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Instituições responsáveis pela avaliação de tecnologias em saúde globalmente: uma revisão de escopo
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Título
Instituições responsáveis pela avaliação de tecnologias em saúde globalmente: uma revisão de escopo
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Migliavaca CB, Colpani V, Marcolino MAZ, Falavigna M, Polanczyk CA. Instituições responsáveis pela avaliação de tecnologias em saúde globalmente: uma revisão de escopo. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.112
Identificador
2023REB089
Title
Institutions Responsible for Health Technology Assessment Globally: A Scoping Review
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2023
Reference (Vancouver)
Migliavaca CB, Colpani V, Marcolino MAZ, Falavigna M, Polanczyk CA. Instituições responsáveis pela avaliação de tecnologias em saúde globalmente: uma revisão de escopo. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.112
Identifier
2023REB089
Resumo
Introdução: Desde os anos 90, o processo de avaliações de tecnologias de saúde (ATS) globalizou-se como uma ferramenta valiosa para a tomada de decisões em busca de sistemas de saúde equitativos e eficientes. Diversos países estabeleceram organizações dedicadas à realização de ATS a nível nacional, adaptando tais instituições aos ecossistemas de saúde locais. O objetivo desse estudo foi avaliar a es-trutura, os métodos e os processos de organizações responsáveis pela ATS a nível nacional globalmente.Métodos: Foi realizada uma revisão de escopo avaliando organizações responsáveis pela condução de ATS para a tomada de decisões a nível nacional em qualquer país. A identificação de organizações elegíveis foi realizada por meio de revisão de organizações membros das redes INAHTA, EUnetHTA, RedETSA e HTAsiaLink, além das organizações avaliadas em revisões com escopo semelhante. Para cada organização, foram pesquisados os seguintes dados: país, ano de fundação, natureza organiza-cional, papel na decisão, financiamento, tecnologias avaliadas, critérios considerados para a decisão (como eficácia e segurança, custos, impacto em equidade, entre outros), tipo de avaliação econômica, e envolvimento do paciente.Resultados: A partir de 222 organizações únicas, 69 foram elegíveis, abrangendo 56 países. Doze países possuem mais de uma organização, que trabalham de forma sinérgica e tipicamente avaliam diferentes tipos de tecnologias. Trinta e nove organizações (56%) são europeias, e apenas 2 (3%) são africanas. Cinquenta e três organizações (77%) são vinculadas ao governo. Cinquenta e uma (74%) possuem um papel consultivo, sendo a decisão final responsabilidade das autoridades de saúde, en-quanto 12 (17%) são deliberativas (dados não disponíveis para 10%). Em 62 organizações, foi pos-sível identificar fontes de financiamento, sendo os recursos públicos fonte presente em todas essas organizações; ademais, 12 (17%) cobram taxas para realização das avaliações. Os principais tipos de tecnologia avaliados são medicamentos (n = 61, 88%), dispositivos (n = 47, 68%) e procedimentos (n = 33, 48%). Duas organizações (3%) não avaliam a eficácia e segurança das tecnologias, focando em critérios econômicos, considerando que as características clínicas da tecnologia são avalia[1]das previamente no processo de aprovação de comercialização. Fatores econômicos são considerados em 66 organizações (96%), sendo análises de custo-efetividade e impacto orçamentário as avaliações mais comumente realizadas. Na maior parte das organizações (n = 45, 65%), a ATS é iniciada por solicita-ção do fabricante. O envolvimento dos pacientes no processo de ATS não é claramente descrito em 32 organizações (46%), e 2 (3%) reportam que não há envolvimento. Entre as outras 35 organizações, na maior parte (n = 29, 42%) o papel dos pacientes é fornecer informações que são consideradas durante a tomada de decisão.Discussão e conclusões: Entre as organizações avaliadas, observa-se que a maioria é vinculada ao governo, possui financiamento público e desempenha um papel consultivo. Os resultados desse estudo servem como importante referência ao desenvolvimento e aprimoramento de organizações responsáveis pela condução de ATS.
Palavras-chave
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Since the 1990s, the health technology assessment (HTA) process has become a global tool for decision-making in the pursuit of equitable and efficient health systems. Several countries have established organizations dedicated to conducting HTA at the national level, adapting these institutions to local health ecosystems. The objective of this study was to assess the structure, methods and processes of organizations responsible for conducting HTA at the national level globally. Methods: A scoping review was conducted to assess organizations responsible for conducting HTA for decision-making at the national level in any country. Eligible organizations were identified by reviewing member organizations of the INAHTA, EUnetHTA, RedETSA and HTAsiaLink networks, as well as organizations assessed in similarly scoped reviews. For each organization, the following data were researched: country, year of foundation, organizational nature, role in the decision, funding, technologies evaluated, criteria considered for the decision (such as efficacy and safety, costs, impact on equity, among others), type of economic evaluation, and patient involvement. Results: From 222 unique organizations, 69 were eligible, covering 56 countries. Twelve countries have more than one organization, which work synergistically and typically evaluate different types of technologies. Thirty-nine organizations (56%) are European, and only 2 (3%) are African. Fifty-three organizations (77%) are linked to the government. Fifty-one (74%) have an advisory role, with the final decision being the responsibility of the health authorities, while 12 (17%) are deliberative (data not available for 10%). In 62 organizations, it was possible to identify sources of funding, with public resources being a source present in all of these organizations; Furthermore, 12 (17%) charge fees for carrying out the assessments. The main types of technology assessed are drugs (n = 61, 88%), devices (n = 47, 68%) and procedures (n = 33, 48%). Two organizations (3%) do not assess the efficacy and safety of technologies, focusing instead on economic criteria, considering that the clinical characteristics of the technology are assessed[1] previously in the marketing approval process. Economic factors are considered in 66 organizations (96%), with cost-effectiveness and budget impact analyses being the most commonly performed assessments. In most organizations (n = 45, 65%), HTA is initiated at the request of the manufacturer. Patient involvement in the HTA process is not clearly described in 32 organizations (46%), and 2 (3%) report that there is no involvement. Among the other 35 organizations, for the most part (n = 29, 42%) the role of patients is to provide information that is considered during decision-making. Discussion and conclusions: Among the organizations evaluated, it is observed that the majority are linked to the government, have public funding and play an advisory role. The results of this study serve as an important reference for the development and improvement of organizations responsible for conducting HTA.
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.
Autoria (authors)
Carísi Anne Polanczyk | Celina Borges Migliavaca | Maicon Falavigna | Miriam Allein Zago Marcolino | Verônica Colpani