a conciliação pudesse ser realizada e não houve nesse estudo pacientes com incapacidade de comunicação e sem cuidador disponível. Dos 69 considerados, 45% tiveram suas conciliações realizadas 24 horas após o internamento, 33% deles estavam acima de 60 anos de idade e 53% eram do sexo feminino. Das comorbidades pesquisadas, 45% dos pacientes relataram ser hipertensos e 23% ser diabéticos. A principal fonte de coleta foi o próprio paciente (43%). A média de medicamentos conciliados foi de 9 por paciente. Das discrepâncias identificadas, 100% foram intencionais para 98% dos pacientes e a maioria foi por motivos de troca ou adição de novo medicamento justificado pela situação clínica. Alguns pacientes também estiveram envolvidos com as discrepâncias não intencionais (14%), dessas, 80% foi por motivo de omissão de medicamento em uso pelo paciente, 10% por motivo de inclusão inadequada de medicamento não utilizado pelo paciente e 10% por dose incorreta. Discussão: A revisão da literatura demonstrou que a segurança do paciente é otimizada com o emprego da conciliação medicamentosa contribuindo para a prevenção de eventos adversos a medicamentos por diminuição das discrepâncias. Neste estudo, 62% dos medicamentos apresentaram discrepâncias intencionais e 3% apresentaram discrepâncias não intencionais. Conclusões: A conciliação medicamentosa realizada pelo farmacêutico é relevante para a segurança e efetividade do tratamento do paciente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Medication reconciliation is described as a process to obtain a complete, accurate, and updated list of medications each patient is taking at home, which is then compared with prescriptions made at admission, transfers, outpatient consultations with other physicians, and hospital discharge (1,2). Methods: This descriptive cross-sectional study was conducted at a general university hospital. Data were collected in May and June 2019, involving 185 patients aged between 16 and 77 years, all covered under the Brazilian Unified Health System (SUS). The study included patients admitted to the first floor and second basement of the hospital's Central Inpatient Building (ECI), who were listed in an Excel spreadsheet prior to medication reconciliation through interviews and medical record analysis. Patients were excluded if medication history was not collected within the first 96 hours of admission, if they were discharged before the interview, deceased before reconciliation, or unable to provide necessary study information. Results: Of the 185 patients admitted to the study units, 69 were considered and 116 were excluded for the following reasons: 73 were discharged before the interview, 42 remained hospitalized for more than 96 hours without medication history being collected, 1 patient died before reconciliation, and there were no patients in this study who were unable to communicate or lacked a caregiver. Of the 69 patients considered, 45% underwent medication reconciliation within 24 hours of admission, 33% were aged over 60 years, and 53% were female. Among the comorbidities investigated, 45% of patients reported hypertension and 23% reported diabetes. The primary data collection source was the patients themselves (43%). The average number of medications reconciled per patient was 9. Among the identified discrepancies, 100% were intentional for 98% of patients, mainly due to medication changes or additions justified by clinical status. Some patients also had unintentional discrepancies (14%), of which 80% were due to medication omission by the patient, 10% due to incorrect inclusion of medications not used by the patient, and 10% due to incorrect dosage. Discussion: Literature review indicates that patient safety is optimized with medication reconciliation, contributing to the prevention of adverse drug events by reducing discrepancies. In this study, 62% of medications had intentional discrepancies and 3% had unintentional discrepancies. Conclusions: Medication reconciliation conducted by pharmacists is crucial for patient safety and treatment effectiveness.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.