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Custeio baseado em atividades direcionado pelo tempo (TDABC) do sistema público de saúde brasileiro (SUS): resultados preliminares para a osteogênese imperfeita (OI)
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Título
Custeio baseado em atividades direcionado pelo tempo (TDABC) do sistema público de saúde brasileiro (SUS): resultados preliminares para a osteogênese imperfeita (OI)
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2022
Referência (Vancouver)
Azevedo C, Souza J, Gargano L, Salvador B, Santana-da-Silva LC, Ogata G, Nita M, Félix T. Time-Driven ActivityBased Costing (TDABC) Of Brazilian Public Healthcare System (SUS): Preliminary Results For Osteogenesis Imperfecta (OI) [Internet]. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2022 June 25-29; Utrecht, Netherlands. Health Technology Assessment International, HTAi; 2022. p. 110. PP142. Disponível em: https://htai.eventsair.com/htai-2022-utrecht-annual-meeting/oral-presentation-abstract-book
Identificador
2022HTAi022
Title
Time-driven activity-based costing (TDABC) of Brazilian public healthcare system (SUS): preliminary results for osteogenesis imperfecta (OI)
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2022
Reference (Vancouver)
Azevedo C, Souza J, Gargano L, Salvador B, Santana-da-Silva LC, Ogata G, Nita M, Félix T. Time-Driven ActivityBased Costing (TDABC) Of Brazilian Public Healthcare System (SUS): Preliminary Results For Osteogenesis Imperfecta (OI) [Internet]. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2022 June 25-29; Utrecht, Netherlands. Health Technology Assessment International, HTAi; 2022. p. 110. PP142. Disponível em: https://htai.eventsair.com/htai-2022-utrecht-annual-meeting/oral-presentation-abstract-book
Identifier
2022HTAi022
Resumo
Introdução: Melhorar o valor dos cuidados de saúde prestados requer informações precisas sobre custos, o que pode ser desafiador para doenças raras. Relatamos os custos diretos de pacientes com OI usando a metodologia TDABC. Métodos: Esta pesquisa faz parte de um estudo observacional nacional para avaliar o "Valor da Jornada de Cuidados de Saúde para Pacientes com Doenças Raras" no SUS. Dados sobre a jornada do paciente e dados econômicos foram coletados para a prática clínica real em cada centro médico incluído no projeto. Definimos o ponto de partida da doença e mapeamos o caminho de um paciente na jornada de cuidados de saúde, incluindo tratamento, exames, procedimentos e consultas necessárias. O custo unitário, o tempo e a quantidade de recursos para realizar cada atividade, como recursos humanos, materiais e medicamentos, foram avaliados, desconsiderando os custos indiretos. Aqui apresentamos resultados preliminares para OI. Consideramos centros médicos de diferentes regiões do Brasil. Os resultados são apresentados em termos de porcentagem e/ou média e seu desvio padrão (DP). Resultados: Três centros médicos completaram a coleta de dados. O custo médio [DP] de um ano de jornada de um paciente diagnosticado com OI é de BRL 16.308,07 [11.005,21] (USD 2.886,91 [1.948,36]) por centro. As atividades com maior custo são os medicamentos, com um custo médio de BRL 11.919,47 [12.629,45] (USD 2.109,76 [2.235,52]), seguidos por materiais e recursos humanos, com um custo médio de BRL 2.881,91 [3.311,57] (USD 509,92 [585,84]) e BRL 1.506,70 [1.300,46] (USD 266,54 [230,24]), respectivamente. Ao avaliar o momento da jornada de um paciente, a porcentagem de consultas, diagnósticos, tratamentos e acompanhamento foi de 11,2, 25,8, 32,5 e 30,5, respectivamente. Apenas 3,3 por cento dos recursos consumidos eram externos ao centro (gastos do próprio bolso ou seguro privado). Conclusões: O TDABC pode desenhar de forma eficiente os processos e os custos associados a eles. Os medicamentos são o principal impulsionador dos custos anuais para pacientes com OI no SUS. Este estudo foi financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e pelo Ministério da Saúde do Brasil – MoH.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Improving the value of healthcare delivered requires accurate cost information, which can be challenging for rare diseases. We report direct costs of patients with OI using the TDABC methodology. Methods. This research is part of a nationwide observational study to assess the “Value of Healthcare Journey for Patients With Rare Diseases” in SUS. Patient journey and economic data was collected for the actual clinical practice in each medical center enrolled in the project. We set the starting point of disease and map a patient’s path in the healthcare journey, including treatment, exams, procedures and appointments needed. Unit cost, time and amount of resources to perform each activity, such as human resources, materials and medicines, was assessed, disregarding indirect costs. Here we present preliminary results for OI. We considered medical centers from different regions of Brazil. The results are presented in terms of percentage and/or mean and its standard deviation (SD). Results. Three medical centers completed the data collection. The average [SD] cost of a one year journey of a patient diagnosed with OI is BRL 16,308.07 [11,005.21] (USD 2,886.91 [1,948.36]) per center. Activities with greater cost are medicines, with an average cost of BRL 11,919.47 [12,629.45] (USD 2,109.76 [2,235.52]), followed by materials and human resources, with an average cost of BRL 2,881.91 [3,311.57] (USD 509.92 [585.84]) and BRL 1,506.70 [1,300.46] (USD 266.54 [230.24]), respectively. When assessing the moment of a patient’s journey, the percentage of appointments, diagnosis, treatments and follow-up were 11.2, 25.8, 32.5 and 30.5, respectively. Only 3.3 percent of consumed resources were external to the center (out-of-pocket or private insurance). Conclusions. The TDABC can efficiently draw the processes and costs associated with it. Medicines are the main driver of annual costs for OI patients in the SUS. This study was funded by the National Council for Scientific and Technological Development – CNPq and the Ministry of Health of Brazil – MoH
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.