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Recomendação de curativos em pacientes com epidermólise bolhosa
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Título
Recomendação de curativos em pacientes com epidermólise bolhosa
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Guidelines International Network (GIN)
Fonte
GIN
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Andrade C, Souto Maior MCL, Nunes J, Vidal AT, Prado C, Santos V. Dressings Recommendation in Patients With Epidermolysis Bullosa. In: GIN Conference Abstract Book; 2022 Sep 21-24; Toronto, Canada. G-I-N; 2022. p. 197. P06-62.
Identificador
2022GIN017
Title
Dressings Recommendation in Patients With Epidermolysis Bullosa
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Guidelines International Network (GIN) annual conference
Source
GIN
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Andrade C, Souto Maior MCL, Nunes J, Vidal AT, Prado C, Santos V. Dressings Recommendation in Patients With Epidermolysis Bullosa. In: GIN Conference Abstract Book; 2022 Sep 21-24; Toronto, Canada. G-I-N; 2022. p. 197. P06-62.
Identifier
2022GIN017
Resumo
Introdução: Pacientes com Epidermólise Bolhosa (EB) apresentam necessidades específicas, pois suas feridas ocupam grandes áreas corporais e surgem após trauma mecânico mínimo. A variabilidade terapêutica e a falta de dados de eficácia dificultam a escolha de qual tecnologia deve ser utilizada. Objetivo Apresentar os curativos recomendados pela Diretriz Brasileira de Prática Clínica (GPC) de EB. Métodos: Descrição dos curativos, segundo estágios do processo de cicatrização e indicações tecnológicas. Resultados: Na fase inflamatória, em que a quantidade de exsudato tende a ser exacerbada, curativos primários absorventes com baixa adesão e transferência de exsudato podem auxiliar no controle da umidade. Na fase proliferativa, em que a migração e proliferação celular dependem do controle da umidade do leito da ferida, curativos como o gel de polihexanida podem ser utilizados em feridas desidratadas e curativos de transferência de exsudato podem ser indicados para feridas com ambiente excessivamente úmido. Tanto na fase inflamatória quanto na proliferativa, a cobertura antimicrobiana pode ser indicada para pacientes que apresentam sinais clínicos de colonização crítica e infecção. Na fase de remodelação, protetores de pele, como polímero de acrilato e espumas, podem ser usados para proteger a frágil cicatriz recém-formada. Discussão: O processo de cicatrização depende das condições gerais do organismo e dos tipos e subtipos de EB. De acordo com as fases de cicatrização, diferentes coberturas são indicadas. Portanto, a diretriz brasileira de EB não padroniza as coberturas utilizadas pelos pacientes de EB e orienta os profissionais a desenvolver raciocínio clínico e formular planos de cuidados adequados.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.
Abstract
Background: Epidermolysis Bullosa (EB) patients have specific needs, as their wounds occupy large body areas and arise after minimal mechanical trauma. Therapeutical variability and lack of efficacy data makes it difficult to choose which technology must be used. Objective To present dressings recommended by EB Brazilian clinical practice guideline (GPC). Methods: Description of the dressings, according to stages of the healing process and technologies indications. Results: In inflammatory phase, in which the amount of exudate tends to be exacerbated, absorbent primary dressings with low adhesion and exudate transfers can help to control moisture. In proliferative phase, in which cell migration and proliferation depends on controlling the wound bed moisture, dressings such as polyhexanide gel can be used on dehydrated wounds and exudate transfer dressings can be indicated for wounds with an excessively humid environment. In both inflammatory and proliferative phases, antimicrobial coverage may be indicated for patients who show clinical signs of critical colonization and infection. In the remodeling phase, skin protectors, such as acrylate polymer and foams, can be used to protect fragile newly formed scar. Discussion: Healing process depends on the organism’s general conditions and on the types and subtypes of EB. According to the healing phases, different coverage is indicated. So, Brazilian EB guideline doesn’t standardize the coverage used by EB patients and guide professionals to develop clinical reasoning and formulate adequate care plans.