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Avaliação econômica da desvenlafaxina na gestão aguda de pacientes internados com transtorno depressivo maior sob a perspectiva de um hospital público brasileiro
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Título
Avaliação econômica da desvenlafaxina na gestão aguda de pacientes internados com transtorno depressivo maior sob a perspectiva de um hospital público brasileiro
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2011
Referência (Vancouver)
Scaccabarozzi L, Takemoto ML, Fernandes RA, Santos PML, Tolentino ACM. Economic evaluation of desvenlafaxine in the acute management of inpatients with major depressive disorder from a Brazilian public hospital perspective [Internet]. In: ISPOR 2011; Baltimore, MD, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-16th-annual-international-meeting/economic-evaluation-of-desvenlafaxine-in-the-acute-management-of-inpatients-with-major-depressive-disorder-from-a-brazilian-public-hospital-perspective
Identificador
2011ISPOR040
Title
Economic Evaluation of Desvenlafaxine in the Acute Management of Inpatients with Major Depressive Disorder from a Brazilian Public Hospital Perspective.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2011
Reference (Vancouver)
Scaccabarozzi L, Takemoto ML, Fernandes RA, Santos PML, Tolentino ACM. Economic evaluation of desvenlafaxine in the acute management of inpatients with major depressive disorder from a Brazilian public hospital perspective [Internet]. In: ISPOR 2011; Baltimore, MD, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-16th-annual-international-meeting/economic-evaluation-of-desvenlafaxine-in-the-acute-management-of-inpatients-with-major-depressive-disorder-from-a-brazilian-public-hospital-perspective
Identifier
2011ISPOR040
Resumo
Objetivos: Em 2009, ocorreram 8.211 hospitalizações por transtorno depressivo maior (TDM) em hospitais públicos Brasileiros, com duração média de 20,5 dias e custo médio de 770 BRL. Para informar os tomadores de decisão sobre estratégias terapêuticas mais eficientes, este estudo teve como objetivo comparar os custos de desvenlafaxina, escitalopram e duloxetina no tratamento de pacientes internados com TDM sob a perspectiva dos hospitais públicos Brasileiros. Métodos: Um modelo de árvore de decisão foi construído para avaliar os custos de desvenlafaxina 50 mg/dia, escitalopram 10 mg/dia e duloxetina 60 mg/dia para tratar pacientes internados devido a TDM. Quatro estados de saúde foram considerados: remissão, escalonamento da dose devido à falta de resposta, mudança para outro antidepressivo após descontinuação causada por evento adverso ou falha, e falha no tratamento. Esta avaliação assume eficácia similar entre as alternativas devido à falta de ensaios clínicos comparativos diretos. A estimativa de custos assumiu um horizonte temporal de 8 semanas. O risco relativo de desistência versus placebo foi obtido através de revisão sistemática. Apenas os custos médicos diretos foram considerados, e os componentes de custo foram os custos de aquisição de medicamentos e taxas diárias de quarto. Análises de sensibilidade univariada foram realizadas utilizando preços de medicamentos, proporção de pacientes com duloxetina necessitando de titulação do medicamento e taxas diárias de quarto (±20%) como variáveis principais. Resultados: A desvenlafaxina evitou 12% dos desistências estimadas em comparação com as alternativas concorrentes. Os custos estimados de tratamento foram 1.955 BRL, 2.213 BRL e 2.476 BRL por paciente tratado com desvenlafaxina, escitalopram e duloxetina, respectivamente. Portanto, a desvenlafaxina apresentou economias de -257 BRL e -520 BRL em relação ao escitalopram e à duloxetina, respectivamente. Dentro das análises de sensibilidade, a menor economia foi observada quando a titulação da duloxetina foi definida como 0% (-94 BRL em relação ao escitalopram) e a maior quando foi aplicada uma variação de +20% nas taxas diárias de quarto (-580 BRL em relação à duloxetina). Conclusões: A desvenlafaxina seria uma estratégia econômica comparada ao escitalopram e à duloxetina no tratamento de pacientes internados devido a TDM, dado seu menor preço e menores taxas de desistência como consequência de efeitos colaterais.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: In 2009, 8,211 hospitalizations for major depressive disorder (MDD) occurred in Brazilian public hospitals, with mean duration of 20.5 days and average cost of 770BRL. To inform decision-makers about more efficient therapeutic strategies, this study aimed to compare costs of desvenlafaxine, escitalopram and duloxetine in the treatment of MDD inpatients from Brazilian public hospital perspective. Methods: A decision tree model was built to assess costs of desvenlafaxine 50 mg/d, escitalopram 10 mg/d and duloxetine 60 mg/d to treat inpatients admitted due to MDD. Four health states were considered: remission, dose escalation due to lack of response, switching to another antidepressant after discontinuation caused by adverse event or failure, and treatment failure. This assessment assumes similar efficacy among alternatives due to lack of head-to-head clinical trials. Cost estimation assumed an 8-week time horizon. Relative risk of dropout versus placebo was obtained through systematic review. Only direct medical costs were considered and the cost components were drug acquisition costs and daily room charges. One-way sensitivity analyses were performed using drug prices, proportion of duloxetine patients requiring drug titration, and daily room charges (±20%) as key variables. Results: Desvenlafaxine avoided 12% of estimated dropouts compared to competing alternatives. The estimated treatment costs were 1,955BRL, 2,213BRL and 2,476BRL per patient treated with desvenlafaxine, escitalopram and duloxetine, respectively. Therefore, desvenlafaxine exhibited savings of -257BRL and -520BRL versus escitalopram and duloxetine, respectively. Within sensitivity analyses, the lower saving was observed when duloxetine titration was set as 0% (-94BRL versus escitalopram) and the higher when a +20% variation was applied to daily room charges (-580BRL versus duloxetine). Conclusions: Desvenlafaxine would be a cost-saving strategy compared to escitalopram and duloxetine in the treatment of patients admitted to the hospital due to MDD, given its lower price and lower dropout rates as a consequence of side effects.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.