-
Qualidade das informações reprodutivas e a probabilidade de gravidezes não planejadas
- Voltar
Título
Qualidade das informações reprodutivas e a probabilidade de gravidezes não planejadas
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Wichmann B, Wichmann R. Reproductive Information Quality And The Probability Of Unplanned Pregnancies. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 56. OS.140
Identificador
2016HTAi002
Title
Reproductive information quality and the probability of unplanned pregnancies
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Wichmann B, Wichmann R. Reproductive Information Quality And The Probability Of Unplanned Pregnancies. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 56. OS.140
Identifier
2016HTAi002
Resumo
Descrição: O artigo desenvolve um modelo que conecta a qualidade da informação à probabilidade de gravidez não planejada. Um conjunto de dados de 15.000 mulheres brasileiras permite um teste em forma reduzida do modelo. As estimativas indicam que informações corretas sobre fertilidade estão negativamente associadas à probabilidade de gravidez não planejada. Os resultados também sugerem que ter informações incorretas leva a um menor bem-estar do que não ter nenhuma informação. Autores: Bruno Wichmann, Roberta Wichmann. Contexto e objetivos: O artigo desenvolve um modelo que conecta a qualidade da informação à probabilidade de gravidezes não planejadas. As mulheres têm incentivos para tomar medidas que influenciem a probabilidade de gravidez de acordo com suas intenções. Uma mulher com informações incorretas pode escolher uma ação que aumente as chances de um descompasso entre as intenções e o resultado da gravidez, levando a um menor bem-estar. Métodos: Aproveitamos um grande conjunto de dados de mulheres brasileiras para estimar modelos de gravidez não planejada. Nossas regressões incluem várias variáveis de controle, efeitos fixos das regiões censitárias e consideram questões de seleção amostral. O artigo investiga a relação entre a qualidade da informação e as gravidezes não planejadas, desmembrando os efeitos de diferentes conjuntos de informações (corretas, incorretas e ausência de informação) sobre a probabilidade de gravidez não planejada. Um conjunto de dados de quinze mil mulheres brasileiras, com idades entre 15 e 49 anos, permite um teste em forma reduzida do modelo. Resultados: Os resultados empíricos corroboram as previsões teóricas. As estimativas indicam que informações corretas sobre fertilidade estão negativamente associadas à probabilidade de gravidez não planejada. Os resultados também sugerem que ter informações incorretas leva a um menor bem-estar do que não ter nenhuma informação. Relatamos três resultados interessantes: i) um efeito negativo das informações corretas; ii) um efeito positivo das informações incorretas; e iii) nenhum efeito entre a ausência de informação e a probabilidade de gravidezes não planejadas. Conclusões: Ao interpretar esses resultados através do nosso modelo conceitual, constatamos que uma mulher com informações incorretas sobre fertilidade provavelmente estará em pior situação do que uma mulher sem informações. Nosso artigo fornece evidências da existência de um gradiente de efeitos que vai da qualidade da informação para as gravidezes não planejadas, com o efeito prejudicial da informação de baixa qualidade sendo maior do que o efeito benéfico da informação de alta qualidade. Essa constatação pode ajudar os formuladores de políticas públicas a melhorar o desenho de programas de informação focados em gravidezes não planejadas.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Description: The paper develops a framework that connects information quality to the probability of unplanned pregnancies. A data set of 15,000 Brazilian women allows for a reduced-form test of the framework. Estimates indicate that correct information about fertility is negatively associated with the probability of unplanned pregnancy. The results also suggest that having incorrect information leads to lower welfare than having no information. Authors: Bruno Wichmann, Roberta Wichmann. background and objectives: The paper develops a framework that connects information quality to the probability of unplanned pregnancies. Women have incentives to take actions to influence the probability of pregnancy according to their pregnancy intentions. A woman with incorrect information may choose an action that can increase the chances of a mismatch between intentions and the pregnancy outcome, leading to lower welfare. Methods: We take advantage of a large data set of Brazilian women to estimate models of unplanned pregnancies. Our regressions include several control variables, census regions fixed effects, and account for sample selection issues. The paper investigates the relationship between information quality and unplanned pregnancies, disentangling the effects of different types of information sets (correct, incorrect, and empty) on the unplanned pregnancy probability. A data set of fifteen thousand Brazilian women between the ages of 15 and 49 allows for a reduced-form test of the framework. Results: Empirical results corroborate theoretical predictions. Estimates indicate that correct information about fertility is negatively associated with the probability of unplanned pregnancy. The results also suggest that having incorrect information leads to lower welfare than having no information. We report three interesting Results: i) a negative effect of correct information; ii) a positive effect of incorrect information; and iii) no effect between empty information and the probability of unplanned pregnancies. Conclusions: When interpreting these results through the lenses of our conceptual framework, we find that a woman with incorrect information about fertility will likely be worse off than a woman with no information. Our paper provides evidence of the existence of a gradient of effects streaming from information quality to unplanned pregnancies, with the detrimental effect of low quality information being greater than the beneficial effect of high quality information. This finding can help policymakers to improve the design of information programs with focus on unplanned pregnancies.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.