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A carga econômica da saúde mental no local de trabalho – uma abordagem de custeio para empregadores brasileiros
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Título
A carga econômica da saúde mental no local de trabalho - uma abordagem de custeio para empregadores brasileiros
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2011
Referência (Vancouver)
Reis TC, Takemoto MMS, Takemoto MLS, Fernandes RA, Tolentino ACM, Cukier FN, Santos PML, Cruz RB, Ribeiro ACP, Fernandes RRA, Moretti AIP. The economic burden of mental ill health in the workplace- a costing approach for Brazilian employers [Internet]. In: ISPOR Europe 2011; Madrid, Spain. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-14th-annual-european-congress/the-economic-burden-of-mental-ill-health-in-the-workplace-a-costing-approach-for-brazilian-employers
Identificador
2011ISPOR016
Title
The Economic Burden of Mental Ill Health in the Workplace- a Costing Approach For Brazilian Employers.
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2011
Reference (Vancouver)
Reis TC, Takemoto MMS, Takemoto MLS, Fernandes RA, Tolentino ACM, Cukier FN, Santos PML, Cruz RB, Ribeiro ACP, Fernandes RRA, Moretti AIP. The economic burden of mental ill health in the workplace- a costing approach for Brazilian employers [Internet]. In: ISPOR Europe 2011; Madrid, Spain. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-14th-annual-european-congress/the-economic-burden-of-mental-ill-health-in-the-workplace-a-costing-approach-for-brazilian-employers
Identifier
2011ISPOR016
Resumo
Objetivos: A crescente preocupação com o ônus econômico da incapacidade para o trabalho devido a problemas de saúde mental é notável; entretanto, estudos que analisam a perspectiva dos empregadores ainda são escassos. Este estudo tem como objetivo propor uma justificativa para estimar o ônus dos problemas de saúde mental em corporações Brasileiras. Métodos: Dados de um estudo observacional investigando o absenteísmo devido a licenças médicas em um banco Brasileiro foram utilizados para construir um modelo de estimativa de custos (número total de funcionários, número médio de dias de licença por funcionário e proporção de dias de licença devido a problemas de saúde mental). Esses dados foram combinados com estatísticas nacionais de salários médios e taxas de rotatividade, além de dados publicados sobre o presenteísmo devido a problemas de saúde mental. Resultados: Com base em 7.499 trabalhadores, 3,36 dias de licença anuais por funcionário, uma proporção de dias de licença atribuível a distúrbios mentais de 15,58% e um salário diário médio de 51,33 BRL, o modelo de custos projetou custos anuais de 201.534 BRL devido ao absenteísmo. Se o presenteísmo for incluído na estimativa de custos, usando uma relação previamente publicada de presenteísmo/absenteísmo de 4,0 (para trabalhadores deprimidos), os custos de presenteísmo representariam 806.138 BRL por ano. Há uma falta de estudos observacionais Brasileiros que avaliem taxas de rotatividade e custos associados. Taxas nacionais de acordo com o setor econômico foram empregadas para estimar o impacto da rotatividade de trabalhadores com problemas mentais (Setor de Serviços = 4,15% em 2010) e um custo de rotatividade de 3 vezes o custo médio mensal por funcionário foi utilizado como proxy. Os custos de rotatividade incorreriam em adicionais 115.500 BRL por ano. O ônus econômico anual dos distúrbios mentais sob a perspectiva dos empregadores foi estimado em 1.123.173 BRL. Conclusões: O custo dos problemas de saúde mental para os empregadores, particularmente o custo das perdas de produtividade devido ao desempenho reduzido dos funcionários no trabalho (presenteísmo), pode representar um ônus significativo para empresas e para a sociedade.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: There has been a growing concern about the economic burden of work incapacity due to mental health problems; meanwhile studies examining the employer’s perspective are still scarce. This study aims to propose a rationale to estimate the burden of mental health problems in Brazilian corporations. Methods: Data from an observational study investigating absenteeism due to sick leaves in a Brazilian bank were used to build a costing estimation model (total number of employees, average number of sick days per employee, and proportion of sick days due to mental ill health). These data were combined with average wage and turnover rate national statistics and published data on presenteeism due to mental health problems. Results: Based on n=7499 workers, 3.36 annual sick days per employee, a proportion of sick days attributable to mental health disorders of 15.58%, and a mean daily wage of 51.33BRL, the costing model projected annual costs due to absenteeism of 201,534BRL. If presenteeism is included in the costing estimation, using a previously published presenteeism/absenteeism ratio of 4.0 (for depressed workers), costs due to presenteeism would represent 806,138BRL per year. There is a lack of Brazilian observational studies assessing turnover rates and associated costs. National rates according to economic sector were employed to estimate the impact of turnover of mental ill workers (Service Industry=4.15% in 2010) and a turnover cost of 3 times the average monthly cost per employee were used as a proxy. Turnover costs would incur in additional 115,500BRL per year. The annual economic burden of mental health disorders under the employers perspective was estimated in 1,123,173BRL. Conclusions: The cost of mental ill health to employers, particularly the cost of productivity losses due to lower performance of employees at work (presenteeism), can represent a significant burden for companies and society.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.
Autores
Ana Carolina Paes Ribeiro | Ana Clara de Miranda Silva Tolentino | Ana Isabel Pasztor Moretti | Fabio N. Cukier | Maíra Libertad Soligo Takemoto | Mayumi Morena Soligo Takemoto | Plinio Marcos Leal dos Santos | Ricardo Ribeiro Alves Fernandes | Roberta Arinelli Fernandes | Rodrigo Benitez | Thiago Cardoso Reis