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Avaliação da qualidade metodológica em estudos de coorte: uma comparação entre NOS e ROBINS-I
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Título
Avaliação da qualidade metodológica em estudos de coorte: uma comparação entre NOS e ROBINS-I
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na conferência anual da Global Evidence Summit (GEN)
Fonte
GES
Ano de publicação
2024
Referência (Vancouver)
Sarmento AC, Freitas CL, Aquino ACA, Medeiros KS, Nobre ML, Serquiz N, et al. Assessing Methodological Quality in Cohort Studies: A Comparison of NOS and ROBINS-I. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):P8.
Identificador
2024GES072
Title
Assessing Methodological Quality in Cohort Studies: A Comparison of NOS and ROBINS-I
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the Global Evidence Summit (GEN) annual conference
Source
GES
Publication year
2024
Reference (Vancouver)
Sarmento AC, Freitas CL, Aquino ACA, Medeiros KS, Nobre ML, Serquiz N, et al. Assessing Methodological Quality in Cohort Studies: A Comparison of NOS and ROBINS-I. In: Abstracts of the 2nd Global Evidence Summit; 2024 Sep 10-13; Prague, Czech Republic. Cochrane Database Syst Rev. 2024;(1 Suppl 1):P8.
Identifier
2024GES072
Resumo
Contexto: Avaliar o risco de viés em estudos observacionais é crucial para entender sua confiabilidade e validade. Critérios padronizados e transparentes para avaliar o risco de viés promovem consistência e replicabilidade em processos de revisão sistemática. Objetivos: Comparar ferramentas para analisar o risco de viés em estudos de coorte. Métodos: Realizamos buscas no Pubmed/MedLine e Embase sem restrições de idioma ou dados. Os artigos recuperados foram rastreados no Rayyan, com dois autores avaliando e extraindo dados de forma independente. Estudos de coorte examinando os efeitos de métodos físicos para tratar a síndrome geniturinária da menopausa foram incluídos. O risco de viés foi avaliado usando a Escala de Avaliação de Qualidade de Newcastle-Ottawa (NOS) e Risco de Viés em Estudos Não Randomizados - de Intervenções (ROBINS-I). Os autores relatam não haver conflitos de interesse e não houve envolvimento público neste estudo. Resultados: Trinta e seis estudos atenderam aos critérios de elegibilidade. Usando o NOS, a maioria dos estudos era de boa qualidade, com três classificados como excelentes. No entanto, o ROBINS-I identificou cinco estudos como tendo baixo risco de viés (Figura 1). A Newcastle-Ottawa Quality Assessment Scale (NOS) é elogiada por sua simplicidade, facilidade de uso, flexibilidade e adaptabilidade, com foco em aspectos relevantes dos estudos. Em contraste, o Risk of Bias In Non-Randomized Studies - of Interventions (ROBINS-I) fornece uma abordagem detalhada e específica com diretrizes e critérios claros em vários domínios, garantindo uma aplicação consistente e objetiva. Os revisores podem interpretar e aplicar critérios de forma flexível, aprimorando a personalização para atender a requisitos específicos de revisão. Conclusões: A integração do NOS e do ROBINS-I cria uma estrutura forte para avaliar o viés na pesquisa, o que aumenta a credibilidade e a precisão das revisões sistemáticas. A melhoria contínua e o uso dessas metodologias são essenciais para manter a integridade da tomada de decisão baseada em evidências na área da saúde e em outros campos.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background: Evaluating bias risk in observational studies is crucial for understanding their reliability and validity. Standardized, transparent criteria for assessing bias risk promote consistency and replicability in systematic review processes. Objectives: To compare tools for analyzing bias risk in cohort studies. Methods: We conducted searches on Pubmed/MedLine and Embase without language or data restrictions. Retrieved articles were screened in Rayyan, with two authors independently assessing and extracting data. Cohort studies examining the effects of physical methods for treating genitourinary syndrome of menopause were included. Risk of bias was evaluated using the Newcastle-Ottawa Quality Assessment Scale (NOS) and Risk Of Bias In Non-Randomized Studies - of Interventions (ROBINS-I). The authors report no conflicts of interest, and there was no public involvement in this study. Results: Thirty-six studies met the eligibility criteria. Using NOS, most studies were of good quality, with three rated excellent. However, ROBINS-I identified five studies as having low bias risk (Figure 1). The Newcastle-Ottawa Quality Assessment Scale (NOS) is lauded for its simplicity, ease of use, flexibility, and adaptability, focusing on relevant aspects of studies. In contrast, the Risk of Bias In Non-Randomized Studies - of Interventions (ROBINS-I) provides a detailed, specific approach with clear guidelines and criteria across various domains, ensuring consistent and objective application. Reviewers can flexibly interpret and apply criteria, enhancing customization to meet specific review requirements. Conclusions: The integration of NOS and ROBINS-I creates a strong framework for assessing bias in research, which enhances the credibility and accuracy of systematic reviews. Continual improvement and use of these methodologies are essential for upholding the integrity of evidence-based decision-making in healthcare and other fields.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.