-
Custos do câncer gástrico avançado (AGC) no Brasil sob a perspectiva do pagador público
- Voltar
Título
Custos do câncer gástrico avançado (AGC) no Brasil sob a perspectiva do pagador público
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Clark O, Santos EA, Saggia MG. Costs of advanced gastric cancer (AGC) in Brazil from the public payer perspective [Internet]. In: ISPOR Europe 2009; Paris, France. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-12th-annual-european-congress/costs-of-advanced-gastric-cancer-agc-in-brazil-from-the-public-payer-perspective
Identificador
2009ISPOR036
Title
Costs of Advanced Gastric Cancer (AGC) in Brazil from the Public Payer Perspective
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Clark O, Santos EA, Saggia MG. Costs of advanced gastric cancer (AGC) in Brazil from the public payer perspective [Internet]. In: ISPOR Europe 2009; Paris, France. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-12th-annual-european-congress/costs-of-advanced-gastric-cancer-agc-in-brazil-from-the-public-payer-perspective
Identifier
2009ISPOR036
Resumo
Objetivos: No Brasil, 140 milhões de cidadãos (\~80% da população) dependem do sistema público de saúde. O câncer gástrico avançado (CGA) é a segunda causa mais frequente de morte no Brasil, com 10.645 óbitos por ano. Esta doença figura entre as mais caras para tratar. O objetivo foi identificar o uso de recursos médicos (MRU) para tratar CGA e estimar os custos associados no setor público de saúde no Brasil. Métodos: Um questionário foi desenvolvido para identificar o uso de recursos médicos (MRU) no manejo do CGA no sistema público de saúde. O questionário foi aplicado a 20 oncologistas e 20 enfermeiros em entrevistas estruturadas. Os dados de MRU foram extraídos de acordo com as seguintes etapas: 1) diagnóstico e estadiamento; 2) tratamento de primeira linha; 3) tratamento de segunda linha; 4) cuidados de suporte paliativo; e 5) cuidados terminais. Em seguida, foram realizados painéis de Delphi modificados nas 5 maiores cidades do Brasil para chegar a um consenso sobre o valor do caso-base e sobre os possíveis intervalos de cada recurso utilizado. Os valores financeiros foram traduzidos para USD com base na taxa de câmbio de R$2,40 = US$1,00. Resultados: Os procedimentos diagnósticos mais utilizados foram endoscopia digestiva alta, tomografia computadorizada abdominal (CAT) e radiografia torácica. Para o tratamento de primeira linha, a quimioterapia baseada em 5FU foi a primeira escolha de 50% dos oncologistas entrevistados, administrada em combinação com cisplatina (22%), etoposídeo (17%) ou cisplatina mais doxorrubicina (11%). Os recursos mais comumente utilizados em cuidados de suporte paliativo/cuidados terminais foram análises de sangue e radioterapia antiálgica. O custo médio por paciente foi: diagnóstico e estadiamento: R$451 (US$188); tratamento de primeira linha: R$4565 (US$1902); tratamento de segunda linha: R$2740 (US$1142); cuidados de suporte paliativo: R$883 (US$368); e cuidados terminais: R$416 (US$173). O custo total médio por paciente foi, portanto, de R$9056 (US$3773), dos quais os medicamentos quimioterápicos representaram 37%. Conclusões: Os achados sugerem que o custo médio total de tratar CGA por paciente no setor público no Brasil é de R$9056 (US$3773).
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: In Brazil, 140 million citizens (\~80% of the population) depend on the public health care system. Advanced gastric cancer (AGC) is the second most frequent cause of death in Brazil: 10,645 per year. This disease appears among the most costly cancers to treat. Objetive was to identify the medical resource usage (MRU) to treat AGC and estimate the associated costs in the public health care sector in Brazil. Methods: A questionnaire was developed to identify the medical resource usage (MRU) of managing AGC in the public healthcare system. The questionnaire was applied to 20 oncologists and 20 nurses in a structured interview. MRU data were extracted according to the following stages: 1) diagnosis and staging; 2) 1st line treatment, 3) 2nd line treatment; 4) best supportive care (BSC); and 5) terminal care. Then, modified Delphi panels were conducted in the 5 largest cities of Brazil to reach a consensus on the base-case value and on the possible ranges of each resource used. Financial values were translated into USD based on the exchange rate of R$2.40=US$1.0. Results: The mostly used diagnostic procedures were upper digestive endoscopy, abdominal computed axial tomography (CAT) and thoracic radiography. For 1st line treatment, 5FU-based chemo was the first choice of 50% of the oncologists interviewed, either given in combination with cisplatin (22%), etoposide (17%) or cisplatin plus doxorubicin (11%). Most commonly used resources in BSC/terminal care were blood analysis and anti-algic radiation. The mean cost per patient were: diagnostic and staging: R$451 (US$188); 1st line treatment: R$4565 (US$1902); 2nd line treatment: R$2740 (US$1142); BSC: R$883 (US$368); and terminal care: R$416 (US$173). The total mean cost per patient were therefore R$9056 (US$3773) of which chemotherapy drugs represented 37%. Conclusions: Findings suggest that the total mean cost of treating AGC per patient in the public sector in Brazil is R$9056 (US$3773).
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.