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Quais são as características das diretrizes de prática clínica para o tratamento da depressão?
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Título
Quais são as características das diretrizes de prática clínica para o tratamento da depressão?
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Global Evidence Summit (GEN)
Fonte
GES
Ano de publicação
2017
Referência (Vancouver)
Santos NCL, Molino CDGRC, Gabriel FC, Vieiro MM, Ribeiro E, Romano-Lieber NS, et al. What are the characteristics of clinical practice guidelines for the treatment of depression? In: Abstracts of the Global Evidence Summit; 2017 Sep 13-16; Cape Town, South Africa. Cochrane Database Syst Rev. 2017;(9 Suppl 1):316.
Identificador
2017GES018
Title
What are the characteristics of clinical practice guidelines for the treatment of depression?
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Global Evidence Summit (GEN) annual conference
Source
GES
Publication year
2017
Reference (Vancouver)
Santos NCL, Molino CDGRC, Gabriel FC, Vieiro MM, Ribeiro E, Romano-Lieber NS, et al. What are the characteristics of clinical practice guidelines for the treatment of depression? In: Abstracts of the Global Evidence Summit; 2017 Sep 13-16; Cape Town, South Africa. Cochrane Database Syst Rev. 2017;(9 Suppl 1):316.
Identifier
2017GES018
Resumo
Contexto: Diretrizes de prática clínica (DPCs) são ferramentas essenciais para orientar profissionais de saúde a fornecer intervenções baseadas em evidências. Objetivos: Descrever as características das DPCs que recomendam tratamento farmacológico para depressão. Métodos: Realizamos uma revisão sistemática de 12 bancos de dados específicos para DPCs. Os critérios de inclusão foram DPCs para tratamento de depressão em atenção primária e que incluíssem recomendações farmacológicas para adultos ou idosos, escritas em inglês, português ou espanhol e publicadas entre 2011 e 2016. DPCs projetadas para uso local ou para uma população específica foram excluídas. Dois revisores avaliaram a elegibilidade das DPCs. A extração de dados foi realizada de forma independente por 2 revisores. Discrepâncias em qualquer estágio foram resolvidas por consenso entre os 2 revisores. Um terceiro revisor foi envolvido quando necessário. Resultados: Um total de 38 registros foram identificados, dos quais 15 eram elegíveis para este estudo. A Tabela 1 descreve os dados extraídos e a Tabela 2 resume esses dados. Mais da metade dos CPGs eram da América do Norte (53%), tinham os profissionais de saúde como usuários-alvo (73%), realizaram uma revisão sistemática (80%), não declararam claramente o método para formular as recomendações (60%), usaram outro método que não o GRADE para classificar as recomendações (53%) e foram financiados (87%). Além disso, 9 (60%) CPGs eram versões atualizadas, dos quais 5 CPGs não mencionaram o período atualizado e 4 CPGs foram publicados em 2013 ou antes. Nenhum CPG mencionou pacientes como o usuário-alvo. Conclusões: Nossos dados sugerem que os CPGs apresentaram alto rigor para pesquisar e selecionar evidências para apoiar as recomendações. No entanto, os desenvolvedores de CPGs devem melhorar a declaração para formular as recomendações e adotar o sistema GRADE para classificar as recomendações.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background: Clinical practice guidelines (CPGs) are essential tools to guide health professionals to deliver evidence-based interventions. Objectives: To describe the characteristics of CPGs that recommend pharmacological treatment for depression. Methods: We conducted a systematic review of 12 specific databases for CPGs. Inclusion criteria were CPGs for the treatment of depression in primary care and that comprised pharmacological recommendations for the adult or elderly, written in English, Portuguese or Spanish, and published between 2011 and 2016. CPGs designed for local use or for a specific population were excluded. Two reviewers screened CPGs for eligibility. Data extraction was performed independently by 2 reviewers. Discrepancies at any stage were resolved by consensus between the 2 reviewers. A third reviewer was involved when needed. Results: A total of 38 records were identified, of which 15 were eligible for this study. Table 1 describes the extracted data and Table 2 summarises these data. More than half of CPGs were from North America (53%), had the health care professionals as target users (73%), performed a systematic review (80%), did not stated clearly the method to formulate the recommendations (60%), used other method than GRADE to classify the recommendations (53%), and was funded (87%). Moreover, 9 (60%) CPGs were updated version, of which 5 CPGs did not mention the updated period and 4 CPGs were published in 2013 or before. None CPGs had mentioned patients as the target user. Conclusions: Our data suggest that CPGs presented high rigour to search and select evidence to support the recommendations. However, CPGs developers should improve the statement to formulate the recommendations and adopt the GRADE system to classify the recommendations.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.