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Re-hospitalizações por morbidade pós-transplante renal no sistema público de saúde brasileiro – causas, uso de recursos e custos com base em uma revisão de registro administrativo de 2004 a 2009
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Título
Re-hospitalizações por morbidade pós-transplante renal no sistema público de saúde brasileiro - causas, uso de recursos e custos com base em uma revisão de registro administrativo de 2004 a 2009
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2010
Referência (Vancouver)
David-Neto E, Carvalho DBM, Asano E, Nita M, Carvalho F, Dan S, Donato BM, Rahal E, The KIT73 Study Group. Post-kidney transplant morbidity related re-hospitalizations in the Brazilian Public Health System- causes, resources use and costs based on an administrative registry review from 2004 to 2009 [Internet]. In: ISPOR 2010; Atlanta, GA, USA. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-international-meeting/post-kidney-transplant-morbidity-related-re-hospitalizations-in-the-brazilian-public-health-system-causes-resources-use-and-costs-based-on-an-administrative-registry-review-from-2004-to-2009
Identificador
2010ISPOR024
Title
Post-kidney Transplant Morbidity Related Re-hospitalizations in the Brazilian Public Health System: Causes, Resource Use and Costs Based on an Administrative Registry Review from 2004 to 2009
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2010
Reference (Vancouver)
David-Neto E, Carvalho DBM, Asano E, Nita M, Carvalho F, Dan S, Donato BM, Rahal E, The KIT73 Study Group. Post-kidney transplant morbidity related re-hospitalizations in the Brazilian Public Health System- causes, resources use and costs based on an administrative registry review from 2004 to 2009 [Internet]. In: ISPOR 2010; Atlanta, GA, USA. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-15th-annual-international-meeting/post-kidney-transplant-morbidity-related-re-hospitalizations-in-the-brazilian-public-health-system-causes-resources-use-and-costs-based-on-an-administrative-registry-review-from-2004-to-2009
Identifier
2010ISPOR024
Resumo
Objetivos: Pacientes pós-transplante têm alto risco de readmissão hospitalar, resultando em custos relevantes. O objetivo deste estudo é analisar as causas, o uso de recursos e os custos das readmissões em uma coorte de pacientes transplantados renais. Métodos: Foi realizada uma análise longitudinal de uma base de dados administrativa do governo (Sistema de Informação Hospitalar - SIH/DATASUS) de janeiro de 2004 a julho de 2009. A coorte do estudo foi composta por todos os pacientes que haviam se submetido a transplante renal em 7 dos principais hospitais de transplante no Brasil, em 2004. Todos os pacientes foram acompanhados até julho de 2009. Dados demográficos (sexo, idade, tipo de doador), duração das readmissões, uso de recursos e custos associados (em USD de 2004) foram coletados. Resultados: Um total de 1.030 pacientes foi elegível para análise. A idade média foi de 38,7±14,5 anos, 57,6% eram receptores do sexo masculino e 49,6% dos procedimentos de transplante foram de doadores vivos. Durante o período do estudo, ocorreram 2.168 internações em 643 pacientes (62%), com um custo total de US$ 1.568.956. As causas mais frequentes de readmissão foram complicações cirúrgicas e clínicas pós-transplante (40,1%) e episódios de rejeição do enxerto (32,4%), que juntas representaram 76,9% (US$ 1.207.406) das despesas totais. Os serviços hospitalares (dias de UTI/Enfermaria, sala de operação, equipamentos, etc.) representam a maior parte dos custos de readmissão (40,9%), seguidos por exames diagnósticos/laboratoriais (24,2%), medicamentos (13,6%) e honorários profissionais de saúde (11,0%). As readmissões foram concentradas no primeiro (39,6%) e no segundo (24,0%) anos após o transplante, estabilizando no quarto e quinto anos em torno de 9% (200 internações/ano). Pacientes que receberam enxertos de doadores falecidos representaram 68,4% dos custos totais, e os custos médios por readmissão foram estatisticamente diferentes entre pacientes que receberam enxertos de doadores falecidos (US$ 778±1.181) em relação aos de doadores vivos (US$ 632±973) (p<0,01). Conclusões: A maioria dos pacientes que se submeteram a transplante renal em 2004 foi readmitida pelo menos uma vez até julho de 2009. Os custos associados a essas readmissões foram concentrados no primeiro ano pós-transplante e em receptores de transplante renal cadavérico.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Post-transplant patients have high risk of re-hospitalization, incurring relevant costs. The aim of this study is to analyze causes, resource use and costs of re-hospitalizations in a cohort of renal transplanted patients. Methods: A longitudinal analysis of a government administrative database (Inpatient Information System - SIH/DATASUS) was performed from January 2004 to July 2009. The study cohort was all patients who had undergone kidney transplant at 7 of the main transplant hospitals in Brazil, in 2004. All patients were followed until July 2009. Demographic data (sex, age, type of donor), length of re-hospitalization, resource use and associated costs (in 2004 USD) were collected. Results: A total of 1030 patients were eligible for the analysis. Mean age was 38.7±14.5 years, 57.6% were male recipients and 49.6% of transplant procedures were from living donors. During the study period 2,168 hospitalizations occurred in 643 patients (62%), with a total cost of US$ 1,568,956. Most frequent causes of re-hospitalization were post-transplant surgical and clinical complications (40.1%) and graft rejection episodes (32.4%), accounting together for 76.9% (US$ 1,207,406) of total expenses. Hospital services (ICU/Ward days, operation room, equipments, etc) represent the most significant part of re-hospitalization costs (40.9%), followed by diagnostic/laboratory exams (24.2%), medicines (13.6%) and health professional fees (11.0%). Re-hospitalizations were concentrated in the first (39.6%) and second (24.0%) years following transplant, stabilizing in the fourth and fifth years around 9% (200 hospitalizations/year). Patients receiving grafts from deceased donors accounted for 68.4% of total costs, and average costs per re-hospitalization were statistically different between patients receiving grafts from deceased (US$ 778±1,181) relative to living donors (US$ 632±973) (p<0.01). Conclusions: The majority of patients who underwent kidney transplant in 2004 were re-hospitalized at least once until July 2009. Costs associated with these re-hospitalizations were concentrated in the first year post-transplant and in cadaveric renal transplant recipients.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.