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Erros de medicação em uma Unidade de Oncohematologia de um Hospital Universitário: prevenção e impacto na segurança do paciente
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Título
Erros de medicação em uma Unidade de Oncohematologia de um Hospital Universitário: prevenção e impacto na segurança do paciente
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Silva TC, Lima MS, Almeida GQ, Santos GNC, Noblat ACB, Noblat LACB. Erros de medicação em uma Unidade de Oncohematologia de um Hospital Universitário: prevenção e impacto na segurança do paciente. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;1(Suppl 2).
Identificador
2022JAFF016
Title
Medication Errors in an Oncohematology Unit of a University Hospital: Prevention and Impact on Patient Safety
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Silva TC, Lima MS, Almeida GQ, Santos GNC, Noblat ACB, Noblat LACB. Erros de medicação em uma Unidade de Oncohematologia de um Hospital Universitário: prevenção e impacto na segurança do paciente. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;1(Suppl 2).
Identifier
2022JAFF016
Resumo
Introdução: O erro de medicação é qualquer evento evitável que, de fato ou potencialmente, pode levar ao uso inadequado do medicamento, podendo ou não provocar danos ao paciente. Os erros reais são aqueles que foram detectados após a sua ocorrência. Os erros potenciais, também chamados de “quase falhas” ou “near misses”, são incidentes que, em alguma etapa da cadeia medicamentosa, foram interceptados antes de alcançar o paciente. Pacientes oncológicos utilizam muitos medicamentos de estreita margem terapêutica, cuja falha no processo de medicação pode acarretar danos e impactar nos desfechos clínicos. O reconhecimento dos erros de medicação como indicador da qualidade de assistência contribui para tomada de decisão na melhoria dos processos para garantir ao paciente segurança durante o tratamento medicamentoso. Objetivo: Descrever o perfil e a frequência dos erros notificados ao Centro de Farmacovigilância (CFV) ocorridos em uma unidade de oncohematologia e transplante de medula óssea em um Hospital Universitário em SalvadorBA. Método: Trata-se de um estudo descritivo e retrospectivo de erros coletados do banco de dados do CFV no período de novembro 2011 até setembro 2022. A análise de dados foi realizada através de cálculo de frequência. Esse estudo foi aprovado pelo CEP institucional sob número 4465789. Resultados e Discussão: Foram notificados 1731 erros, sendo 76 da unidade de oncohematologia, representando 4,4% do total. Quanto à classificação, 40 (52,6%) notificações foram de quase falha, e 36 (47,4%) de erros de medicação. 3 (4%) erros de medicação causaram danos ao paciente. Os tipos de erros mais frequentes foram: medicamento errado (18/76) e omissão de dose (14/76). Quanto às etapas envolvidas no processo, 34,7% (33/95) ocorreram na etapa de administração, 28,4% (27/95) na dispensação, 21,1% (20/95) na prescrição, 12,6% (12/95) no preparo/manipulação e 5,3% (5/95) outros. Esses dados foram semelhantes ao estudo de revisão de Weingart et al, 2018 em que os erros afetam pelo menos 1 a 3% dos pacientes oncológicos e são mais frequentes em pacientes internados, ocorrendo em todas as etapas do processo de uso dos medicamentos. Os principais grupos farmacológicos foram os agentes antineoplásicos 29 (38%) e anti-infecciosos de uso sistêmico 14 (18%), semelhante ao observado no estudo de sSchwappach & Wernli, 2018.Conclusão: Os dados encontrados nesse trabalho foram semelhantes aos descritos em literatura contribuindo para ampliar as discussões sobre os procedimentos desenvolvidos na Instituição e fortalecendo condutas alinhadas à segurança do paciente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Medication error is any preventable event that may cause or lead to inappropriate medication use, whether or not it actually causes harm to the patient. Actual errors are those detected after they have occurred, while potential errors, also known as "near misses," are incidents intercepted at some point in the medication process before reaching the patient. Oncology patients often use medications with narrow therapeutic margins, and failures in the medication process can lead to harm and impact clinical outcomes. Recognizing medication errors as indicators of care quality contributes to decision-making in improving processes to ensure patient safety during medication treatment. Objective: To describe the profile and frequency of errors reported to the Pharmacovigilance Center (CFV) occurring in an oncology-hematology and bone marrow transplant unit at a University Hospital in Salvador, Bahia, Brazil. Method: This is a descriptive and retrospective study of errors collected from the CFV database from November 2011 to September 2022. Data analysis was conducted using frequency calculations. This study was approved by the institutional Ethics Committee under number 4465789. Results and Discussion: A total of 1,731 errors were reported, with 76 from the oncology-hematology unit, representing 4.4% of the total. Regarding classification, 40 (52.6%) notifications were near misses, and 36 (47.4%) were medication errors. Three (4%) medication errors caused harm to the patient. The most frequent types of errors were wrong medication (18/76) and dose omission (14/76). Regarding the stages involved in the process, 34.7% (33/95) occurred during administration, 28.4% (27/95) during dispensing, 21.1% (20/95) during prescribing, 12.6% (12/95) during preparation/handling, and 5.3% (5/95) at other stages. These findings were similar to the review by Weingart et al., 2018, which indicated errors affecting at least 1 to 3% of oncology patients, predominantly occurring in hospitalized patients and across all stages of medication use processes. The main pharmacological groups involved were antineoplastic agents 29 (38%) and systemic anti-infectives 14 (18%), similar to observations in the study by Schwappach & Wernli, 2018. Conclusion: The data from this study align with literature findings, contributing to broader discussions on institution procedures and reinforcing practices aligned with patient safety initiatives.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.