-
Impacto dos surto de febre amarela no Brasil, 2000-2009
- Voltar
Título
Impacto dos surto de febre amarela no Brasil, 2000-2009
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2010
Referência (Vancouver)
Ramos CG, Ferreira Da Silva AL. Impact of yellow fever outbreaks in Brazil, 2000-2009 [Internet]. In: ISPOR Europe 2010; Prague, Czech Republic. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-13th-annual-european-congress/impact-of-yellow-fever-outbreaks-in-brazil-2000-2009
Identificador
2010ISPOR013
Title
Impact of Yellow Fever Outbreaks in Brazil, 2000-2009
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2010
Reference (Vancouver)
Ramos CG, Ferreira Da Silva AL. Impact of yellow fever outbreaks in Brazil, 2000-2009 [Internet]. In: ISPOR Europe 2010; Prague, Czech Republic. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-13th-annual-european-congress/impact-of-yellow-fever-outbreaks-in-brazil-2000-2009
Identifier
2010ISPOR013
Resumo
Objetivos: Avaliar o impacto na saúde e econômico da expansão do vírus da febre amarela no Brasil no período de 2000-2009. Métodos: A perspectiva do estudo foi o sistema público de saúde. Avaliamos os custos diretos de hospitalização e da vacina contra a febre amarela. A fonte dos dados foi a informação pública oficial nacional sobre casos de febre amarela e vacinação do Ministério da Saúde do Brasil. Assumimos que todos os casos necessitaram de hospitalização e que todas as fatalidades exigiram internação em unidade de terapia intensiva (UTI) e diálise. Todos os valores foram referentes a dezembro de 2009. Os valores de hospitalização por febre amarela, cinco dias de internação em UTI e cinco dias de diálise pagos pelo sistema de saúde pública foram, respectivamente, R$174,45 (€79,3); R$2393,60 (€1088) e R$557,10 (€253,23). Resultados: Durante o período avaliado, a circulação do vírus da febre amarela foi detectada em oito estados anteriormente livres de febre amarela. Houve 320 casos de febre amarela com uma taxa de letalidade de 46,5%. A população cumulativa vacinada foi de 90.906.675 indivíduos. O custo relacionado à hospitalização por febre amarela foi de R$495.478,30 (€225.217,41) e o custo da vacina contra febre amarela foi de R$89.997.608 (€40.908.003,75) no período de 10 anos avaliado. Conclusões: Mesmo em áreas com população suscetível, houve poucos casos de febre amarela. No entanto, o impacto clínico significativo da doença foi devido à sua alta letalidade. Apesar da gravidade da febre amarela, os custos de hospitalização foram modestos no período do estudo. O principal custo foi com a vacina, a única forma de prevenção e controle da doença. Portanto, é necessário avaliar o impacto financeiro da vacinação em áreas que ainda não têm evidências do vírus da febre amarela, uma vez que parece haver uma tendência de expansão da circulação do vírus de febre amarela para o país como um todo, e a vacinação poderia prevenir casos e mortes por febre amarela.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: To evaluate the health and economic impact of the expansion of YF virus in Brazil in the period of 2000-2009. Methods: The perspective of study was the public health care system. We evaluated the direct costs of hospitalization and YF vaccine. Data source was the public official national information on YF cases and YF vaccination from Brazilian Ministry of Health. We assumed that all cases required hospitalization and that all fatalities required intensive care unit (ICU) hospitalization and dialysis. All values were referent to December of 2009. The values of hospitalization by yellow fever, five days ICU hospitalization and five days dialysis paid by public health system were, respectively, R$174.45 (€79.3); R$2393.60 (€1088) and R$ 557.1 (€253.23). Results: During the evaluated period, YF virus circulation was detected in eight states previously YF free. There were 320 cases of YF with lethality rate of 46.5%. The cumulative population vaccinated was 90,906,675 individuals. The YF related hospitalization cost was R$ 495,478.30 (€225,217.41) and YF vaccine cost was R$89,997,608 (€40,908,003.75) within the 10 year period evaluated. Conclusions: Even in areas with susceptive population there were few cases of yellow fever. However, the significant clinical impact of the disease was due to its high lethality. Despite the severity of yellow fever, hospitalization costs were modest in the study period. The main cost was with the vaccine, the only form of prevention and control of disease. Thereby, it is necessary to evaluate the financial impact of vaccinating the areas that still have no evidence of the yellow fever virus, since there seems to be an expansion tendency of YF virus circulation to the country as a whole and the vaccination could prevent YF cases and deaths.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.