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PE-009 Desenvolvimento de resiliência nas aquisições internacionais de medicamentos para doenças raras por meio da aplicação de ferramentas farmacoeconômicas: uma pesquisa qualitativa realizada em hospitais do Rio Grande do Sul
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Título
PE-009 Desenvolvimento de resiliência nas aquisições internacionais de medicamentos para doenças raras por meio da aplicação de ferramentas farmacoeconômicas: uma pesquisa qualitativa realizada em hospitais do Rio Grande do Sul
Tipo de documento
Artigo
Descrição
Artigo científico publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2025
Referência (Vancouver)
Pires SRMH, Balbinotto G, Souza JS. PE-009 Desenvolvimento de resiliência nas aquisições internacionais de medicamentos para doenças raras por meio da aplicação de ferramentas farmacoeconômicas: uma pesquisa qualitativa realizada em hospitais do Rio Grande do Sul. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl 3).
Identificador
2025JAFF023
Title
PE-009 Building resilience in international acquisitions of medicines for rare diseases through the application of pharmacoeconomic tools: a qualitative research carried out in hospitals in Rio Grande do Sul
Document type
Article
Description
Scientific article published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2025
Reference (Vancouver)
Pires SRMH, Balbinotto G, Souza JS. PE-009 Desenvolvimento de resiliência nas aquisições internacionais de medicamentos para doenças raras por meio da aplicação de ferramentas farmacoeconômicas: uma pesquisa qualitativa realizada em hospitais do Rio Grande do Sul. J Assist Farmac Farmacoecon. 2024;9(Suppl 3).
Identifier
2025JAFF023
Resumo
Conforme definido na Portaria GM/MS n°199, de 30 de janeiro de 2014, é considerado doença rara, uma condição de saúde que uma pequena fatia da população possui, sendo no Brasil, 1,3 pessoas a cada duas mil pessoas. Devido a essa contextualização de raridade, tornam-se doenças ainda em processo de análise de estudos sem tratamentos definidos. Sendo necessário criar protocolos de tratamento caso a caso. Felizmente, nas últimas décadas, vivenciamos um desenvolvimento tecnológico ímpar na área de farmacologia internacional. Porém, nem todas as pessoas possuem acesso fácil. Na sua grande maioria, esses medicamentos são fabricados no exterior com necessidades de transportes peculiares. Desde os anos 2000, a compra de suprimentos no exterior já não é mais vista como uma atividade excepcional1. Entretanto, apenas em 2014, notou-se o quanto a globalização acentuou a necessidade de importar tais medicamentos2. A complexidade de importação de tais produtos está ligada às suas necessidades especiais, assim como, uma gama específica de documentos necessários para liberação perante os órgãos responsáveis por analisar sua qualidade (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No entanto, é igualmente importante analisar a aquisição desses medicamentos sob uma perspectiva farmacoeconômica. Alinhando o tratamento ideal para o paciente às condições econômicas mais favoráveis, buscamos gerar insights que fortaleçama resiliência da operação de importação de medicamentos. Objetivo: Trazer à luz as complexidades existentes nas compras de medicamentos importados, para tratamento de pacientes com doenças raras, analisando todos os componentes da rede de supply chain envoltos. Para que seja possível criar uma ferramenta que torne o fluxo de importação de medicamentos para doenças raras resiliente. Com foco na redução do lead time, na análise de riscos e na gestão econômica da operação. Material e Método: O estudo qualitativo investigou as experiências e desafios de profissionais que trabalham com portadores de doenças raras, por meio de entrevistas detalhadas. Resultados: Um dos principais apontamentos é que dentre os profissionais entrevistados, sua grande maioria desconhece o lead time de cada etapa envolvendo o fluxo de compra de medicamentos importados. Pois, até o momento algumas etapas não eram claras, como: tempo de trânsito internacional e peculiaridades necessárias para solicitação de liberação prévia à compra junto a Anvisa. Além disso, a referência ao baixo conhecimento farmacoeconômico entre os participantes. Conclusões: Após as entrevistas, foi possível analisar e entender o melhor cenário de compras de medicamentos importados. Criou-se então um alinhamento das atividades e seus devidos lead times, apresentados em forma de blueprint para que toda a cadeia envolvida no processo entenda seu papel. Além disso, foram incorporados gatilhos farmacoeconômicos, que podem ser acionados em momentos estratégicos para otimizar as decisões de compra e aumentar a eficiência do processo.
Palavras-chave
Farmacoeconomia | Medicamentos Importados | Medicamentos para Doenças Raras
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
As defined in Ordinance GM/MS No. 199 of January 30, 2014, a rare disease is a health condition that a small portion of the population has, in Brazil, 1.3 people per two thousand. Due to this contextualization of rarity, these diseases are still undergoing analysis in studies without defined treatments. It is necessary to create treatment protocols on a case-by-case basis. Fortunately, in recent decades, we have experienced unparalleled technological development in the area of international pharmacology. However, not everyone has easy access to them. The vast majority of these medications are manufactured abroad with peculiar transportation requirements. Since the 2000s, purchasing supplies abroad is no longer seen as an exceptional activity1. However, it was only in 2014 that it was noted how much globalization has accentuated the need to import such medications2. The complexity of importing such products is linked to their special needs, as well as a specific range of documents required for clearance by the agencies responsible for analyzing their quality (ANVISA – National Health Surveillance Agency). However, it is equally important to analyze the acquisition of these drugs from a pharmacoeconomic perspective. By aligning the ideal treatment for the patient with the most favorable economic conditions, we seek to generate insights that strengthen the resilience of the drug import operation. Objective: To shed light on the complexities that exist in the purchase of imported drugs for the treatment of patients with rare diseases, analyzing all the components of the supply chain network involved. In order to create a tool that makes the flow of importing drugs for rare diseases resilient, with a focus on reducing lead time, risk analysis, and economic management of the operation. Material and Method: The qualitative study investigated the experiences and challenges of professionals who work with patients with rare diseases, through in-depth interviews. Results: One of the main findings is that, among the professionals interviewed, the vast majority are unaware of the lead time for each stage of the imported medicine purchasing flow. Until now, some stages were not clear, such as: international transit time and peculiarities required to request prior purchase authorization from Anvisa. In addition, there was reference to the low pharmacoeconomic knowledge among the participants. Conclusions: After the interviews, it was possible to analyze and understand the best scenario for purchasing imported medicines. An alignment of activities and their due lead times was then created, presented in the form of a blueprint so that the entire chain involved in the process understands its role. In addition, pharmacoeconomic triggers were incorporated, which can be activated at strategic times to optimize purchasing decisions and increase process efficiency.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.