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Análise de custo-utilidade de terapias para diabetes tipo 1 no Brasil
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Título
Análise de custo-utilidade de terapias para diabetes tipo 1 no Brasil
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Laranjeira F, Silva E, Pereira M. Cost-utility Analysis Of Therapies For Type 1 Diabetes In Brazi. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 170-171. PD07.
Identificador
2018HTAi012
Title
Cost-utility analysis of therapies for type 1 diabetes in Brazil
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Laranjeira F, Silva E, Pereira M. Cost-utility Analysis Of Therapies For Type 1 Diabetes In Brazi. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 170-171. PD07.
Identifier
2018HTAi012
Resumo
Introdução: O diabetes tipo 1 (T1D) deve ser tratado com uma associação de diferentes tipos de insulina. Entre as alternativas no mercado brasileiro, apenas insulinas humanas e análogos de insulina de ação rápida estão disponíveis por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Nosso objetivo é calcular a razão de custo-utility incremental das alternativas para o tratamento do T1D no Brasil em comparação com a insulina humana. Métodos: Foi realizada uma análise de custo-utility utilizando um modelo de Markov para simular complicações crônicas do diabetes e variações. O desfecho final foi custo/anos de vida ajustados pela qualidade (QALY). O horizonte de tempo foi a vida toda. Os custos médicos diretos cobertos pelo SUS foram incluídos. Aplicamos o poder de barganha do Ministério da Saúde para o preço das insulinas. Análises de sensibilidade univariada e multivariada foram realizadas. Resultados: Entre as alternativas, a única que se mostrou custo-efetiva, abaixo do limiar de disposição a pagar, foi a associação de insulina NPH e análogos de insulina de ação rápida. As razões de custo-utility incrementais foram R$ 8.600 para a associação de insulina NPH e análogos de insulina de ação rápida, R$ 106.000 para a associação de análogos de insulina de longa e rápida ação e R$ 186.500 para a bomba de insulina. Conclusões: A principal vantagem da análise de custo-utility foi a utilização do poder de barganha nos preços dos medicamentos para produzir estimativas mais realistas do uso de recursos, uma vez que a compra centralizada é uma estratégia economicamente sustentável no Brasil. A associação entre análogos apresentou os melhores resultados, embora ligeiramente superiores ao limite para países em desenvolvimento. Como limitação, não consideramos os potenciais ganhos de barganha na definição do custo da bomba e dos insumos. Assim, se esses descontos também fossem adotados para bombas, isso poderia trazer resultados mais favoráveis.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Type 1 diabetes (T1D) should be treated with an association of different types of insulin. Among the alternatives in Brazilian market, only human insulins and rapid-acting insulin analogues are available through the National Public Health System (SUS). Our aim is to calculate the incremental cost-utility ratio of the alternatives for T1D treatment in Brazil compared to human insulin. Methods: A cost-utility analysis was performed using a Markov model to simulate diabetes chronic complications and variations. Final outcome was cost/quality adjusted life years (QALY). Time horizon was lifetime. Direct medical costs covered by SUS were included. We applied the bargaining power of Ministry of Health to insulins’ price. Univariate and multivariate sensitivity analyzes were performed. Results: Among the alternatives, the only that proved to be cost-effective, below the willingness to pay threshold, was the association of NPH insulin and rapid-acting insulin analogues. The incremental cost-utility ratios were R$ 8,600 for the association of NPH insulin and rapid-acting insulin analogues, R$ 106,000 for association of long-acting and rapid-acting insulin analogues and R$ 186,500 for insulin pump. Conclusions: The main advantage on cost-utility analysis was using bargaining power on drugs prices to produce more realistic estimates of resource use, since centralized purchasing is an economically sustainable strategy in Brazil. Association between analogues had the best results, even though slightly higher than the threshold for developing countries. As a limitation, we did not consider potential bargaining gains in defining the cost of pump and disposables. Thus, if these discounts were also adopted for pumps that could bring more favorable results.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.