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Conciliação de Informações em Saúde no SUS: atividades realizadas em um Hospital Municipal de Urgência E Emergência
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Título
Conciliação de Informações em Saúde no SUS: atividades realizadas em um Hospital Municipal de Urgência E Emergência
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Rossato PT, Endres MEV, Coutinho NMSR, Leal SS, Motta GC, Schwambach KH, Gonçalves RAM, Becker MW. Conciliação de Informações em Saúde no SUS: atividades realizadas em um Hospital Municipal de Urgência E Emergência. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identificador
2022JAFF112
Title
Health Information Reconciliation in the Brazilian Unified Health System (SUS): Activities Conducted at a Municipal Emergency Hospital
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Rossato PT, Endres MEV, Coutinho NMSR, Leal SS, Motta GC, Schwambach KH, Gonçalves RAM, Becker MW. Conciliação de Informações em Saúde no SUS: atividades realizadas em um Hospital Municipal de Urgência E Emergência. J Assist Farmac Farmacoecon. 2022;7(Suppl 1).
Identifier
2022JAFF112
Resumo
Introdução: A conciliação medicamentosa consiste em elencar todos os medicamentos de uso domiciliar do usuário e compará-los com as prescrições no ambiente hospitalar, ambulatorial e alta hospitalar, com o intuito de unificar as informações e garantir a segurança do internado em todas as etapas da transição do cuidado. De acordo com a realidade de um hospital de pronto atendimento, referência regional para o atendimento de politraumatizados, incluindo grandes queimados, muitas vezes não é possível a participação ativa do usuário nesse processo. Objetivo: Apresentar a metodologia desenvolvida pelo Serviço de Farmácia para coleta de informações em saúde em bases de dados informatizadas em um hospital de referência em atendimento de trauma. Métodos: Os farmacêuticos e acadêmicos de farmácia realizam triagens rotineiras, via sistema informatizado hospitalar. A partir desses dados, foi criado um instrumento para coleta e verificação de dados de novos usuários internados, como nome, leito, número de prontuário, data de internação, cidade e número do Cartão Nacional do Sistema Único de Saúde (CNS). Nos meses de janeiro até junho de 2022, foram coletados dados dos usuários residentes em Porto Alegre, através do CNS nos sistemas e-SUS, DIS (Dispensação de Medicamentos) e Gercon (Gerenciamento de Consultas). Mediante a comparação entre os dados verificados nos prontuários, nos sistemas externos e, quando possível, em entrevistas com os usuários ou acompanhantes, as informações relevantes foram selecionadas e registradas em prontuário. As conciliações registradas foram avaliadas quanto à aceitação ou não, pela equipe assistencial, tendo como possíveis desfechos: “aceita”, quando houve a implementação de informações encontradas em histórico relevantes à internação, “não aceita”, quando não houve a implementação das informações, e “não se aplica”. Resultados: Entre os meses de janeiro e junho de 2022, foram avaliados 1.535 usuários. Destes, 679 não possuíam cadastro nas bases municipais de Porto Alegre, o que impossibilitou a verificação das informações. Dos 856 usuários que possuíam cadastro nas bases municipais, foram realizadas 104 conciliações. Destas conciliações 43 foram aceitas, 47 não foram aceitas, e 14 classificaram-se como “não se aplica”. Além da conciliação de medicamentos, essa prática colaborou com a conciliação de outras informações de saúde como comorbidades, histórico de saúde, exames entre outros, muitas delas incorporadas no cuidado durante a internação. Os usuários não residentes em Porto Alegre não possuem histórico nas bases de dados do município, o que constitui um limitador na utilização dos sistemas de informação para as conciliações. Conclusão: A conciliação de informações em saúde qualifica o cuidado aos internados, além de integrar o profissional farmacêutico à equipe multiprofissional. O aprimoramento e a integração dos cadastros nas bases de dados relacionadas à saúde podem resultar em mais segurança hospitalar.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Medication reconciliation involves listing all medications used by a patient at home and comparing them with prescriptions in hospital, outpatient, and discharge settings to unify information and ensure patient safety during care transitions. In the context of an emergency hospital, which serves as a regional referral center for trauma cases including severe burns, active patient participation in this process is often limited. Objective: This paper presents the methodology developed by the Pharmacy Service for collecting health information from computerized databases at a trauma referral hospital. Methods: Pharmacists and pharmacy students routinely perform screenings using the hospital's computerized system. Based on these data, an instrument was created to collect and verify information from newly admitted patients, including name, bed number, medical record number, admission date, city, and National Unified Health System (SUS) card number. From January to June 2022, data were collected from users residing in Porto Alegre through the SUS electronic systems: e-SUS, DIS (Medication Dispensation), and Gercon (Consultation Management). Relevant information was selected and recorded in patient records by comparing data from patient charts, external systems, and, when possible, interviews with patients or their caregivers. Recorded reconciliations were assessed for acceptance by the healthcare team, with possible outcomes categorized as "accepted" when relevant historical information was implemented into the admission process, "not accepted" when information was not implemented, or "not applicable". Results: Between January and June 2022, 1,535 users were evaluated. Of these, 679 did not have records in Porto Alegre's municipal databases, preventing information verification. Among the 856 users with records in municipal databases, 104 reconciliations were conducted. Of these reconciliations, 43 were accepted, 47 were not accepted, and 14 were classified as "not applicable". Besides medication reconciliation, this practice facilitated reconciliation of other health information such as comorbidities, health history, and test results, many of which were integrated into patient care during hospitalization. Users not residing in Porto Alegre lacked historical data in municipal databases, limiting the use of information systems for reconciliations. Conclusion: Health information reconciliation enhances inpatient care and integrates pharmacists into multidisciplinary teams. Improving and integrating health-related databases could enhance hospital safety measures.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.