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Avaliação econômica do indacaterol na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) sob a perspectiva do pagador público no Brasil
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Título
Avaliação econômica do indacaterol na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) sob a perspectiva do pagador público no Brasil
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2011
Referência (Vancouver)
Suzuki C, Silva NL. Economic evaluation of indacaterol in chronic obstructive pulmonary disease (COPD) from the public payer perspective in Brazil [Internet]. In: ISPOR Europe 2011; Madrid, Spain. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-14th-annual-european-congress/economic-evaluation-of-indacaterol-in-chronic-obstructive-pulmonary-disease-copd-from-the-public-payer-perspective-in-brazil
Identificador
2011ISPOR048
Title
Economic Evaluation of Indacaterol in Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD) from the Public Payer Perspective in Brazil.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2011
Reference (Vancouver)
Suzuki C, Silva NL. Economic evaluation of indacaterol in chronic obstructive pulmonary disease (COPD) from the public payer perspective in Brazil [Internet]. In: ISPOR Europe 2011; Madrid, Spain. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-14th-annual-european-congress/economic-evaluation-of-indacaterol-in-chronic-obstructive-pulmonary-disease-copd-from-the-public-payer-perspective-in-brazil
Identifier
2011ISPOR048
Resumo
Objetivos: Avaliar a relação custo-efetividade do indacaterol em comparação ao tiotrópio e ao formoterol sob a perspectiva do sistema público de saúde Brasileiro. Métodos: Foi desenvolvido um modelo de Markov para projetar custos e resultados associados à progressão da doença em pacientes com DPOC ao longo de um horizonte de tempo de 3 anos. Os estados de saúde do modelo são divididos pela gravidade da DPOC (leve, moderada, grave e muito grave), com cada um desses estados subdividido em três estados: sem exacerbação, exacerbações não severas e severas. A população alvo consiste em pacientes com DPOC moderada ou grave, e os estados de saúde para DPOC leve e muito grave foram incluídos para contabilizar aqueles que melhoram para o estado leve no primeiro ciclo e aqueles que progridem para o estado muito grave ao longo do tempo. Dados de eficácia e taxas de exacerbação foram obtidos dos ensaios clínicos principais. Dados de mortalidade para estados específicos da DPOC basearam-se no estudo de Rutten-van Mölken et al. Os padrões de utilização de recursos médicos relacionados à DPOC foram avaliados por meio de painel de especialistas clínicos. Os custos unitários foram extraídos de listas oficiais Brasileiras. Os resultados são expressos em anos de vida ganhos (LYG). Foi realizada uma análise de sensibilidade univariada. Uma taxa de desconto anual de 5% foi aplicada tanto aos custos quanto aos resultados. Resultados: A análise de base estimou um LYG incremental para o indacaterol de 0,010 em comparação ao formoterol e 0,006 em comparação ao tiotrópio. O indacaterol foi custo-efetivo em comparação ao tiotrópio (custo incremental de -2.667 BRL). Em comparação ao formoterol, o ICER projetado foi de 25.458 BRL por LYG. As variáveis que mais influenciaram os resultados foram o horizonte de tempo, taxas de mortalidade e a população base. Conclusões: O indacaterol é uma alternativa valiosa para pacientes com DPOC, sendo um tratamento custo-efetivo em comparação ao tiotrópio com benefícios clínicos incrementais e custos mais baixos. Em comparação ao formoterol, o indacaterol apresenta benefícios incrementais a um custo adicional razoável.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: To assess the cost-effectiveness of indacaterol in comparison to tiotropium and formoterol from Brazilian public healthcare system perspective. Methods: A Markov model was designed to project costs and outcomes associated with disease progression of patients with COPD over 3-years time horizon. The model health states are divided by severity of COPD (mild, moderate, severe and very severe) with each of these states divided into three states: no exacerbation, non-severe and severe exacerbations. The target population consists of patients with moderate or severe COPD, and the health states for mild and very severe COPD are included to account for those who improve in first cycle to the mild state and those who progress to very severe state over time. Efficacy data and exacerbation rates were obtained from the pivotal trials. Mortality data for COPD-specific states are based on study by Rutten-van Mölken et al. COPD related medical resource utilization patterns were assessed through clinical experts’ panel. Unit costs were extracted from Brazilian official lists. Outcomes are expressed as life years gained (LYG). One-way sensitivity analysis was performed. Annual discount rate of 5% was applied both to costs and outcomes. Results: Base case analysis estimated incremental LYG for indacaterol of 0.010 vs. formoterol and 0.006 vs. tiotropium. Indacaterol was cost-saving as compared to tiotropium (incremental cost of -2,667BRL). Comparing to formoterol, the projected ICER was 25,458BRL per LYG. The variables that most influenced the Results were time horizon, mortality rates and baseline population. Conclusions: Indacaterol is a valuable alternative for COPD patients, being a cost-saving treatment vs. tiotropium with incremental clinical benefits and lower costs. Versus formoterol, indacaterol has incremental benefit, at a reasonable incremental cost.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.