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Consumo de bebidas açucaradas e sensibilidade ao preço entre os brasileiros
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Título
Consumo de bebidas açucaradas e sensibilidade ao preço entre os brasileiros
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2017
Referência (Vancouver)
Cardoso L, Powell L, Neto G. Sugar-sweetened Beverages Consumption And Price Sensitivity Among Brazilians. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 296-297. PP164.
Identificador
2017HTAi028
Title
Sugar-sweetened beverages consumption and price sensitivity among Brazilians
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2017
Reference (Vancouver)
Cardoso L, Powell L, Neto G. Sugar-sweetened Beverages Consumption And Price Sensitivity Among Brazilians. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 296-297. PP164.
Identifier
2017HTAi028
Resumo
Introdução: A prevalência de sobrepeso e obesidade alcançou taxas alarmantes em todo o mundo nos últimos 30 anos. No Brasil, especialmente, os dados existentes mostram que 1 em cada 6 adultos brasileiros é obeso, e esse número deve chegar a 33% até 2025. Concomitantemente ao aumento da obesidade, os cidadãos brasileiros mudaram seus padrões de consumo alimentar, elevando substancialmente o consumo de bebidas adoçadas com açúcar (BAS). Nesse contexto, o desafio deste ensaio é estimar a elasticidade-preço para refrigerantes e bebidas de fruta no Brasil e os efeitos dos preços sobre os resultados de peso e a prevalência da obesidade. Métodos: A elasticidade foi medida por meio de um modelo de duas partes (TPM) estimado para toda a amostra e diferentes subgrupos. O modelo empírico explica as quantidades de BAS demandadas como função de seus preços e outras variáveis. Resultados: De modo geral, os resultados mostram uma menor prevalência e menor consumo com o aumento dos preços. O modelo TPM prevê uma redução de 348,3g no consumo semanal de refrigerantes e 4,5g de bebidas de fruta para cada aumento de um Real no preço. Para todas as estimativas da amostra, a elasticidade-preço é de -0,61 para refrigerantes e -1,32 para bebidas de fruta, sugerindo que um aumento de 20% no preço está associado a uma redução de 12,2% e 26,4% no consumo semanal de refrigerantes e bebidas de fruta, respectivamente. Essa evidência mostra uma maior sensibilidade a mudanças de preço para bebidas de frutas do que para refrigerantes, apesar do maior consumo de refrigerantes. Conclusões: Nossas principais descobertas sugerem que a política fiscal pode ser uma ferramenta eficaz para reduzir o consumo de refrigerantes e bebidas de frutas e o peso corporal. Também identificamos que subgrupos que consomem maiores quantidades de BAS são relativamente mais sensíveis ao preço, e, nesses casos, políticas de preços têm um potencial expressivo na redução do consumo de BAS e do peso corporal.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The prevalence of overweight and obesity has reached alarming rates worldwide in the past 30 years. In Brazil, specially, existing data shows that 1 in 6 Brazilian adults are obese and this number is projected to reach 33 percent by 2025. Concomitantly to rising obesity, Brazilian citizens have changed their patterns food consumption patterns, substantially raising the consumption of sugar-sweetened beverages (SSB). In this context, the challenge of this essay is to estimate the price elasticity for soda and fruit drink in Brazil and the price effects on weight outcomes and obesity prevalence. Methods: The elasticity was measured through a two-part model (TPM) estimated for all sample and different subgroups. The empirical model explains the quantities of SSB demanded as function of its prices and other variables. Results: Overall, the results display a smaller prevalence and lower consumption with higher prices. The TPM model predicts a reduction of 348.3g in weekly soda consumption and 4.5g of fruit drink to each one Real increased price. For all sample estimates, price elasticity is -0.61 for soda and -1.32 for fruit drinks, suggesting that a 20 percent increase in price was associated with a decline of soda and fruit drink in weekly consumption by 12.2 percent and 26.4 percent, respectively. This evidence shows a higher sensitivity to price changes for juice drinks than for soda, in spite of the higher consumption of soda. Conclusions: Our main findings suggest that tax policy might be an effective tool to reduce the soda and juice drink consumption and body weight. We also identified that subgroups who consume higher amounts of SSB are relatively more price sensitive and in these cases pricing policies have an expressive potential in reducing SSB consumption and body weight.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.