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Diretrizes metodológicas e publicações sobre avaliação de benefício-risco para avaliação de tecnologias em saúde: Uma revisão de escopo.
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Título
Diretrizes metodológicas e publicações sobre avaliação de benefício-risco para avaliação de tecnologias em saúde: Uma revisão de escopo.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Suzumura EA, Ascef BO, Maia FHA, Bortoluzzi AFR, Domingues SM, Farias NS, Gabriel FC, Jahn B, Siebert U, Soárez PC. Methodological Guidelines and Publications of Benefitrisk Assessment for Health Technology Assessment: A Scoping Review. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.94
Identificador
2023REB070
Title
Methodological Guidelines and Publications of Benefitrisk Assessment for Health Technology Assessment: A Scoping Review
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2023
Reference (Vancouver)
Suzumura EA, Ascef BO, Maia FHA, Bortoluzzi AFR, Domingues SM, Farias NS, Gabriel FC, Jahn B, Siebert U, Soárez PC. Methodological Guidelines and Publications of Benefitrisk Assessment for Health Technology Assessment: A Scoping Review. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl. 1).
DOI
10.22563/2525-7323.2024.v9.s1.p.94
Identifier
2023REB070
Resumo
Introdução: A avaliação benefício-risco (ABR) é um componente importante na tomada de decisão ao longo do ciclo de vida de uma tecnologia em saúde. A ABR de tecnologias comparativas geralmente era realizada informalmente, sem o uso de um processo sistematizado, o que pode levar a decisões inadequadas. Nas últimas duas décadas, foram observados esforços para usar abordagens mais estruturadas, objetivas e transparentes, visando melhor comunicação e tomada de decisão pelos stakeholders. Nesse sentido, algumas estruturas foram propostas para orientar a ABR e estão atualmente disponíveis. Portanto, conduzimos uma revisão de escopo para: (1) mapear as diretrizes metodológicas e documentos disponíveis para conduzir e relatar a ABR nas diferentes fases do ciclo de vida das tecnologias em saúde; e (2) identificar diretrizes metodológicas sobre métodos para BRA, que poderiam ser usadas como base para o desenvolvimento de uma diretriz BRA para o contexto brasileiro de Avaliação de Tecnologia em Saúde (ATS). Métodos: Nossas buscas foram conduzidas entre outubro de 2022 e março de 2023 em três fontes principais: (1) bancos de dados eletrônicos (EMBASE e MEDLINE); (2) literatura cinzenta (48 ATS e organizações regulatórias); e (3) busca manual e contato com especialistas na área. Incluímos diretrizes metodológicas ou publicações que apresentassem métodos para conduzir ou relatar BRA de quaisquer tipos de tecnologias em saúde desenvolvidas em qualquer contexto do ciclo de vida da tecnologia em saúde. O processo de seleção e o mapeamento de dados foram conduzidos por pares de revisores independentes. Fornecemos uma síntese narrativa dos resultados. Resultados: Dos 83 documentos elegíveis, apenas seis declararam o contexto de ATS, 30 foram produzidos no ambiente regulatório e 35 documentos envolveram orientações para BRA ao longo do ciclo de vida da tecnologia em saúde. Entre as 129 abordagens metodológicas para BRA identificadas, as estruturas descritivas mais frequentemente citadas foram Problem, Objectives, Alternatives, Consequences, Trade-offs, Uncertainty, Risk, and Linked decisions (PrOACT-URL) e Benefit Risk Action Team (BRAT), relatadas em 29 (34,9%) dos documentos. A Análise de Decisão Multicritério foi a estrutura quantitativa mais comum, citada em 52 (62,7%) dos documentos. Outras estruturas quantitativas frequentemente citadas foram o Processo de Decisão de Markov (n=18; 21,7%) e a Árvore de Decisão (n=16; 19,3%). Também identificamos os índices métricos mais citados que poderiam ser usados para medir benefícios e riscos: números necessários para causar dano (n=38; 45,8%) e para tratar (n=37; 44,6%) como índices de limiar, ano de vida ajustado pela qualidade (n=37; 44,6%) como índice de saúde e benefício líquido incremental para a saúde (n=32; 38,6%) como índice de trade-off. Os documentos também relatam o método de simulação probabilística (n=32; 38,6%) e a comparação indireta de tratamento (n=18; 21,7%) como as técnicas de estimativa mais comuns, enquanto o experimento de escolha discreta e a análise conjunta, mencionados em 26 (31,3%) documentos, foram as técnicas de pesquisa de utilidade mais mencionadas para obter preferências para BRA quantitativa. Discussões e conclusões: Os esforços para usar abordagens de estrutura formal para BRA em HTA e em nível populacional têm sido mais modestos do que no ambiente regulatório. Testaremos e exploraremos o potencial dos dois frameworks descritivos e quantitativos mais citados em estudos de caso no contexto de ATS para avaliar seu desempenho. Os estudos de caso usando os frameworks identificados nesta revisão apoiarão a elaboração da diretriz brasileira de BRA para ATS.
