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Jogos teatrais para o desenvolvimento de habilidades para o cuidado farmacêutico entre estudantes de farmácia: um relato de experiência docente
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Título
Jogos teatrais para o desenvolvimento de habilidades para o cuidado farmacêutico entre estudantes de farmácia: um relato de experiência docente
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado no 14º Fórum Brasileiro sobre Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (FAFF) e publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Santos Júnior GA. Jogos teatrais para o desenvolvimento de habilidades para o cuidado farmacêutico entre estudantes de farmácia: um relato de experiência docente. J Assist Farmac Farmacoecon. 2026;11.
Identificador
2026JAFF146
Title
Theater Games for the Development of Pharmaceutical Care Skills Among Pharmacy Students: A Teaching Experience Report
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the 14th Brazilian Forum on Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (FAFF) and published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2026
Identifier
2026JAFF146
Resumo
Introdução: O ensino do cuidado farmacêutico deve ser pautado no desenvolvimento de habilidades interpessoais e socioemocionais necessárias para o cuidado de pessoas, família e comunidade. Neste cenário, os jogos teatrais (JT) podem ser importantes ferramentas para o desenvolvimento de comunicação assertiva, escuta ativa, criatividade, trabalho em equipe, adaptabilidade, resolução de problemas, dentre outras. Entretanto, há poucos relatos na literatura sobre o uso de JT no ensino farmacêutico. Objetivo: Relatar uma experiência docente com o uso de JT para o desenvolvimento de habilidades para o cuidado farmacêutico. Descrição do relato: i) Descrição da Experiência: a experiência ocorreu entre os meses de outubro/2024 a março/ 2025, na disciplina optativa Tópicos Especiais em Farmácia, com estudantes finalistas do curso de Farmácia de uma universidade pública no sudeste brasileiro. A disciplina tem carga horária de 30h, dividida em 15 encontros semanais, e foi organizada em duas etapas. A etapa 01 correspondeu ao ensino de habilidades clínicas (busca de fontes de informação, aferição de parâmetros clínicoantropométricos e técnicas de administração de medicamentos) e foi avaliada por meio do Exame Clínico Objetivo Estruturado (OSCE). A etapa 02 correspondeu ao ensino do cuidado farmacêutico (histórico e componentes de prática, serviços clínicos, documentação, dispensação e manejo de problemas de saúde autolimitados) e foi avaliada por meio de Simulação Realística. Cada encontro semanal foi estruturado com JT (30 minutos) e conteúdo teóricoprático (90 minutos). Foram utilizados os seguintes JT e destacada as habilidades trabalhadas: jogos quebragelo (engajamento); jogo cegos, mancos e mudos (escuta ativa e empatia), mímica coletiva (trabalho em equipe), entrevista em dupla usando uma palavra por vez (adaptabilidade e improvisação), telefone sem fio corporal (expressividade), cena com objeto (improviso e criatividade), jogos dos sons (comunicação) e jogo da descrição (documentação). No último encontro foi realizada uma discussão para partilha das experiências com a disciplina. ii) Relato docente: os JT criaram cenários e situações que foram transpostos para os ambientes de prática profissional, permitindo um olhar mais analítico e treinado para as situações de mundo real dos farmacêuticos. Ao longo dos encontros, observouse maior engajamento dos discentes entre si e com o docente, criando um ambiente de aprendizagem saudável e acolhedor. O desempenho dos discentes nas duas avaliações destacouse no ponto de vista técnico e no interpessoal, com destaque para a nítida desenvoltura em lidar com as situações de realidade profissional criadas no OSCE e nas simulações realísticas. Conclusão: Os JT mostraramse uma estratégia inovadora para o ensino farmacêutico. Essa experiência evidencia o potencial dos JT em desenvolver habilidades necessárias ao cuidado de pessoas, família e comunidade
Palavras-chave
Competências clínicas | Cuidado farmacêutico | Ensino farmacêutico | Jogos Teatrais
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The teaching of pharmaceutical care should be based on the development of interpersonal and socioemotional skills necessary for caring for individuals, families, and communities. In this context, theater games (TG) can be important tools for developing assertive communication, active listening, creativity, teamwork, adaptability, problemsolving, among others. However, there are few reports in the literature regarding the use of TG in pharmaceutical education. Objective: To report a teaching experience using TG for the development of skills related to pharmaceutical care. Description of the Report: i) Experience Description: The experience took place between October 2024 and March 2025, within the elective course Special Topics in Pharmacy, with finalyear Pharmacy students from a public university in southeastern Brazil. The course consisted of 30 hours, divided into 15 weekly meetings, and was organized into two stages. Stage 01 corresponded to the teaching of clinical skills (search for information sources, measurement of clinicalanthropometric parameters, and medication administration techniques) and was assessed through the Objective Structured Clinical Examination (OSCE). Stage 02 corresponded to the teaching of pharmaceutical care (history and practice components, clinical services, documentation, dispensing, and management of selflimiting health problems) and was assessed through Realistic Simulation. Each weekly meeting was structured with TG (30 minutes) and theoreticalpractical content (90 minutes). The following TG were used, along with the skills developed: icebreaker games (engagement); blind, lame, and mute game (active listening and empathy); collective mime (teamwork); paired interview using one word at a time (adaptability and improvisation); body telephone game (expressiveness); scene with an object (improvisation and creativity); sound games (communication); and description game (documentation). In the final meeting, a discussion was held to share experiences regarding the course. ii) Teaching Report: The TG created scenarios and situations that were transferred to professional practice environments, allowing a more analytical and trained perspective toward realworld situations faced by pharmacists. Throughout the meetings, greater student engagement with each other and with the instructor was observed, creating a healthy and welcoming learning environment. Student performance in both assessments stood out from both technical and interpersonal perspectives, with emphasis on their clear ability to handle professional reality situations created during the OSCE and realistic simulations. Conclusion: TG proved to be an innovative strategy for pharmaceutical education. This experience demonstrates the potential of TG to develop skills necessary for caring for individuals, families, and communities.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.