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Prevalência de esclerose múltipla tratada com medicamentos no sistema público de saúde brasileiro – análise comparativa com taxas de prevalência publicadas
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Título
Prevalência de esclerose múltipla tratada com medicamentos no sistema público de saúde brasileiro - análise comparativa com taxas de prevalência publicadas
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2011
Referência (Vancouver)
Takemoto ML, Takemoto MMS, Fernandes RA, Duarte GGF, Tolentino ACM, Santos PML, Moretti AIP. Prevalence of drug-treated multiple sclerosis within the Brazilian public healthcare system- comparative analysis with published prevalence rates [Internet]. In: ISPOR 2011; Baltimore, MD, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-16th-annual-international-meeting/prevalence-of-drug-treated-multiple-sclerosis-within-the-brazilian-public-healthcare-system-comparative-analysis-with-published-prevalence-rates
Identificador
2011ISPOR066
Title
Prevalence of Drug-treated Multiple Sclerosis Within the Brazilian Public Healthcare System- Comparative Analysis with Published Prevalence Rates.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2011
Reference (Vancouver)
Takemoto ML, Takemoto MMS, Fernandes RA, Duarte GGF, Tolentino ACM, Santos PML, Moretti AIP. Prevalence of drug-treated multiple sclerosis within the Brazilian public healthcare system- comparative analysis with published prevalence rates [Internet]. In: ISPOR 2011; Baltimore, MD, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-16th-annual-international-meeting/prevalence-of-drug-treated-multiple-sclerosis-within-the-brazilian-public-healthcare-system-comparative-analysis-with-published-prevalence-rates
Identifier
2011ISPOR066
Resumo
Objetivos: Estimar a prevalência de pacientes com esclerose múltipla (EM) tratados com medicamentos dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil e compará-la com taxas de prevalência publicadas. Métodos: Foi utilizado um método previamente descrito para estimar a prevalência de doenças tratadas com medicamentos específicos que devem ser tomados continuamente. A quantidade total de medicamentos para EM (Glatiramer 20mg, Betainterferon 22mcg, Betainterferon 44mcg, Betainterferon 30mcg, Betainterferon 300mcg) dispensados de 2006 a 2009 foi obtida do Banco de Dados de Informações Ambulatoriais e as doses diárias definidas pelas diretrizes de EM do SUS foram usadas para converter em casos tratados com medicamentos. A prevalência de casos tratados com medicamentos foi comparada com as taxas obtidas através de estudos transversais convencionais (4,27-15/100.000). Análise complementar foi realizada usando dados de cobertura de planos de saúde privados Brasileiros. Resultados: Os casos prevalentes tratados com medicamentos dentro do SUS foram estimados em 3.569 em 2006 com um aumento constante até 2009, quando alcançou 6.099. As taxas de prevalência tratados com medicamentos (por 100.000) foram 1,93, 2,63, 3,08 e 3,21 em 2006, 2007, 2008 e 2009, respectivamente. Casos prevalentes de EM no SUS foram estimados em 7.838 em 2006 a 8.113 em 2009 usando a taxa de 4,27/100.000 e de 27.533 em 2006 a 28.499 em 2009 usando a taxa de 15/100.000. A prevalência de EM estimada a partir dos dados de consumo de medicamentos foi 24,8-78,6% menor do que a estimada a partir de estudos transversais. Mesmo quando a cobertura de planos de saúde privados (≈20%) foi considerada, a diferença permaneceu substancial entre casos tratados com medicamentos e casos prevalentes do SUS (casos prevalentes totais menos aqueles supostamente com cobertura privada). Em 2009, essa diferença varia de 310 (casos do SUS menos casos tratados com medicamentos) a 22.399 (casos prevalentes usando 15/100.000 menos tratados com medicamentos). Conclusões: Esses achados levantam questões importantes sobre barreiras ao acesso ao tratamento de EM, subtratamento e/ou subdiagnóstico de EM e a confiabilidade das taxas de prevalência disponíveis para uso na projeção de população elegível e na realização de análises de impacto orçamentário.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: To estimate the prevalence of drug-treated MS within the Brazilian public healthcare system (BPHS) and compare it with published prevalence rates. Methods: A previously described method to estimate the prevalence of diseases treated with drugs that are specific to them and must be taken continuously was employed. The total amount of MS drugs (Glatiramer 20mg, Betainterferon 22mcg, Betainterferon 44mcg, Betainterferon 30mcg, Betainterferon 300mcg) dispensed from 2006 to 2009 was obtained from the Ambulatory Information Database and the daily doses defined by BPHS MS guidelines were used to convert it in drug-treated cases. The drug-treated prevalence was compared with rates achieved through conventional cross-sectional studies (4.27-15/100,000). Complementary analysis was performed using Brazilian private health plans coverage data. Results: The estimated drug-treated prevalent cases within the BPHS were 3,569 in 2006 with a constant increasing until 2009 when reached 6,099. Drug-treated prevalence rates (per 100,000) were 1.93, 2.63, 3.08, and 3.21 in 2006, 2007, 2008, and 2009, respectively. MS prevalent cases in the BPHS were estimated as ranging from 7,838 in 2006 to 8,113 in 2009 using the 4.27/100,000 rate and from 27,533 in 2006 to 28,499 in 2009 using the 15/100,000 rate. The prevalence of MS estimated from drug consumption data was found to be 24.8-78.6% lower than that estimated from cross-sectional studies. Even when private health plans coverage (≈20%) was considered, the difference remained substantial between drug-treated and BPHS prevalent cases (total prevalent cases minus those supposed to have private coverage). In 2009, this difference ranges from 310 (BPHS cases minus drug-treated cases) to 22,399 (prevalent cases using 15/100,000 minus drug-treated). Conclusions: These findings raise important questions about barriers to access to MS treatment, undertreatment and/or underdiagnosis of MS and the reliability of the available prevalence rates for use in projecting eligible population and performing budget impact analysis.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.