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Avaliação da Utilização de Sensores de Monitoramento Contínuo de Glicose em Pacientes do SUS: Experiência do Programa Liberte em Dourados-Ms
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Título
Avaliação da Utilização de Sensores de Monitoramento Contínuo de Glicose em Pacientes do SUS: Experiência do Programa Liberte em Dourados-Ms
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado no 14º Fórum Brasileiro sobre Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (FAFF) e publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Silva CQ, Siqueira DL, Souza LP, Gebara KS. PE-056 Avaliação da Utilização de Sensores de Monitoramento Contínuo de Glicose em Pacientes do SUS: Experiência do Programa Liberte em Dourados-Ms. J Assist Farmac Farmacoecon. 2026;11(s.4).
DOI
10.22563/2525-7323.2026.v11.e00548
Identificador
2026JAFF302
Title
Evaluation of the Use of Continuous Glucose Monitoring Sensors in Brazilian Public Health System Patients: Experience of the Liberte Program in Dourados-MS
Document type
Summary
Description
Abstract presented at the 14th Brazilian Forum on Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (FAFF) and published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Silva CQ, Siqueira DL, Souza LP, Gebara KS. PE-056 Avaliação da Utilização de Sensores de Monitoramento Contínuo de Glicose em Pacientes do SUS: Experiência do Programa Liberte em Dourados-Ms. J Assist Farmac Farmacoecon. 2026;11(s.4).
DOI
10.22563/2525-7323.2026.v11.e00548
Identifier
2026JAFF302
Resumo
Introdução (com o objetivo): Introdução: O monitoramento contínuo da glicose (MCG) representa uma tecnologia relevante no manejo do diabetes mellitus tipo 1 (DM1), especialmente em crianças e adolescentes, por permitir melhor acompanhamento glicêmico e redução de complicações agudas e crônicas¹,². Entretanto, sua efetividade depende da adesão ao uso adequado e da existência de suporte assistencial estruturado³. Objetivos: Avaliar o perfil glicêmico e a adesão ao uso do MCG em crianças e adolescentes com DM1 acompanhados em programa municipal especializado. Descrição: Métodos: Estudo transversal, descritivo, realizado com 37 crianças e adolescentes com DM1, a partir de dados secundários anonimizados extraídos da plataforma LibreView®. Foram analisados tempo no alvo (TIR), indicador de manejo glicêmico (GMI), coeficiente de variação (CV), glicose média e frequência diária de escaneamentos, conforme parâmetros internacionalmente recomendados para interpretação clínica do MCG¹,⁴. Foram utilizados exclusivamente dados estatísticos e anonimizados, sem identificação individual dos pacientes, não havendo necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa, conforme a legislação vigente. Resultados: Observou-se controle glicêmico aquém das metas recomendadas: 21,6% atingiram TIR ≥ 70% e 16,2% apresentaram GMI < 7%¹,². Além disso, 40,5% apresentaram CV > 36% e glicose média superior a 180 mg/dL. Em relação à adesão ao dispositivo, 24,3% registraram menos de seis escaneamentos diários. Também foi observada diferença entre os sexos, sugerindo padrões distintos de adesão ao monitoramento. Conclusão: Embora os resultados demonstrem que o controle glicêmico ainda se encontra abaixo das metas recomendadas para parte significativa dos pacientes, o monitoramento contínuo da glicose representa uma tecnologia de grande relevância no cuidado do diabetes mellitus tipo 1, por favorecer maior segurança clínica, redução de episódios agudos e potencial diminuição de hospitalizações. Além disso, contribui para a melhoria da qualidade de vida de crianças, adolescentes e seus familiares, ao reduzir punções capilares frequentes e ampliar a autonomia no autocuidado. No entanto, a disponibilidade do MCG, isoladamente, não se mostrou suficiente para potencializar os desfechos glicêmicos. Os achados reforçam a necessidade de educação em diabetes, acompanhamento multiprofissional e suporte assistencial estruturado no SUS para ampliar a efetividade dessa tecnologia³,⁵.
Palavras-chave
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction (with the objective): Introduction: Continuous glucose monitoring (CGM) represents a relevant technology in the management of type 1 diabetes mellitus (T1DM), especially in children and adolescents, as it allows for better glycemic monitoring and a reduction in acute and chronic complications¹,². However, its effectiveness depends on adherence to proper use and the existence of structured care support³. Objectives: To evaluate the glycemic profile and adherence to CGM use in children and adolescents with T1DM followed in a specialized municipal program. Description: Methods: A cross-sectional, descriptive study was conducted with 37 children and adolescents with T1DM, using anonymized secondary data extracted from the LibreView® platform. Time to target (TTR), glycemic management indicator (GMI), coefficient of variation (CV), mean glucose, and daily scan frequency were analyzed, according to internationally recommended parameters for clinical interpretation of CGM¹,⁴. Only statistical and anonymized data were used, without individual patient identification, thus eliminating the need for submission to the Research Ethics Committee, in accordance with current legislation. Results: Glycemic control was observed to be below recommended targets: 21.6% achieved an IRR ≥ 70% and 16.2% presented a GMI 36% and a mean glucose level greater than 180 mg/dL. Regarding adherence to the device, 24.3% recorded fewer than six daily scans. A difference was also observed between sexes, suggesting distinct patterns of adherence to monitoring. Conclusion: Although the results demonstrate that glycemic control is still below recommended targets for a significant portion of patients, continuous glucose monitoring represents a highly relevant technology in the care of type 1 diabetes mellitus, as it promotes greater clinical safety, reduces acute episodes, and potentially decreases hospitalizations. Furthermore, it contributes to improving the quality of life of children, adolescents, and their families by reducing frequent capillary punctures and increasing autonomy in self-care. However, the availability of the MCG, in isolation, has not proven sufficient to enhance glycemic outcomes. The findings reinforce the need for diabetes education, multidisciplinary follow-up, and structured healthcare support within the SUS (Brazilian Public Health System) to increase the effectiveness of this technology³,⁵.
Keywords
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.