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Segurança cardíaca do trastuzumabe para câncer de mama metastático
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Título
Segurança cardíaca do trastuzumabe para câncer de mama metastático
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Lemos LP, Almeida PHRF, Alvares J, Rabelo R, Santos VC, Acurcio F, Guerra A. Cardiac Safety Of Trastuzumab For Metastatatic Breast Cancer. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 318-319. PP118.
Identificador
2018HTAi038
Title
Cardiac safety of trastuzumab for metastatic breast cancer
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Lemos LP, Almeida PHRF, Alvares J, Rabelo R, Santos VC, Acurcio F, Guerra A. Cardiac Safety Of Trastuzumab For Metastatatic Breast Cancer. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2018 June 1-5; Vancouver, Canada. Health Technology Assessment International, HTAi; 2018. p. 318-319. PP118.
Identifier
2018HTAi038
Resumo
Introdução: O câncer de mama metastático (MBC) é considerado incurável. O trastuzumabe (T), um anticorpo monoclonal que bloqueia o HER-2, é usado em combinação com outras quimioterapias ou como monoterapia para tratar vários estágios do câncer de mama, incluindo MBC. O objetivo deste estudo foi avaliar a segurança do T como tratamento de primeira linha ou após progressão em mulheres com MBC. Métodos: Realizamos uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Pesquisamos nas bases de dados: MEDLINE (Pubmed), LILACS, Cochrane Library e EMBASE (acessado em novembro de 2016) e realizamos uma busca manual. A avaliação da qualidade metodológica foi realizada usando a ferramenta de risco de viés da Cochrane Collaboration. Adotamos o modelo de efeitos aleatórios para meta-análise. Os resultados foram apresentados como risco relativo (RR) com intervalos de confiança de 95% (p < 0,05), I2 e valor de p para heterogeneidade. RESULTADOS: A busca recuperou 2238 publicações. Após avaliação dos critérios de elegibilidade, incluímos cinco estudos sobre T no tratamento de primeira linha (T n = 493; sem T n = 492) e dois estudos sobre T após progressão (T n = 226; sem T n = 226). Em geral, os estudos apresentaram qualidade moderada. Cinco foram financiados pela indústria farmacêutica. Em relação ao tratamento de primeira linha, o grupo de pacientes que utilizou T apresentou risco três vezes maior de desenvolver evento adverso cardíaco em comparação ao grupo que não utilizou T (RR = 3,3; 1,52-7,29; I2 = 0%, p = 0,39). A continuidade do T após progressão não revelou diferença entre os grupos quanto ao risco de desenvolver evento adverso cardíaco (RR=5,31; 0,62- 45,49; I2=0%, p=0,62). CONCLUSÕES: A evidência referente ao maior risco de evento adverso cardíaco com T como tratamento de primeira linha para MBC é robusta e isso deve ser levado em consideração ao equilibrar riscos e benefícios do tratamento. A evidência para continuação de T após progressão de MCB é fraca e mais estudos são necessários para confirmar os achados.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Metastatic breast cancer (MBC) is considered incurable. Trastuzumab (T), a monoclonal antibody that blocks HER-2 is used in combination with other chemotherapies or as monotherapy to treat various stages of breast cancer, including MBC. The aim of this study was to evaluate the safety of T as first line treatment or after progression in women with MBC. Methods: We conducted a systematic review of randomized controlled trials. We searched the databases: MEDLINE (Pubmed), LILACS, Cochrane Library and EMBASE (accessed November 2016) and performed manual search. The methodological quality assessment was performed using the Cochrane Collaboration risk of bias tool. We adopted the random effects model for meta-analysis. The results were presented as relative risk (RR) with 95% confidence intervals (p random effects model for meta-analysis. The results were presented as relative risk (RR) with 95% confidence intervals (p <0.05), I2 and p value for heterogeneity. RESULTS: The search retrieved 2238 publications. After eligibility criteria assessment we included five studies on T in the first line treatment (T n=493; no-T n=492) and two studies on T after progression (T n=226; no-T n=226). In general, studies presented moderate quality. Five were funded by the pharmaceutical industry. Regarding first line treatment, the group of patients that used T had three times higher risk of developing cardiac adverse event compared to the group that did not use T (RR=3.3; 1.52-7.29; I2=0%, p=0.39). The continuity of T after progression revealed no difference between the groups regarding the risk of developing cardiac adverse event (RR=5.31; 0.62- 45.49; I2=0%, p=0.62). CONCLUSIONS: The evidence regarding the higher risk of cardiac adverse event with T as first line treatment for MBC is robust and this should be taken into account when balancing risks and benefits of treatment. The evidence for continuation of T after MCB progression is week and more studies are needed to confirm the findings.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.