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Otimizando o acesso ao mercado para medicamentos oncológicos no Brasil e na China
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Título
Otimizando o acesso ao mercado para medicamentos oncológicos no Brasil e na China
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2010
Referência (Vancouver)
Dummett H, Shankland B. Optimising market access for oncology drugs in Brazil & China [Internet]. In: ISPOR 2010; Atlanta, GA, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-international-meeting/optimising-market-access-for-oncology-drugs-in-brazil-china
Identificador
2010ISPOR051
Title
Optimizing Market Access For Oncology Drugs in Brazil & China
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2010
Reference (Vancouver)
Dummett H, Shankland B. Optimising market access for oncology drugs in Brazil & China [Internet]. In: ISPOR 2010; Atlanta, GA, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-international-meeting/optimising-market-access-for-oncology-drugs-in-brazil-china
Identifier
2010ISPOR051
Resumo
Objetivos: O Brasil e a China representam dois mercados em rápido crescimento para produtos oncológicos. Os fatores determinantes para o acesso ao mercado para novas marcas de oncologia não são claros. Embora os fabricantes estejam cada vez mais buscando esquemas de acesso ao paciente para impulsionar o acesso ao mercado em mercados desenvolvidos, não está claro se esses esquemas serão igualmente aplicáveis em mercados emergentes como o Brasil e a China. Métodos: Um total de 15 pagadores, conselheiros de pagadores e clientes sensíveis ao preço, tanto do setor público quanto privado, no Brasil e na China foram entrevistados no final de 2009 para entender seus requisitos de evidência para novos produtos oncológicos e sua abertura para acordos de preços flexíveis ou esquemas de acesso ao paciente. Resultados: O mercado primário para marcas de oncologia na China continua sendo o mercado de hospitais de pagamento próprio, para o qual os principais fatores de acesso ao mercado são dados locais de eficácia, a oportunidade de receita percebida para o hospital de dispensação e o endosse de KOLs (Líderes de Opinião Chave). Embora descontos sejam um fator vital para o acesso a esse nível, a nível nacional, acordos de preço-volume para marcas oncológicas de alto custo estão sendo considerados pela primeira vez como um critério para acesso à Lista Nacional de Medicamentos Reembolsáveis (NRDL), sob um esquema de negociação piloto. Argumentos econômicos, baseados em dados locais, também estão se tornando mais importantes para o reembolso. No Brasil, os pagadores públicos estão mais preocupados com a relação custo-efetividade, enquanto os pagadores privados consideram o benefício clínico o fator mais importante na tomada de decisão. Não há arranjos de preços flexíveis para produtos oncológicos no Brasil, mas tanto os pagadores públicos quanto privados expressam interesse em descontos baseados na duração do tratamento. Conclusões: Acordos baseados em resultados são inadequados para os contextos Brasileiro e chinês devido à dificuldade de implementação e monitoramento. No entanto, acordos de preço-volume serão considerados, no Brasil no setor privado e na China no setor público. Espera-se um desenvolvimento adicional dos requisitos de PE pública à luz das recentes orientações políticas sobre os processos de revisão do NRDL e consultoria do NICE ao Ministério da Saúde.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Brazil & China represent two fast growing markets for oncology products. Market access drivers for new oncology brands are not transparent. While manufacturers are increasingly pursuing patient access schemes to drive market access in developed markets, it is unclear if these will be as applicable in these emerging markets. Methods: A total of 15 payers, payer advisers & price-sensitive customers across both public & private sectors in Brazil & China were interviewed in late 2009 to understand their evidence requirements for new oncology products, and their openness to flexible pricing agreements or patient access schemes Results: The primary market for oncology brands in China remains the self-pay hospital market, for which critical market access drivers are compelling local efficacy data, the perceived revenue opportunity for the dispensing hospital and KOL endorsement. While discounts are a vital market access driver at this level, at national level price-volume agreements for high-cost oncology brands are being considered for the first time as a criterion for access to the National Reimbursement Drug List (NRDL), under a pilot negotiation scheme. Economic arguments, based on local data, are also becoming more important for reimbursement. In Brazil, public payers are most concerned with cost-effectiveness, while private payers consider clinical benefit the most important factor in decision-making. There are no flexible pricing arrangements for oncology products in Brazil, but both public & private payers express interest in discounts based on the duration of treatment. Conclusions: Outcomes-based agreements are inappropriate for either the Brazilian or Chinese setting due to difficulty in implementation and monitoring. However, price-volume deals will be considered, in Brazil in the private sector and in China in the public sector. Further development of public PE requirements is anticipated in light of recent policy guidance on NRDL revision processes & NICE consultancy to the Health Ministry.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.