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Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica para cálculos no ducto biliar comum: overview de revisões sistemáticas e estudos econômicos
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Título
Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica para cálculos no ducto biliar comum: overview de revisões sistemáticas e estudos econômicos
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Santos AS, Oliveira AJF, Nogueira JLS, Noronha KVM, Andrade MV. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica para cálculos no ducto biliar comum: overview de revisões sistemáticas e estudos econômicos. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identificador
2019JAFF047
Title
Endoscopic Retrograde Cholangiopancreatography for Common Bile Duct Stones: Overview of Systematic Reviews and Economic Studies
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2019
Reference (Vancouver)
Santos AS, Oliveira AJF, Nogueira JLS, Noronha KVM, Andrade MV. Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica para cálculos no ducto biliar comum: overview de revisões sistemáticas e estudos econômicos. J Assist Farmac Farmacoecon. 2019;4(Suppl 1).
Identifier
2019JAFF047
Resumo
Introdução: A coledocolitíase, cálculos no ducto biliar comum (DBC), está presente em 5 a 20% dos pacientes que possuem colelitíase. O tratamento envolve a remoção da vesícula biliar, através de cirurgia, assim como a remoção dos cálculos desse ducto. A colecistectomia laparoscópica (CL) é a intervenção de escolha para a remoção da vesícula biliar na maioria dos casos. Os cálculos do DBC são retirados principalmente por colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) ou exploração laparoscópica do ducto biliar comum (ELDBC). OBJETIVO: Avaliar a eficácia, segurança e custo-efetividade da CL+CPRE comparada à CL+ELDBC para colelitíase associada à coledocolitíase. Métodos: Foi realizada uma busca eletrônica nas bases de dados Medline, Cochrane Library, Lilacs e Center for Reviews and Dissemination por revisões sistemáticas e estudos econômicos que reportassem dados sobre a comparação entre a CPRE e a ELDBC em pacientes com coledocolitíase. Uma busca complementar foi realizada nas referências dos estudos incluídos, periódicos, resumos de congresso e Google Acadêmico. A seleção e coleta dos dados foi realizada por dois pesquisadores independentes. Além da síntese qualitativa, uma ressíntese quantitativa para os desfechos primários foi conduzida em Review Manager® 5.3 utilizando um modelo de efeitos randômicos. As metanálises que tiveram I2<30% foram avaliadas por um modelo de efeitos fixos também. Resultados: Foram incluídos 15 estudos (9 revisões sistemáticas e 6 estudos econômicos). Não foi demonstrada diferença estatisticamente significativa entre a CL+CPRE e a CL+ELDBC em termos de remoção dos cálculos do colédoco (88,5% vs. 92,8%, RR=0,97, valor-p=0,08, N=1.881), morbidade pós- -operatória (14,1% vs. 13,8%, RR=0,98, valor-p=0,88, N=1.469), mortalidade (0,8% vs. 0,2%, RR=2,13, valor-p=0,33, N=1.471), cálculos retidos (7,3% vs. 5,8%, RR=1,17, valor-p=0,40, N=1.731), conversão para outros procedimentos (8,7% vs. 6,7%, RR=1,20, valor- -p=0,55, N=1.287), duração do procedimento (MD=10,91, valor-p=0,61, N=717) ou tempo de hospitalização (MD=1,31, valor-p=0,10, N=757). Na avaliação dos modelos de efeitos fixos, não foi observada diferença significativa entre a CL+CPRE e a CL+ELDBC em termos de morbidade pós-operatória (RR=1,02, IC95%=0,80 a 1,31, valor-p=0,87), mortalidade (RR=2,13, IC95%=0,46 a 9,90, valor-p=0,33) e cálculos retidos (RR=1,17, IC95%=0,81 a 1,69, valor-p=0,40). A literatura de custo-efetividade é dividida. Dois dos estudos incluídos favorecem à ELDBC e dois favorecem a CPRE. Dois estudos têm Resultados: que dependem do limiar de custo-efetividade do prestador. Conclusão: Não é possível tecer conclusões finais sobre a superioridade da ELDBC sobre a CPRE ou vice-versa para remoção de cálculos no colédoco. Os dados apresentados sugerem que as intervenções são comparáveis em desfechos clínicos. Os desfechos econômicos são muito variáveis quanto à localidade, contexto e técnica.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Choledocholithiasis, the presence of stones in the common bile duct (CBD), affects 5 to 20% of patients with cholelithiasis. Treatment involves removal of the gallbladder through surgery, as well as extraction of ductal stones. Laparoscopic cholecystectomy (LC) is the preferred intervention for gallbladder removal in most cases. CBD stones are primarily removed via endoscopic retrograde cholangiopancreatography (ERCP) or laparoscopic common bile duct exploration (LCBDE). Objective: To evaluate the efficacy, safety, and cost-effectiveness of LC+ERCP compared to LC+LCBDE for gallstones associated with choledocholithiasis. Methods: An electronic search was conducted in Medline, Cochrane Library, Lilacs, and Center for Reviews and Dissemination for systematic reviews and economic studies comparing ERCP and LCBDE in patients with choledocholithiasis. Additional searches were performed in reference lists of included studies, journals, conference abstracts, and Google Scholar. Data selection and collection were independently performed by two researchers. In addition to qualitative synthesis, quantitative re-synthesis for primary outcomes was conducted using Review Manager® 5.3 with a random-effects model. Meta-analyses with I^2 < 30% were also assessed using a fixed-effects model. Results: Fifteen studies were included (9 systematic reviews and 6 economic studies). There was no statistically significant difference between LC+ERCP and LC+LCBDE in terms of CBD stone clearance (88.5% vs. 92.8%, RR=0.97, p-value=0.08, N=1,881), postoperative morbidity (14.1% vs. 13.8%, RR=0.98, p-value=0.88, N=1,469), mortality (0.8% vs. 0.2%, RR=2.13, p-value=0.33, N=1,471), retained stones (7.3% vs. 5.8%, RR=1.17, p-value=0.40, N=1,731), conversion to other procedures (8.7% vs. 6.7%, RR=1.20, p-value=0.55, N=1,287), procedure duration (MD=10.91, p-value=0.61, N=717), or hospital stay (MD=1.31, p-value=0.10, N=757). Fixed-effects model evaluation showed no significant difference between LC+ERCP and LC+LCBDE in terms of postoperative morbidity (RR=1.02, 95% CI=0.80 to 1.31, p-value=0.87), mortality (RR=2.13, 95% CI=0.46 to 9.90, p-value=0.33), and retained stones (RR=1.17, 95% CI=0.81 to 1.69, p-value=0.40). Cost-effectiveness literature is divided, with two studies favoring LCBDE and two favoring ERCP. Two studies show results dependent on provider cost-effectiveness thresholds. Conclusion: No definitive conclusions can be drawn regarding the superiority of LCBDE over ERCP or vice versa for CBD stone removal. The presented data suggest that both interventions are comparable in clinical outcomes. Economic outcomes vary significantly depending on location, context, and technique.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.