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Um estudo de acompanhamento sobre implantação de válvula aórtica transcateter (TAVI)
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Título
Um estudo de acompanhamento sobre implantação de válvula aórtica transcateter (TAVI)
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2017
Referência (Vancouver)
Kelles SM, Santos AC Jr, Azevedo DC, Carvalho LM, Rodrigues LO, Fernandes MR, Horta MG, Avelar SO. A Follow Up Study On Transcatheter Aortic Valve Implantation (TAVI). In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 231-232. PP091.
Identificador
2017HTAi018
Title
A follow up study on transcatheter aortic valve implantation (TAVI)
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2017
Reference (Vancouver)
Kelles SM, Santos AC Jr, Azevedo DC, Carvalho LM, Rodrigues LO, Fernandes MR, Horta MG, Avelar SO. A Follow Up Study On Transcatheter Aortic Valve Implantation (TAVI). In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 231-232. PP091.
Identifier
2017HTAi018
Resumo
Introdução: A estenose aórtica severa com sintomas ou disfunção ventricular esquerda comumente tem um prognóstico ruim. A substituição da válvula aórtica é geralmente realizada para esses pacientes visando melhorar sua classe funcional e taxa de sobrevivência. A implantação de válvula aórtica transcateter (TAVI) é frequentemente apresentada como uma opção em pacientes com alto risco cirúrgico para a substituição cirúrgica convencional da válvula. No entanto, neste grupo de pacientes, a literatura tem apresentado evidências conflitantes, sugerindo que os benefícios da TAVI para pacientes com alto ou intermediário risco cirúrgico não são consistentes. METODOLOGIA: Este estudo retrospectivo teve como objetivo avaliar a taxa de mortalidade de uma coorte de pacientes após a correção da disfunção da válvula aórtica com TAVI. Consistiu em uma amostra de conveniência de pacientes com alto risco para cirurgia aberta para a correção da disfunção da válvula aórtica tratados com TAVI entre 2013 e 2016. Todos os pacientes incluídos estavam recebendo assistência de saúde por uma organização de manutenção de saúde (HMO) sem fins lucrativos operando em Belo Horizonte, Brasil. Como a TAVI atualmente não é coberta pelo sistema de saúde suplementar brasileiro, os reembolsos foram exigidos por meio de ações judiciais. Os dados foram extraídos de um banco de dados administrativo, utilizando o software Oracle Business Intelligence®. Variáveis contínuas foram expressas como média e desvio padrão. O método de Kaplan-Meier foi utilizado para ajustar a curva de sobrevivência de 1 ano, usando o software STATA 13.1 (Stata Corp, College Station, TX, EUA). Esta coorte histórica não resultou em intervenções, nem durante o curso do tratamento instituído, nem após o desfecho observado. A privacidade dos sujeitos e a confidencialidade de suas informações pessoais foram tratadas de acordo com os princípios éticos da Declaração de Helsinque. Resultados: No total, dezessete pacientes com uma média de idade de 80,5 anos (68-91) foram submetidos a TAVI; 59% eram mulheres. A taxa de mortalidade perioperatória foi de 23,5% (n = 4) e a mortalidade acumulada total em um ano foi de 35,3% (n=6). A média de permanência hospitalar foi de 26,9 ± 16,6 dias. A permanência hospitalar prolongada (≥ 7 dias) ocorreu em 14/17 casos (82,3%), com um máximo de 51 dias. Conclusões: Assim como em nossos achados, outros autores descreveram uma alta taxa de mortalidade precoce e tardia em pacientes submetidos a TAVI. A estratégia de utilizar TAVI como uma alternativa em pacientes com alto risco para cirurgia aberta ainda está em debate e deve ser cuidadosamente discutida, levando em consideração a expertise da equipe local, bem como os recursos de saúde disponíveis localmente.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Severe aortic stenosis with symptoms or left ventricular dysfunction has commonly a poor prognosis. Aortic valve replacement is usually performed for these patients aiming at improving their functional class and survival rate. Transcatheter aortic valve implantation (TAVI) is often presented as an option in patients with high surgical risk for conventional surgical valve replacement.(1) Nonetheless, in this group of patients, the literature has yielded conflicting evidence suggesting that benefits of TAVI for patients of high or intermediate surgical risk is not consistent. Methodology: This retrospective study aimed to evaluate the mortality rate from a cohort of patients after the correction of aortic valve dysfunction with TAVI. It consisted of a convenience sample of patients at high risk for open surgery for the correction of aortic valve dysfunction treated with TAVI from 2013 to 2016. All included patients were being provided healthcare assistance by a private nonprofit health maintenance organization (HMO) operating in Belo Horizonte, Brazil. Since TAVI is not currently covered by the Brazilian supplementary healthcare system, reimbursements were enforced by lawsuits. Data was extracted from an administrative database, using the software Oracle Business Intelligence®. Continuous variables were expressed as mean and standard deviation. The Kaplan-Meier method was used to adjust the 1-year survival curve using the software STATA 13.1 (Stata Corp, College Station, TX, USA). This historical cohort resulted in no interventions, neither during the course of the instituted treatment nor after the observed outcome. Privacy of subjects and the confidentiality of their personal information were handled in accordance to the ethical principles of the Declaration of Helsinki. Results: Overall, seventeen patients with a mean age of 80.5 years (68-91) underwent TAVI; 59 percent were women. Peri-operative mortality rate was 23.5 percent (n = 4) and accumulated overall one-year mortality was 35.3 percent (n=6). Mean length of hospital stay was 26.9 ± 16.6 days. Prolonged hospital stay (≥ 7 days) occurred in 14/17 cases (82.3 percent), with a maximum of 51 days. Conclusions: In similarity to our findings, other authors described a high early and late mortality rate in patients undergoing TAVI. The strategy to use TAVI as an alternative in patients at high risk for open surgery is still under debate and should be carefully discussed taking into consideration the local team expertise as well as local healthcare available recourses.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.