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A adesão à terapia endócrina, a persistência e a sobrevivência entre mulheres com câncer de mama no Brasil
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Título
A adesão à terapia endócrina, a persistência e a sobrevivência entre mulheres com câncer de mama no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2012
Referência (Vancouver)
Brito C, Portela MC, Vasconcellos MTLD. Endocrine therapyadherence and persistence and survival among women with breast cancer in Brazil [Internet]. In: ISPOR 2012; Washington, DC, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-17th-annual-international-meeting/endocrine-therapyadherence-and-persistence-and-survival-among-women-with-breast-cancer-in-brazil
Identificador
2012ISPOR001
Title
Endocrine Therapyadherence and Persistence and Survival Among Women with Breast Cancer in Brazil.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2012
Reference (Vancouver)
Brito C, Portela MC, Vasconcellos MTLD. Endocrine therapyadherence and persistence and survival among women with breast cancer in Brazil [Internet]. In: ISPOR 2012; Washington, DC, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-17th-annual-international-meeting/endocrine-therapyadherence-and-persistence-and-survival-among-women-with-breast-cancer-in-brazil
Identifier
2012ISPOR001
Resumo
Objetivos: Identificar variáveis explicativas da adesão e persistência ao tratamento hormonal (A&P) em mulheres com câncer de mama (CM) e avaliar o efeito dessas variáveis nas taxas de sobrevida do câncer de mama. Métodos: Dados longitudinais retrospectivos de uma coorte de 5.861 mulheres com CM, submetidas a tratamento hormonal, foram compilados por meio da vinculação dos conjuntos de dados do Instituto Nacional de Câncer do Brasil, incluindo o controle dos medicamentos entregues em sua Farmácia. Foi aplicado um modelo de regressão logística para estudar a adesão. Modelos de risco proporcional de Cox foram utilizados para estimar a persistência e a sobrevida do câncer de mama. Resultados: A proporção de adesão ao tratamento foi de 75,3%. Ao final do primeiro e do quinto ano de tratamento, respectivamente, a persistência geral ao tratamento foi de 79% e 31%, e a sobrevida foi de 94% e 71%. Da mesma forma, melhor adesão e persistência ao tratamento, assim como a sobrevida do câncer de mama, foram associadas a maior nível educacional, ter um parceiro, estágios mais baixos de câncer, ter sido submetida a cirurgia, menor cuidado hospitalar, consultas ambulatoriais com Mastologista e Oncologista Clínico, e menor necessidade de exames. Mulheres mais velhas foram mais propensas a aderir e a persistir no tratamento, mas aquelas com 70 anos ou mais apresentaram maior risco de morte. O alcoolismo e o uso de tabaco foram associados a menor adesão e persistência. O tempo mais longo entre o diagnóstico e o início do tratamento hormonal e o histórico familiar de câncer foram, respectivamente, um fator de risco e um fator protetor para a persistência do tratamento e a sobrevida. A psicoterapia foi protetora para adesão e sobrevida. Finalmente, a adesão ao tratamento foi positivamente associada à sobrevida do câncer de mama, sendo a combinação de tamoxifeno e inibidor de aromatase explicativa de menor adesão, enquanto o uso apenas de inibidor de aromatase foi associado a maior risco de morte. Conclusões: Nesta coorte, ¼ das pacientes não aderiu, apenas 31% completaram o tratamento hormonal de 5 anos, e 71% estavam vivas após cinco anos. Aspectos socioeconômicos, comportamentais, clínicos e de cuidado em saúde explicaram parcialmente as variações nessas variáveis dependentes.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Identify explanatory variables of hormone therapy (HT) adherence and persistence (A&P) in women with breast cancer (BC), and evaluating the effect of such variables in BC survival rates. Methods: Retrospective longitudinal data from a cohort of 5861 women with BC, submitted to HT, was put together through linkage of the Brazilian National Cancer Institute datasets, including the control of medicines delivered at its Pharmacy. A logistic regression model was applied to study adherence. Cox proportional hazard models were used to estimate persistence and BC survival. Results: The proportion of treatment adherent was 75.3%. At the end of the first and the fifth year of treatment, respectively, overall persistence to treatment was 79% and 31%, and survival was 94% and 71%. Similarly, better A&P to treatment, as well as BC survival, were associated with higher education, having a partner, lower cancer stages, being submitted to surgery, having less inpatient care, making outpatient visits to a Mastologist and a Clinical Oncologist, and the need of less exams. Older women were more likely to adhere and to persist to treatment, but those aged 70 years old or more presented higher hazard of death. Alcoholism and tobacco use was associated with lower A&P. Longer time between diagnosis and the beginning of HT and cancer family history were, respectively, a risk and a protective factor to treatment persistence and survival. Psychotherapy was protective for adherence and survival. Finally, treatment adherence was positively associated with BC survival, being combined tamoxifen and aromatase inhibitor explicative of lower adherence, while only aromatase inhibitor use was associated with higher hazard of death. Conclusions: In this cohort, ¼ of the patients did not adhere, only 31% completed the 5-year hormone treatment, and 71% were alive after five years. Socio-demographic, behavioral, clinical and health care aspects explained partially variations in these dependent variables.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.