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Aria (Adapted Resource and Implementation Application) Abordagem de desenvolvimento de diretrizes baseadas em doenças: integrando a representação global com métodos baseados em evidências e consenso
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Título
Aria (Adapted Resource and Implementation Application) Abordagem de desenvolvimento de diretrizes baseadas em doenças: integrando a representação global com métodos baseados em evidências e consenso
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Global Evidence Summit (GEN)
Fonte
GES
Ano de publicação
2024
Referência (Vancouver)
Key M, Bhakta M, Bonilla M, Marcus KJ, Qureshi BM, Abdelhafeez H, et al. Aria (Adapted Resource and Implementation Application) Disease-Based Guideline Development Approach: Integrating Global Representation With Evidence- And Consensus-Based Methods. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):P145.
Identificador
2024GES083
Title
Aria (Adapted Resource and Implementation Application) Disease-Based Guideline Development Approach: Integrating Global Representation With Evidence- And Consensus-Based Methods
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Global Evidence Summit (GEN) annual conference
Source
GES
Publication year
2024
Reference (Vancouver)
Key M, Bhakta M, Bonilla M, Marcus KJ, Qureshi BM, Abdelhafeez H, et al. Aria (Adapted Resource and Implementation Application) Disease-Based Guideline Development Approach: Integrating Global Representation With Evidence- And Consensus-Based Methods. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):P145.
Identifier
2024GES083
Resumo
Contexto: A estrutura CureAll da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2021 exige diretrizes adaptadas globalmente para o câncer infantil. Em cenários com recursos limitados, há evidências limitadas disponíveis para abordar barreiras contextuais conhecidas (por exemplo, limitações diagnósticas, falta de estoque de citotóxicos, etc.). A ARIA aborda lacunas de orientação contextual por meio de uma abordagem globalmente inclusiva que integra métodos baseados em evidências e consenso. Métodos: Cada diretriz baseada em doença é desenvolvida em quatro fases. Estratégia: Um grupo de trabalho se reúne por meio de consulta entre as sociedades/organizações profissionais fundadoras da ARIA (SIOP, IPSO, PROS, CCI, St. Jude Global). Os padrões atuais de atendimento são definidos pela revisão de ensaios clínicos concluídos. Paralelamente, é concluída uma busca sistemática na literatura para avaliar os resultados associados às adaptações ao padrão de atendimento. As evidências existentes são revisadas, as barreiras críticas ao atendimento são identificadas e estratégias de tratamento específicas para a doença — estratificadas com base no acesso aos recursos — são desenvolvidas para todos os contextos. Quando disponíveis, são usadas recomendações baseadas em evidências publicadas. As declarações Delphi são desenvolvidas quando faltam evidências de ensaios ou dados históricos. Consenso: As Diretrizes de Gestão Adaptadas (AMGs) são revisadas por um painel representativo composto por profissionais de saúde indicados por 64 sociedades profissionais de câncer infantil/grupos colaborativos. Cada painel inclui representação de todas as regiões da OMS e é selecionado para garantir equilíbrio de gênero, nível de renda, multidisciplinaridade e experiência clínica. Os painelistas concluem um processo iterativo de revisão/adaptação por meio de três rodadas de revisão baseada em pesquisa/Delphi. Validação: Duas etapas concluídas em paralelo: (1) revisão por revisores especialistas externos para avaliar a superadaptação; (2) integração da contribuição do paciente/família por meio de grupos focais. Disseminação: Upload final das AMG para o portal ARIA online e compartilhado entre plataformas comunitárias. Resultados: 602 profissionais de saúde em todo o mundo, de 90 países, participam atualmente da ARIA. 12 doenças estão atualmente em desenvolvimento com a AMG piloto de linfoma de Hodgkin concluída. Uma diretriz adicional está na fase de validação, quatro na fase de consenso ou iniciando-a e seis na fase de estratégia. Linfoma de Hodgkin e AMGs de glioma de baixo grau estão em www.ariaguide.org em formato beta (disponível online/offline). Conclusões: A abordagem ARIA integra métodos existentes baseados em evidências, ao mesmo tempo em que reconhece vieses nas evidências em relação a terapias projetadas para cenários de recursos máximos. Por meio da integração de abordagens rigorosas baseadas em consenso e representação global, a ARIA fornece uma estrutura metodológica confiável para adaptação e uma plataforma de disseminação de eHealth disponível gratuitamente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background: The 2021 World Health Organization (WHO) CureAll framework calls for globally adapted childhood cancer guidelines. In resource limited settings, limited evidence is available to address known contextual barriers (i.e., diagnostic limitations, cytotoxic stockouts, etc). ARIA addresses contextual guidance gaps via a globally inclusive approach integrating evidence- and consensus-based methods. Methods: Each disease-based guideline is developed in four phases. Strategy: A working group assembles through consultation between ARIA founding professional societies/organizations (SIOP, IPSO, PROS, CCI, St. Jude Global). Current standard(s) of care is defined by review of completed clinical trials. In parallel, systematic literature search to evaluate outcomes associated with adaptations to standard of care is completed. Existing evidence is reviewed, critical barriers to care are identified and disease-specific treatment strategies—stratified based upon resource access—are developed for all contexts. When available, recommendations based upon published evidence are used. Delphi statements are developed when evidence from trials or historic data is lacking. Consensus: Adapted Management Guidelines (AMGs) are reviewed by a representative panel comprised of healthcare professionals nominated by 64 childhood cancer professional societies/collaborative groups. Each panel includes representation from all WHO regions, and curated to ensure gender, income level, multidisciplinary and clinical experience balance. Panelists complete an iterative review/adaptation process through three rounds of survey-based review/Delphi. Validation: Two steps completed in parallel: (1) review by external expert reviewers to evaluate for over-adaptation; (2) integration of patient/family input via focus groups. Dissemination: Final AMG upload to online ARIA portal and shared across community platforms. Results: 602 healthcare workers worldwide, from 90 countries, currently participate in ARIA. 12 diseases are currently under development with the Hodgkin lymphoma pilot AMG completed. One additional guideline is in the validation phase, four in or starting the consensus phase and six in the strategy phase. Hodgkin lymphoma and low-grade glioma AMGs are on www.ariaguide.org in beta form (available online/offline). Conclusions: The ARIA approach integrates existing evidence-based methods while recognizing biases in the evidence towards therapies designed for maximal resource settings. Through integration of rigorous consensus-based approaches and global representation, ARIA provides a trusted methodological framework for adaptation and a freely available eHealth dissemination platform.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.