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Dados de utilização dos medicamentos biológicos para psoríase no âmbito do SUS
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Título
Dados de utilização dos medicamentos biológicos para psoríase no âmbito do SUS
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Lyrio AO, Mega TP, Lopes ACF, Ferré F, Barreira AMS, Carvalho SH, Prado CCL, Santos VCC. Dados de utilização dos medicamentos biológicos para psoríase no âmbito do SUS. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identificador
2022JAFF076
Title
Usage Data of Biological Drugs for Psoriasis within the Brazilian Unified Health System (SUS)
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Lyrio AO, Mega TP, Lopes ACF, Ferré F, Barreira AMS, Carvalho SH, Prado CCL, Santos VCC. Dados de utilização dos medicamentos biológicos para psoríase no âmbito do SUS. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identifier
2022JAFF076
Resumo
Introdução: Apesar da avaliação minuciosa de cada tecnologia que é incorporada pelo SUS, nem sempre o impacto clínico esperado reflete ao que é encontrado após a incorporação da tecnologia. Um dos motivos é que após a implementação, a tecnologia em saúde é utilizada por uma população heterogênea, com necessidades complexas de cuidados à saúde, entre outros fatores que podem comprometer efetividade do medicamento. Assim, o monitoramento das tecnologias incorporadas é essencial tanto para apoiar a avaliação de novas tecnologias numa mesma condição clínica, quanto para a reavaliação a partir dos resultados observados na população. Métodos: Foram resgatadas todas as informações disponíveis na SABEIS que estavam vinculadas ao Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase, segundo as CIDs-10 primárias: L40.0, L40.1, L40.4, e L40.8, e aos medicamentos biológicos, segundo o SIGTAP. Para essa análise foi utilizado o dado atualizado até o dia 22 de março de 2022. O período avaliado foi a partir do primeiro registro do medicamento no SUS até dezembro de 2021. Os dados foram analisados e apresentadas na forma de estatística descritiva. Resultados: Os medicamentos adalimumabe, etanercepte, secuquimumabe e ustequinumabe foram incorporados em outubro de 2018 e a implementação no SUS foi em outubro de 2019, com exceção do ustequinumabe que a implementação foi em maio de 2020. Já o risanquizumabe foi incorporado em setembro de 2020 e a implementação foi em abril de 2022, não sendo possível avaliar os dados de utilização, visto que está fora do período analisado nesse estudo. Assim, o tempo entre a incorporação e implementação no SUS variou de 12 a 19 meses. Em 2021, havia 10.146 usuários em uso de ao menos um medicamento biológico para psoríase, destaca-se que 6.031 eram usuários novos. Dentre os medicamentos avaliados o adalimumabe era o que apresentava a maior quantidade usuários em 2021 (35%), seguido do ustequinumabe (31%). Esse resultado já era esperado, visto que o adalimumabe e etanercepte(em pacientes de 6 a18 anos) é para utilizar como primeira etapa da segunda linha e o secuquinumabe, ustequinumabe ou risanquizumabe na segunda etapa após falha, toxicidade ou contraindicação ao adalimumabe. Ao avaliar para qual medicamento os usuários estavam migrando após falha do tratamento observou-se que neles todos o secuquinumabe era o tratamento que a maioria dos usuários optava. Conclusão: O monitoramento é essencial para avaliar se as tecnologias incorporadas no SUS estão sendo implementadas em tempo célere, se está tendo adesão da população, qual o medicamento mais utilizado e se tem algum que está apresentando regressão de uso, além de outros pontos que podem auxiliar o Ministério da Saúde na incorporação de novas tecnologias para a mesma condição clínica ou até mesmo exclusão de tecnologias que não apresentem efetividade ou segurança para os usuários.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Despite the thorough evaluation of each technology incorporated into the Brazilian Unified Health System (SUS), the expected clinical impact does not always reflect what is found after the technology's implementation. One of the reasons is that after implementation, health technologies are used by a heterogeneous population with complex healthcare needs, among other factors that can compromise the medication's effectiveness. Thus, monitoring incorporated technologies is essential both to support the evaluation of new technologies in the same clinical condition and to reassess based on the results observed in the population. Methods: All available information in SABEIS linked to the Clinical Protocol and Therapeutic Guidelines for Psoriasis, according to primary ICD-10 codes: L40.0, L40.1, L40.4, and L40.8, and biologic medications, according to SIGTAP, was retrieved. The data were updated until March 22, 2022. The period evaluated was from the first registration of the medication in SUS until December 2021. The data were analyzed and presented in the form of descriptive statistics. Results: The medications adalimumab, etanercept, secukinumab, and ustekinumab were incorporated in October 2018, and their implementation in SUS was in October 2019, except for ustekinumab, which was implemented in May 2020. Risanquizumab was incorporated in September 2020, with implementation in April 2022, which was outside the study's analyzed period. Thus, the time between incorporation and implementation in SUS varied from 12 to 19 months. In 2021, there were 10,146 users using at least one biologic medication for psoriasis, with 6,031 being new users. Among the evaluated medications, adalimumab had the highest number of users in 2021 (35%), followed by ustekinumab (31%). This result was expected, as adalimumab and etanercept (in patients aged 6 to 18 years) are used as the first step in the second line, and secukinumab, ustekinumab, or risanquizumab are used in the second step after failure, toxicity, or contraindication to adalimumab. When evaluating to which medication users were migrating after treatment failure, it was observed that secukinumab was the treatment choice for the majority of users. Conclusion: Monitoring is essential to assess whether technologies incorporated into SUS are being implemented promptly, if there is population adherence, which medication is most used, and if any medication shows a decline in use, among other factors that can assist the Ministry of Health in incorporating new technologies for the same clinical condition or even excluding technologies that do not demonstrate effectiveness or safety for users.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.