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Análise de custo da assistência farmacêutica em diabetes mellitus tipo 2
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Título
Análise de custo da assistência farmacêutica em diabetes mellitus tipo 2
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2017
Referência (Vancouver)
Picoli R, Nunes A, Costa A, Pereira L, Pereira L. Cost Analysis Of The Pharmaceutical Care In Type 2 Diabetes Mellitus. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 258-259. PP121.
Identificador
2017HTAi024
Title
Cost analysis of the pharmaceutical care in type 2 diabetes mellitus
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2017
Reference (Vancouver)
Picoli R, Nunes A, Costa A, Pereira L, Pereira L. Cost Analysis Of The Pharmaceutical Care In Type 2 Diabetes Mellitus. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 258-259. PP121.
Identifier
2017HTAi024
Resumo
Introdução: O controle da glicose plasmática em jejum e da hemoglobina A1c (HbA1c) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) pode ser melhorado pela assistência farmacêutica (AF). Métodos: Este trabalho teve como objetivo avaliar o custo da AF em pacientes com DM2 na cidade de Ribeirão Preto, Brasil, em comparação com o atendimento convencional, fornecido apenas pelo médico de atenção primária (situação atual). Este artigo coletou e analisou dados de um estudo experimental prospectivo. Setenta e um pacientes foram divididos em dois grupos: controle e AF, sendo que os pacientes foram acompanhados mensalmente por um único farmacêutico clínico durante 18 meses, de março de 2006 até agosto de 2007. Posteriormente, os registros médicos foram coletados até 2011, incluindo consumo de medicamentos, número de consultas médicas, visitas de assistência farmacêutica, complicações do diabetes e data de falecimento. A análise de custos foi feita a partir da perspectiva da política de saúde do governo e foi realizada considerando custos diretos médicos e não médicos, e custos indiretos, calculados com base nas taxas de reembolso do governo e ajustados pela inflação até dezembro de 2016. Resultados: Os custos diretos médicos (medicamentos, consultas médicas, visitas de assistência farmacêutica e tratamento de complicações do diabetes) representaram, em 2007: 60,8% (controle) e 71,3% (AF), em 2008: 29,6% (controle) e 62,2% (AF), em 2009: 31,8% (controle) e 60,7% (AF), em 2010: 13,0% (controle) e 59,5% (AF) e em 2011: 10,7% (controle) e 57,4% (AF). Os custos diretos não médicos (transporte) representaram em 2007: 1,9% (controle) e 2,4% (AF), em 2008: 1,8% (controle) e 3,5% (AF), em 2009: 2,6% (controle) e 3,9% (AF), em 2010: 1,0% (controle) e 4,2% (AF) e em 2011: 1,0% (controle) e 4,5% (AF). Considerando os custos indiretos, como absenteísmo e aposentadoria antecipada, em 2007: isso representa 37,3% para o grupo controle e 26,4% para o grupo AF. Em 2008: 68,6% (controle) e 34,3% (AF), em 2009: 65,5% (controle) e 35,4% (AF), em 2010: 85,9% (controle) e 36,4% (AF) e em 2011: 88,2% (controle) e 38,1% (AF). Conclusões: De acordo com os resultados de custos, o grupo AF teve custos totais por paciente mais baixos em comparação com o grupo convencional.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: The control of fasting plasma glucose and hemoglobin A1c (HbA1c) in type 2 diabetic mellitus (T2DM) patients can be improved by pharmaceutical care (PC). Methods: This work aimed to assess the cost of PC in T2DM patients in Ribeirão Preto city, Brazil, compared with conventional care, provided just by the primary care physician (status quo). This article collected and analyzed data from a experimental prospective study. Seventy-one patients were divided into two groups: control and PC, of which, patients were followed up monthly by a single clinical pharmacist during 18 months, from March 2006 until August 2007.Thereafter, medical records were collected until 2011, including medication consumption, number of physician visits, pharmaceutical care visits, diabetes complications, and date of death. The cost analysis was taken from the government’s health policy perspective and was performed considering direct medical and non-medical costs, and indirect costs, calculated based on the government reimbursement rates and adjusted for inflation until December 2016. Results: The direct medical costs (medication, physician visits, pharmaceutical care visits, and diabetes complications treatment) represent, in 2007: 60.8 percent (control) and 71.3 percent (PC), in 2008: 29.6 percent (control) and 62.2 percent (PC), in 2009: 31.8 percent (control) and 60.7 percent (PC), in 2010: 13.0 percent (control) and 59.5 percent (PC), and in 2011: 10.7 percent (control) and 57.4 percent (PC). The nonmedical direct costs (transportation) represent in 2007: 1.9 percent (control) and 2.4 percent (PC), in 2008: 1.8 percent (control) and 3.5 percent (PC), in 2009: 2.6 percent (control) and 3.9 percent (PC), in 2010: 1.0 percent (control) and 4.2 percent (PC) and in 2011: 1.0 percent (control) and 4.5 percent (PC). Considering indirect costs such as absenteeism and early retirement, in 2007: this represents 37.3 percent for the control group and 26.4 percent for PC group. In 2008: 68.6 percent (control) and 34.3 percent (PC), in 2009: 65.5 percent (control) and 35.4 percent (PC), in 2010: 85.9 percent (control) and 36.4 percent (PC), and in 2011: 88.2 percent (control) and 38.1 percent (PC). Conclusions: According to the costs results, the PC group had lower total costs per patient compared to the conventional group.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.