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Fatores determinantes e impacto da remoção precoce de contraceptivos reversíveis de longa duração (LARC) na utilização de recursos em uma operadora de planos de saúde brasileira.
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Título
Fatores determinantes e impacto da remoção precoce de contraceptivos reversíveis de longa duração (LARC) na utilização de recursos em uma operadora de planos de saúde brasileira.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Rosell V, Saad R, Budib MA, Godoy EO. Drivers and impact of early removal of long-acting reversible contraceptive (larc) on resource utilization in a Brazilian health insurance provider [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 nov; Viena, Áustria. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-4-4/drivers-and-impact-of-early-removal-of-long-acting-reversible-contraceptive-larc-on-resource-utilization-in-a-brazilian-health-insurance-provider
Identificador
2026ISPOR052
Title
Drivers and impact of early removal of long-acting reversible contraceptive (larc) on resource utilization in a Brazilian health insurance provider
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Rosell V, Saad R, Budib MA, Godoy EO. Drivers and impact of early removal of long-acting reversible contraceptive (larc) on resource utilization in a Brazilian health insurance provider [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 Nov; Vienna, Austria. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-4-4/drivers-and-impact-of-early-removal-of-long-acting-reversible-contraceptive-larc-on-resource-utilization-in-a-brazilian-health-insurance-provider
Identifier
2026ISPOR052
Resumo
OBJETIVOS: Caracterizar o perfil de uso de métodos contraceptivos reversíveis de longa duração (DIU-LNG, implante subdérmico de etonogestrel e DIU não hormonal) entre beneficiárias de um plano de saúde brasileiro, com ênfase nos padrões de inserção, motivos de remoção e trocas de método devido à inadaptação. MÉTODOS: Foi realizada uma revisão retrospectiva dos pedidos de autorização médica submetidos ao plano de saúde durante um período de 36 meses, de abril de 2023 a março de 2026. Registros anonimizados de solicitações de inserção e remoção de métodos contraceptivos reversíveis de longa duração foram extraídos e analisados. Os motivos de remoção foram categorizados como: (1) término do período de uso aprovado pela bula, (2) inadaptação ao método e (3) outros motivos (desejo de engravidar, inserção incorreta). Adicionalmente, quantificamos o número de trocas de um método contraceptivo reversível de longa duração atribuídas à inadaptação. RESULTADOS: Foram analisados 7.971 procedimentos de inserção de DIU de longa duração (LARC) e 448 procedimentos de remoção, representando 3.638 pacientes únicas em três anos. O implante de engite eosinofílica (ENG-IMP) apresentou uma taxa de remoção por não adaptação maior (14,17%) em comparação com o DIU com levonorgestrel (LNG-IUD) (7,84%). Entre as mulheres que não se adaptaram ao implante, 38,89% posteriormente tiveram um SIU-LNG inserido, e 11,11% fizeram o oposto, inserindo um SIU-LNG e trocando para o ENG-IMP, gerando custo duplicado para o plano de saúde. O fim do período de uso aprovado pela bula foi o motivo de 62,75%, 59,84% e 45,83% das remoções de DIU-LNG, ENG-IMP e DIU, respectivamente, enquanto outros motivos foram responsáveis por 26,47%, 25,98% e 18,75%. A idade média das mulheres que utilizaram um método contraceptivo reversível de longa duração (LARC) foi de 33 anos (DIU-LNG: 35 anos, EM-IMP: 29 anos; DIU: 33 anos). CONCLUSÕES: O EM-IMP apresentou uma taxa de remoção por não adaptação superior à do DIU-LNG, e uma proporção relevante desses casos necessitou de inserção subsequente de um LARC, resultando em custos duplicados para o plano de saúde. Portanto, o aconselhamento contraceptivo detalhado é essencial para determinar o melhor método para cada mulher, alinhado às suas expectativas individuais.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: To characterize the usage profile of LARCs (levonorgestrel intrauterine device [LNG-IUD], etonogestrel subdermal implant [ENG-IMP], and non-hormonal IUD [IUD]) among beneficiaries of a Brazilian health insurance, with emphasis on insertion patterns, reasons for removal and method-to-method switches due to non-adaptability.
METHODS: A Retrospective review was conducted on medical authorization requests submitted to the HMO over a 36-MONTH period, from April 2023 to March 2026. Anonymized records of LARC insertions and removals solicitation were extracted and analyzed. Reasons for removal were categorized as: (1) end of label approved duration, (2) non-adaptability to the method, and (3) other reasons (desire to conceive, misinsertion). We additionally quantified the number of switches from one LARC to another attributed to non-adaptability.
RESULTS: A total of 7,971 LARC insertions procedures and 448 removals procedures were analyzed, representing 3,638 unique patients in three years. ENG-IMP showed a higher non-adaptability removal rate (14.17%) compared with the LNG-IUD (7.84%). Among women who did not adapt to the implant, 38.89% subsequently had a LNG-IUS inserted, and 11.11% did the opposite, inserted a LNG-IUS and changed to ENG-IMP, generating a duplicated cost for the health plan. End of label approved duration was the reason of 62.75%, 59.84% and 45.83% of removals from LNG-IUD, EMP-IMP and IUD, meanwhile other reasons were responsible for 26.47%, 25.98% and 18.75%. Mean age of women who had a LARC was 33 years old (yo) (LNG-IUD: 35 yo, EMP-IMP: 29 yo; IUD: 33 yo).
CONCLUSIONS: The ENG-IMP presented a higher non-adaptability removal rate than the LNG-IUD, and a relevant proportion of these cases required a subsequent LARC insertion, resulting in duplicated costs for the health insurance. Therefore, detailed contraceptive counseling is essential to determine the best method for each woman, aligned with individual expectations.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.