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Carga econômica da artrite reumatoide no sistema de saúde privado brasileiro
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Título
Carga econômica da artrite reumatoide no sistema de saúde privado brasileiro
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2009
Referência (Vancouver)
Vogel S, Marante TR, Monteiro R. Economic burden of rheumatoid arthritis in Brazilian private health system [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Disponível em: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/economic-burden-of-rheumatoid-arthritis-in-brazilian-private-health-system
Identificador
2009ISPOR033
Title
Economic Burden of Rheumatoid Arthritis in Brazilian Private Health System
Document type
Presentation
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2009
Reference (Vancouver)
Vogel S, Marante TR, Monteiro R. Economic burden of rheumatoid arthritis in Brazilian private health system [Internet]. In: ISPOR Latin America 2009; Rio de Janeiro, Brazil. Available from: https\://www\.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation/ispor-2nd-latin-america-conference/economic-burden-of-rheumatoid-arthritis-in-brazilian-private-health-system
Identifier
2009ISPOR033
Resumo
Objetivos Avaliar a utilização de recursos de saúde em pacientes com AR em uma amostra de beneficiários do sistema privado de saúde Brasileiro. Métodos Três bancos de dados de Organizações de Gestão de Saúde (HMOs) foram analisados retrospectivamente, envolvendo 1.057.033 pessoas, correspondendo a aproximadamente 3% do total de beneficiários do sistema privado de saúde no Brasil. A análise foi realizada em 35 meses (de janeiro de 2004 a novembro de 2007). Foram considerados os seguintes recursos de saúde: consultas clínicas, hospitalizações, serviços de emergência, medicamentos e exames laboratoriais. Todos os pacientes com AR foram comparados aos pacientes sem AR em termos de uso de recursos de saúde. Resultados Dos 1.057.033 indivíduos analisados, 4.817 (0,46%) foram classificados como tendo AR, sendo a taxa de prevalência entre mulheres e homens de 3,5:1. Esses pacientes concentraram 4,8% dos custos totais da população analisada. O custo por mês/por membro (custo pm/pm) dos pacientes com AR foi 6,6 vezes maior que o da população sem AR. Além disso, os pacientes com AR, em comparação com os pacientes sem AR, demonstraram 3,4 e 13 vezes mais consultas clínicas e hospitalizações, respectivamente. Considerando outras doenças crônicas (hipertensão, insuficiência cardíaca, asma, bronquite e diabetes mellitus), os pacientes com AR demonstraram 1,4 e 3,1 vezes mais consultas clínicas e hospitalizações, respectivamente. A comorbidade foi associada a 33% dos pacientes com AR, principalmente distúrbios cardiovasculares (DCV). Conclusões Nossos resultados reforçam os dados da literatura internacional, demonstrando que, apesar da prevalência de 0,46%, a AR tem alto custo individual (concentrando 4,8% dos custos totais da população analisada) devido a variáveis multifatoriais, incluindo assistência farmacêutica e comorbidades. Em relação aos recursos de saúde, o estudo mostrou que os pacientes com AR tiveram maior utilização do que os pacientes sem AR, confirmando a literatura sobre o importante custo da doença na prática clínica. Além disso, sugerimos uma importante associação entre AR e comorbidades, especialmente DCV. Em conclusão, a AR pode exigir estratégias específicas dos tomadores de decisão para otimizar seu manejo e reduzir custos.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Objetives: Assess RA health care resource utilization in a sample of Brazilian private health system beneficiaries. Methods Three Health Management Organization (HMOs) databases were analyzed retrospectively, involving 1,057,033 people, corresponding to approximately 3% of total private health system beneficiaries in Brazil. The analysis was done in 35 months (from January 2004 to November 2007). The following health care resources were considered: clinical appointment, hospitalization, emergency service, drugs and laboratory exams. All RA patients were compared to non-RA patients in terms of health care resource usage. Results From 1,057,033 people analyzed, 4,817 (0.46%) were classified as having RA, being the prevalence rate among women and men 3.5: 1. Those patients concentrated 4.8% of the total costs of whole population analyzed. The cost per month/per member (cost pm/pm) of RA patients was 6.6 times higher than non-RA population. In addition, RA patients, compared to non-RA patients, demonstrated 3.4 and 13 times higher clinical appointments and hospitalization, respectively. Considering other chronic diseases (hypertension, heart failure, asthma, bronchitis and diabetes mellitus patients), RA patients demonstrated 1.4 and 3.1 times higher clinical appointments and hospitalization, respectively. Comorbiditidy was associated to 33% of RA patients, mainly cardiovascular disorders (CVD). Conclusions Our Results reinforce the international literature data demonstrating that despite 0.46% prevalence, RA has high individual cost (concentrating 4.8% of total costs of whole population analyzed) due to multifactor variables, including pharmaceutical assistance and comorbidities. Regarding healthcare resources the study showed that RA patients had a higher utilization than non- RA patients, confirming the literature about the important cost of the disease in the clinical practice. In addition we suggest an important association between RA and comorbidities, especially CVD. In Conclusion, RA may require specific strategies by decision makers to optimize its management and reduce cost
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the aid of artificial intelligence.