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Existe um modelo único que serve para todos? Orientações sobre a medição da utilidade em diferentes avaliações de tecnologias em saúde na era da avaliação clínica conjunta e dos preços de referência internacionais.
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Título
Existe um modelo único que serve para todos? Orientações sobre a medição da utilidade em diferentes avaliações de tecnologias em saúde na era da avaliação clínica conjunta e dos preços de referência internacionais.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Marinaro N, MEng, Lahue BJ, Cribbs K. Does one size fit all? Utility measurement guidance across htas in the era of joint clinical assessment and international reference pricing [Internet]. In: ISPOR 2026; 2026 maio; Filadélfia, Pensilvânia, Estados Unidos. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-2026/poster-session-1-4/does-one-size-fit-all-utility-measurement-guidance-across-htas-in-the-era-of-joint-clinical-assessment-and-international-reference-pricing
Identificador
2026ISPOR051
Title
Does one size fit all? Utility measurement guidance across htas in the era of joint clinical assessment and international reference pricing
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Marinaro N, MEng, Lahue BJ, Cribbs K. Does one size fit all? Utility measurement guidance across htas in the era of joint clinical assessment and international reference pricing [Internet]. In: ISPOR 2026; 2026 May; Philadelphia, Pennsylvania, United States. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-2026/poster-session-1-4/does-one-size-fit-all-utility-measurement-guidance-across-htas-in-the-era-of-joint-clinical-assessment-and-international-reference-pricing
Identifier
2026ISPOR051
Resumo
OBJETIVOS: Políticas e colaborações de avaliação de valor, como EUnetHTA, JCA e MFN, destacam oportunidades para o alinhamento de métodos entre diferentes regiões geográficas. Examinamos a consistência transjurisdicional nas recomendações de mensuração da utilidade em saúde em 9 agências de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS): ICER (EUA), CADTH (Canadá), NICE (Reino Unido), HAS (França), IQWiG (Alemanha), AIFA/AGENAS (Itália), AEMPS (Espanha), CONITEC (Brasil) e C2H (Japão). MÉTODOS: Documentos de orientação relevantes para a utilidade foram identificados por meio de sites de ATS e buscas bibliográficas (2015-2025). Foram incluídas as versões finais em inglês ou traduzidas das orientações que abordavam a mensuração da utilidade para avaliações econômicas. Os dados extraídos incluíram medidas de utilidade exigidas ou preferenciais, aceitação de alternativas, conjuntos de valores específicos de cada país, políticas de mapeamento, orientações para pediatria/cuidadores e referências a outras estruturas de ATS. Foram realizadas análises descritivas. RESULTADOS: Foram identificados quatorze documentos de orientação nas 9 agências, sendo que 57% foram publicados ou atualizados após 2022. Apenas a HAS exige o uso de um instrumento específico de utilidade para adultos (EQ-5D-5L). Todas as outras agências preferem o EQ-5D, mas não exigem uma versão específica, com preferências declaradas variando (Reino Unido: EQ-5D-3L; França/Japão: EQ-5D-5L). Todas as agências aceitam medidas alternativas, incluindo HUI, SF-6D e medidas baseadas em preferências específicas para cada doença, quando devidamente justificadas. O mapeamento de instrumentos específicos para cada doença ou não baseados em preferências para medidas genéricas baseadas em preferências é permitido por 8 das 9 agências, enquanto o IQWiG desencoraja o mapeamento. Considerações específicas para cada população foram mencionadas em 6 das 9 agências, mais frequentemente em orientações para cuidadores; orientações específicas para pediatria foram identificadas em 3 das 9 agências, recomendando mais comumente o EQ-5D-Y (o Brasil especifica o EQ-5D-Y-3L com conjuntos de valores locais). Conjuntos de valores específicos para cada país são exigidos em todas as agências. O ICER e o CADTH utilizam métodos internacionais de avaliação de tecnologias em saúde (incluindo o NICE), mantendo, ao mesmo tempo, diretrizes internas. CONCLUSÕES: As diretrizes para a mensuração da utilidade estão cada vez mais disponíveis em avaliações de tecnologias em saúde, mas a usabilidade entre diferentes jurisdições permanece desigual. A ampla preferência pelo EQ-5D e a aceitação de alternativas apoiam uma harmonização parcial, enquanto a variação nas versões dos instrumentos, a aceitabilidade do mapeamento e as recomendações pediátricas/de cuidadores destacam oportunidades para fortalecer o alinhamento metodológico.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: Value assessment policies and collaborations, such as EUnetHTA, JCA and MFN, highlight opportunities for methods alignment across geographies. We examined cross-jurisdictional consistency in health utility measurement recommendations across 9 HTA agencies: ICER (US), CADTH (Canada), NICE (UK), HAS (France), IQWiG (Germany), AIFA/AGENAS (Italy), AEMPS (Spain), CONITEC (Brazil), and C2H (Japan).
METHODS: Utility-relevant guidance documents were identified via HTA websites and literature searches (2015-2025). Final English or translated guidance covering utility measurement for economic evaluations were included. Extracted data included required or preferred utility measures, acceptance of alternatives, country-specific value sets, mapping policies, pediatric/caregiver guidance, and references to other HTA frameworks. Descriptive analyses were conducted.
RESULTS: Fourteen guidance documents were identified across the 9 agencies, with 57% published or updated after 2022. Only HAS mandates use of a specific adult utility instrument (EQ-5D-5L). All other agencies prefer EQ-5D but do not mandate a version, with stated preferences varying (UK: EQ-5D-3L; France/Japan: EQ-5D-5L). All agencies accept alternative measures, including HUI, SF-6D, and disease-specific preference-based measures, when appropriately justified. Mapping from disease-specific or non-preference-based instruments to generic preference-based measures is permitted by 8/9 agencies, while IQWiG discourages mapping. Population-specific considerations were referenced in 6/9 agencies, most often caregiver guidance; pediatric-specific guidance was identified in 3/9, most commonly recommending EQ-5D-Y (Brazil specifies EQ-5D-Y-3L with local value sets). Country-specific value sets are required across all agencies. ICER and CADTH reference international HTA methods (including NICE) while maintaining internal guidance.
CONCLUSIONS: Utility measurement guidance is increasingly available across HTAs, but cross-jurisdiction usability remains uneven. Broad preference for EQ-5D and acceptance of alternatives supports partial harmonization, while variation in instrument versions, mapping acceptability, and pediatric/caregiver recommendations highlight opportunities to strengthen methodological alignment.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.