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Projeto Orbis e avaliação oncológica global: explorando áreas que necessitam de convergência.
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Título
Projeto Orbis e avaliação oncológica global: explorando áreas que necessitam de convergência.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Laliman-Khara V, Moradian H, Horowicz-Mehler N. Project Orbis and global oncology assessment: Exploring areas needed for convergence [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 nov; Viena, Áustria. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-3-4/project-orbis-and-global-oncology-assessment-exploring-areas-needed-for-convergence
Identificador
2026ISPOR102
Title
Project Orbis and global oncology assessment: Exploring areas needed for convergence
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Laliman-Khara V, Moradian H, Horowicz-Mehler N. Project Orbis and global oncology assessment: Exploring areas needed for convergence [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 Nov; Vienna, Austria. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-3-4/project-orbis-and-global-oncology-assessment-exploring-areas-needed-for-convergence
Identifier
2026ISPOR102
Resumo
OBJETIVOS: O Projeto ORBIS, liderado pela Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, permite a submissão e revisão simultâneas de terapias oncológicas em cinco mercados para acelerar o acesso dos pacientes. No entanto, as diferenças nos requisitos nacionais de avaliação de tecnologias em saúde (ATS), incluindo variações na aceitação de evidências não baseadas em ensaios clínicos e nas definições de necessidade não atendida e inovação, podem limitar seu impacto subsequente no reembolso. Este estudo avaliou as diferenças entre países na aceitação de metodologias avançadas e suas implicações para estratégias globais de submissão nas jurisdições participantes do ORBIS. MÉTODOS: Foi realizada uma revisão qualitativa direcionada utilizando materiais do ORBIS dos EUA, Canadá, Austrália, Reino Unido, Israel, Brasil, Singapura e Suíça. Foram analisadas diretrizes públicas de ATS, decisões de reembolso e casos oncológicos selecionados com submissões tanto para o ORBIS quanto para a ATS. A aceitação de metodologias avançadas foi avaliada para comparações indiretas de tratamentos (CIT), braços de controle externo (BCE), braços de controle sintético (BCS), ponderação da probabilidade inversa do tratamento (PPT) e evidências do mundo real (EMR). RESULTADOS: A evidência do mundo real (RWE) foi amplamente aceita em todos os países, exceto em Israel; no entanto, os estudos de viabilidade clínica (ITCs) foram submetidos a maior escrutínio, particularmente no Reino Unido, Canadá e Austrália, que possuíam diretrizes específicas para o relato de ITCs, enquanto outros países não possuíam diretrizes de relato. As avaliações de custo-efetividade (ECAs) foram aceitas nos EUA, Canadá e Reino Unido, mas exigiram revisão caso a caso na Austrália, Brasil, Israel, Singapura e Suíça. As avaliações de custo-efetividade sistêmica (SCAs), embora comumente aceitas nos EUA, ainda não estavam contempladas nas diretrizes de outros países participantes, limitando sua aplicabilidade. As submissões do ORBIS devem demonstrar melhoria clinicamente significativa na segurança e/ou eficácia; no entanto, as definições de necessidade não atendida variaram. O Canadá enfatizou as lacunas de benefício-risco e acesso, enquanto o Reino Unido e a Austrália se concentraram mais na gravidade da doença e na magnitude do benefício clínico. CONCLUSÕES: Embora o ORBIS aprimore a eficiência regulatória, ele não garante o alinhamento com os requisitos de Avaliação de Tecnologias em Saúde (HTA) para reembolso. As diferenças na aceitação metodológica e nas definições de necessidade não atendida destacam a necessidade de um engajamento mais precoce da HTA e de um maior alinhamento entre os países para otimizar as estratégias globais de evidência.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: Project ORBIS, led by the United States (US) Food and Drug Administration (FDA), enables concurrent submission and review of oncology therapies across five markets to accelerate patient access. However, differences in national health technology assessment (HTA) requirements, including variation in acceptance of non-trial-based evidence and definitions of unmet need and innovation, may limit its downstream impact on reimbursement. This study assessed cross-country differences in the acceptance of advanced methodologies and implications for global submission strategies within ORBIS-participating jurisdictions.
METHODS: A targeted qualitative review was conducted using ORBIS materials from the US, Canada, Australia, the United Kingdom (UK), Israel, Brazil, Singapore, and Switzerland. Public HTA guidelines, reimbursement decisions, and selected oncology cases with both ORBIS and HTA submissions were analyzed. Acceptance of advanced methodologies was assessed for indirect treatment comparisons (ITC), external control arms (ECA), synthetic control arms (SCA), inverse probability of treatment weighting (IPTW), and real-world evidence (RWE).
RESULTS: RWE was broadly accepted across countries except by Israel; however, ITCs faced greater scrutiny, particularly in the UK, Canada, and Australia with specific reporting guidelines for ITCs, while other countries did not have reporting guidelines. ECAs were accepted in the US, Canada, and the UK, but required case-by-case review in Australia, Brazil, Israel, Singapore, and Switzerland. SCAs, while commonly accepted in the US, were not yet reflected in guidance in other participating countries, limiting applicability. ORBIS submissions must demonstrate clinically meaningful improvement in safety and/or efficacy; however, definitions of unmet need varied. Canada emphasized benefit-risk and access gaps, while the UK and Australia focused more on disease severity and magnitude of clinical benefit.
CONCLUSIONS: While ORBIS enhances regulatory efficiency, it does not ensure alignment with HTA requirements for reimbursement. Differences in methodological acceptance and unmet need definitions highlight the need for earlier HTA engagement and greater cross-country alignment to optimize global evidence strategies.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.