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Assistência pré-natal de baixo risco potencializada pela telemedicina: um modelo de diretriz prática
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Título
Assistência pré-natal de baixo risco potencializada pela telemedicina: um modelo de diretriz prática
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Global Evidence Summit (GEN)
Fonte
GES
Ano de publicação
2024
Referência (Vancouver)
Colombo T, Stein AT, Cazella S, Rech RS, Gabriel FC, Alves RV. Low-risk antenatal care enhanced by telemedicine: a practical guideline model. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):P5.
Identificador
2024GES0122
Title
Low-risk antenatal care enhanced by telemedicine: a practical guideline model
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Global Evidence Summit (GEN) annual conference
Source
GES
Publication year
2024
Reference (Vancouver)
Colombo T, Stein AT, Cazella S, Rech RS, Gabriel FC, Alves RV. Low-risk antenatal care enhanced by telemedicine: a practical guideline model. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):P5.
Identifier
2024GES0122
Resumo
Objetivo: Desenvolver um protocolo de pré-natal híbrido de baixo risco, unindo consultas presenciais reduzidas e monitoramento remoto, adaptado às diretrizes brasileiras. Métodos: Foram realizadas buscas sistemáticas no PubMed, Embase e Cochrane Library sobre as perspectivas de telemedicina e assistência pré-natal e adaptação dos protocolos de Pré-natal de Baixo Risco recomendados pelo Ministério da Saúde e pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Resultados: Foram incluídos na revisão cinco artigos relevantes e três manuais para os critérios apresentados para o desenvolvimento desta diretriz clínica. Este estudo identifica que o cronograma de consultas é distribuído de forma desigual entre os trimestres gestacionais e varia de 7 a 14 consultas. Os autores propõem, em geral, de uma a duas consultas no primeiro trimestre, de duas a três no segundo trimestre e de duas a seis no terceiro trimestre. Apenas três estudos incluíram avaliações puerperais. Os exames de rotina recomendados apresentam variações mínimas entre os autores. Até o momento, não há protocolos brasileiros validados para assistência pré-natal por telemedicina. Os estudos incluídos mostraram que a satisfação das gestantes quanto a essa forma de cuidado e os desfechos de interesse, exceto doenças hipertensivas, foram semelhantes entre os grupos expostos ao pré-natal tradicional e ao pré-natal híbrido. Conclusão: A diretriz atual compreende as recomendações do Ministério da Saúde para o pré-natal de baixo risco, reduzindo a exposição ao ambiente hospitalar e diminuindo os custos. Um protocolo de ensaio clínico randomizado, desenvolvido pelo grupo de pesquisa, fornecerá informações sobre segurança, eficácia, satisfação e custos dessa questão.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objective: To develop a protocol for hybrid low-risk prenatal care, merging reduced face to-face consultations and remote monitoring, adapted to Brazilian guidelines. Methods: PubMed, Embase, and Cochrane Library were systematically searched on telemedicine and antenatal care perspectives and adaptation of the Low-Risk Prenatal Care protocols recommended by the Ministry of Health and the Brazilian Federation of Gynecology and Obstetrics Associations. Results: Five relevant articles and three manuals were included in the review for the presented criteria to develop this clinical guideline. This study identifies that the consultation schedule is unevenly distributed among the gestational trimesters and ranges from 7 to 14 appointments. The authors generally propose one to two appointments in the first trimester, two to three in the second trimester, and two to six in the third trimester. Only three studies included puerperal evaluations. The routine exams recommended show minimal variations among authors. To date, there are no validated Brazilian protocols for prenatal care by telemedicine. The studies included showed that the satisfaction of pregnant women regarding this form of care and the outcomes of interest, except for hypertensive diseases, were similar between the groups exposed to traditional prenatal care and hybrid prenatal care. Conclusion: The current guideline comprises the Ministry of Health recommendations for low-risk prenatal care, reducing exposure to the hospital environment and decreasing costs. A randomized clinical trial protocol, which the research group had developed, will provide information on this issue's safety, effectiveness, satisfaction, and costs.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.