Palavras-chave
Avaliação Benefício-Risco | Avaliação de tecnologia em saúde | Diretrizes metodológicas | Orientação Metodológica | Revisão de Escopo
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Benefit-risk assessment (RBA) is an important component of decision-making throughout the life cycle of a health technology. BRA of comparative technologies has often been performed informally, without the use of a systematized process, which can lead to inappropriate decisions. In the last two decades, efforts have been observed to use more structured, objective, and transparent approaches, aiming at better communication and decision-making by stakeholders. In this sense, some frameworks have been proposed to guide BRA and are currently available. Therefore, we conducted a scoping review to: (1) map the methodological guidelines and documents available for conducting and reporting BRA in the different phases of the life cycle of health technologies; and (2) identify methodological guidelines on methods for BRA, which could be used as a basis for the development of a BRA guideline for the Brazilian context of Health Technology Assessment (HTA). Methods: Our searches were conducted between October 2022 and March 2023 in three main sources: (1) electronic databases (EMBASE and MEDLINE); (2) grey literature (48 HTAs and regulatory organizations); and (3) handsearching and contact with experts in the field. We included methodological guidelines or publications that presented methods for conducting or reporting ARBs of any type of health technology developed in any context of the health technology lifecycle. The selection process and data mapping were conducted by pairs of independent reviewers. We provide a narrative synthesis of the results. Results: Of the 83 eligible documents, only six stated the context of HTA, 30 were produced in the regulatory environment, and 35 documents involved guidance for ARBs throughout the health technology lifecycle. Among the 129 methodological approaches to BRA identified, the most frequently cited descriptive frameworks were Problem, Objectives, Alternatives, Consequences, Trade-offs, Uncertainty, Risk, and Linked decisions (PrOACT-URL) and Benefit Risk Action Team (BRAT), reported in 29 (34.9%) of the documents. Multicriteria Decision Analysis was the most common quantitative framework, cited in 52 (62.7%) of the documents. Other frequently cited quantitative frameworks were the Markov Decision Process (n=18; 21.7%) and the Decision Tree (n=16; 19.3%). We also identified the most frequently cited metrics that could be used to measure benefits and risks: numbers needed to harm (n=38; 45.8%) and to treat (n=37; 44.6%) as threshold indices, quality-adjusted life year (n=37; 44.6%) as health index, and net incremental health benefit (n=32; 38.6%) as trade-off index. The papers also report the probabilistic simulation method (n=32; 38.6%) and indirect treatment comparison (n=18; 21.7%) as the most common estimation techniques, while discrete choice experiment and conjoint analysis, mentioned in 26 (31.3%) papers, were the most frequently mentioned utility research techniques to elicit preferences for quantitative ARBs. Discussion and conclusions: Efforts to use formal framework approaches for ARBs in HTA and at the population level have been more modest than in the regulatory environment. We will test and explore the potential of the two most cited descriptive and quantitative frameworks in case studies in the context of HTA to assess their performance. Case studies using the frameworks identified in this review will support the development of the Brazilian BRA guideline for HTA.
Keywords
Benefit-Risk Assessment | Benefit-Risk Evaluation | Health technology assessment | Metho-dological Guidelines | Methodological Guidance | Scoping Review
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.