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Trastuzumabe no câncer de mama com metástases ósseas: evidência de mundo real de oito anos do NHS/SUS Brasil
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Título
Trastuzumabe no câncer de mama com metástases ósseas: evidência de mundo real de oito anos do NHS/SUS Brasil
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Pôster apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Staino IRF, Prata WM, Freitas ICM, Pinto VS, Vilaça KP, Borin MC, Carvalho AR, Dias CZ, Cherchiglia ML, Alvares-Teodoro J, Guerra Junior AA. Trastuzumab in bone-metastatic breast cancer: eight-year real-world evidence from NHS/SUS Brazil. In HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2026 Jun; Istanbul, Türkiye. Health Technology Assessment International, HTAi; 2026. PP102.
Identificador
2026HTAi021
Title
Trastuzumab in bone-metastatic breast cancer: eight-year real-world evidence from NHS/SUS Brazil
Document type
Poster
Description
Poster presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Staino IRF, Prata WM, Freitas ICM, Pinto VS, Vilaça KP, Borin MC, Carvalho AR, Dias CZ, Cherchiglia ML, Alvares-Teodoro J, Guerra Junior AA. Trastuzumab in bone-metastatic breast cancer: eight-year real-world evidence from NHS/SUS Brazil. In HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2026 Jun; Istanbul, Türkiye. Health Technology Assessment International, HTAi; 2026. PP102.
Identifier
2026HTAi021
Resumo
Introdução O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum em mulheres, com o osso como principal sítio metastático. O prognóstico depende do estágio clínico e do status de HER2. Este estudo avalia o impacto do trastuzumabe na sobrevida global em mulheres brasileiras com câncer de mama HER2-positivo não metastático que desenvolveram metástase óssea como primeiro sítio de progressão, ressaltando a necessidade de evidências do mundo real dentro do SUS.Métodos Um estudo de coorte observacional não concorrente utilizou dados nacionais do mundo real de mulheres com câncer de mama não metastático tratadas no SUS (2008–2015). A elegibilidade foi limitada às indivíduos que posteriormente desenvolveram metástase óssea. Modelos de riscos proporcionais de Cox avaliaram o impacto do trastuzumabe na sobrevida global. Os dados foram integrados de três sistemas nacionais de informação em saúde: o Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA/APAC), o Sistema de Informações Hospitalares (SIH) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).Resultados A coorte incluiu 4.450 mulheres com câncer de mama não metastático. Idade mais jovem, estágio avançado, quimioterapia e tratamento neoadjuvante foram associados a pior sobrevida global. O trastuzumabe melhorou substancialmente os desfechos, com sobrevida em cinco anos de aproximadamente 0,75 contra 0,50 entre as não usuárias. Nos modelos de Cox, o trastuzumabe manteve-se independentemente associado à redução do risco de morte. Mulheres de 18 a 35 anos apresentaram prognóstico pior, e a terapia neoadjuvante provavelmente refletiu seu uso em doença avançada. No geral, as usuárias de trastuzumabe demonstraram melhor sobrevida, reforçando a efetividade em mundo real no SUS e alinhando-se aos ensaios clínicos.Conclusão Este estudo evidencia benefícios clinicamente relevantes de sobrevida global com o trastuzumabe em mulheres brasileiras que progrediram para metástase óssea. Apesar de desfechos piores associados à idade mais jovem e ao estágio avançado, os resultados confirmam que os ganhos dos ensaios clínicos se traduzem em efetividade no mundo real, reforçando o valor do trastuzumabe no cuidado de rotina no SUS.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction Breast cancer is the most common malignancy in women, with bone as the primary metastatic Site. prognosis depends on clinical Stage and HER2 Status. This study evaluates trastuzumab's impact on overall survival in Brazilian women with non-metastatic HER2-positive breast cancer Who developed bone metastasis as the first progression site, underscoring the need for real-world evidence within the SUS. Methods A non-concurrent observational cohort study used national real-world data from women with non- metastatic breast cancer treated in the SUS (2008—2015). Eligibility was limited to individuals Who subsequently developed bone metastasis. Cox proportional hazards models evaluated trastuzumab's impact on overall survival. Data were integrated from three national health information systems: the Outpatient Information System (SIA/APAC), the Hospital Information System (SIH), and the Mortality Information System (SIM). Results The cohort included 4,450 women with non-metastatic breast cancer. Younger age, advanced stage, chemotherapy, and neoadjuvant treatment were associated with poorer overall survival. Trastuzumab substantially improved outcomes, with five-year survival of approximately 0.75 vs. 0.50 in nonusers. In Cox models, trastuzumab remained independently associated with reduced risk Of death. Women aged 18—35 had worse prognoses, and neoadjuvant therapy likely reflected use in advanced disease. Overall, trastuzumab users demonstrated better survival, reinforcing real-world effectiveness in the SUS and aligning with clinical triais. Conclusion This study evidences clinically relevant OS benefits of trastuzumab in Brazilian women progressing to bone metastasis. Despite poorer outcomes linked to younger age and advanced stage, results confirm that clinical trial gains translate into real-world effectiveness, reinforcing trastuzumab's value in routine SUS care.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.
Autores
Alexandre Ribas de Carvalho | Augusto Afonso Guerra Júnior | Carolina Zampirolli Dias | Isabela Cristina Menezes de Freitas | Isabella Rocha França Longo Staino | Juliana Álvares-Teodoro | Kênya Patrícia Vilaça | Marcus Carvalho Borin | Mariângela Leal Cherchiglia | Vanessa Souza Pinto | Wallace Mateus Prata