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Análise comparativa das aquisições de órteses, próteses e materiais especiais (opmes) não padronizados em hospital militar de médio porte com àquelas realizadas por hospitais públicos no Estado de Pernambuco
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Título
Análise comparativa das aquisições de órteses, próteses e materiais especiais (opmes) não padronizados em hospital militar de médio porte com àquelas realizadas por hospitais públicos no Estado de Pernambuco
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Ferreira J, Boaviagem K, Ferreira MJ, Filho MA. Análise comparativa das aquisições de órteses, próteses e materiais especiais (opmes) não padronizados em hospital militar de médio porte com àquelas realizadas por hospitais públicos no Estado de Pernambuco. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identificador
2018JAFF053
Title
Comparative Analysis of Non-Standardized Acquisition of Orthoses, Prostheses, and Special Materials (OPMEs) in a Medium-Sized Military Hospital versus Public Hospitals in the State of Pernambuco
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Ferreira J, Boaviagem K, Ferreira MJ, Filho MA. Análise comparativa das aquisições de órteses, próteses e materiais especiais (opmes) não padronizados em hospital militar de médio porte com àquelas realizadas por hospitais públicos no Estado de Pernambuco. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identifier
2018JAFF053
Resumo
Introdução: Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) estabelecidos como produtos para saúde, são utilizados na assistência em intervenções cirúrgicas, nas áreas médicas, odontológicas e/ou reabilitação, terapêutica ou diagnóstica, sendo ela transitória (Órteses) ou permanente (Próteses). Por se tratar de insumos de alta complexidade e relevância social e financeira, é necessária a comunicação efetiva entre a equipe médica responsável pela solicitação do material e todos setores da instituição envolvidos nos processos de programação e aquisição, como farmácia, setor de compras, de planejamento, de licitação, de contratos e financeiro. Dentro do contexto público, tal articulação é imprescindível para garantir economicidade, a efetiva disponibilidade do material e, consequentemente, qualidade de vida ao paciente. Objetivos: Analisar e comparar as aquisições de OPMEs não padronizados em hospital militar de médio porte com àquelas realizadas por hospitais públicos no Estado de PE. Métodos: Estudo retrospectivo das aquisições de OPMEs não padronizados realizadas nos anos de 2016 e 2017. Foram utilizados os históricos de compras através de memorandos recebidos, notas de empenhos emitidas e sistema estadual de procedimentos fiscais (site E-fisco). Resultados: Em 2016 e 2017 foram adquiridos 14 e 15 tipos de OPMEs não padronizados, respectivamente. As especialidades que mais solicitaram em 2016 foram Vascular (71,42%), seguida por Cirurgia Geral (21,42%) e Urologia (7,14%). Já em 2017, as especialidades Vascular e Geral apresentaram percentuais menores (20 e 6,66%, respectivamente) e outras especialidades foram registradas – Endoscopia (26,66%) e Hepatologia (46,66%). Para 42,85% dos itens analisados de 2016 não foram localizadas atas de registro de preço estaduais (ARP) no E-fisco. Em 2017 este percentual foi de 33,3%. Em 2016, os gastos foram de R$ 32.800,86 e, em 2017, este gasto foi de R$ 54.006,89, correspondendo a um aumento financeiro de 39,26%. Conclusão: O aumento nos gastos com a aquisição de OPMEs não padronizados sinaliza a necessidade de definição de padronização destes materiais no hospital visando minimizar a necessidade de aquisição emergencial e garantir ARPs para todos os materiais. Além disso, a criação de um protocolo para solicitação de OPMEs não padronizados pode sistematizar e organizar o fluxo para aquisição. Tais ações garantirão uma melhor gestão de custos com economicidade, além de prestação adequada de assistência à saúde.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Orthoses, Prostheses, and Special Materials (OPMEs), classified as healthcare products, are essential in surgical interventions across medical, dental, rehabilitation, therapeutic, or diagnostic fields, whether temporary (orthoses) or permanent (prostheses). Due to their high complexity and significant social and financial relevance, effective communication among the medical team responsible for requesting these materials and all institutional sectors involved in scheduling and procurement processes—including pharmacy, procurement, planning, bidding, contracts, and finance—is crucial. Within the public context, such coordination is indispensable to ensure cost-effectiveness, the timely availability of materials, and ultimately, patient quality of life. Objectives: To analyze and compare the acquisitions of non-standardized OPMEs in a medium-sized military hospital with those made by public hospitals in the state of Pernambuco. Methods: A retrospective study of non-standardized OPME acquisitions made in the years 2016 and 2017. Purchase histories were analyzed using received memorandums, issued commitment notes, and the state fiscal procedures system (E-fisco website). Results: In 2016 and 2017, 14 and 15 types of non-standardized OPMEs were acquired, respectively. In 2016, the specialties with the highest requests were Vascular (71.42%), followed by General Surgery (21.42%) and Urology (7.14%). In 2017, Vascular and General Surgery had lower percentages (20% and 6.66%, respectively), and other specialties such as Endoscopy (26.66%) and Hepatology (46.66%) were recorded. For 42.85% of the items analyzed in 2016, no state price registration minutes (ARPs) were found on the E-fisco system. This percentage decreased to 33.3% in 2017. In 2016, expenditures amounted to R$ 32,800.86, increasing to R$ 54,006.89 in 2017, indicating a 39.26% financial increase. Conclusion: The increase in expenditures on non-standardized OPME acquisitions underscores the need for standardization of these materials in the hospital to minimize emergency procurement needs and ensure ARPs for all materials. Additionally, establishing a protocol for requesting non-standardized OPMEs can systematize and organize the acquisition process. These actions will ensure better cost management with cost-effectiveness, alongside appropriate healthcare provision.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.