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Monitoramento do horizonte tecnológico nas decisões sobre esclerose múltipla no Brasil
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Título
Monitoramento do horizonte tecnológico nas decisões sobre esclerose múltipla no Brasil
Tipo de documento
Pôster
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2017
Referência (Vancouver)
Gomes P, Souza AB, Vidal A, Canuto V, Petramale C. Horizon Scanning In Multiple Sclerosis Decisions In Brazil. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 226-227. PP086.
Identificador
2017HTAi017
Title
Horizon scanning in multiple sclerosis decisions in Brazil
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2017
Reference (Vancouver)
Gomes P, Souza AB, Vidal A, Canuto V, Petramale C. Horizon Scanning In Multiple Sclerosis Decisions In Brazil. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2017 June 17-21; Rome, Italy. Health Technology Assessment International, HTAi; 2017. p. 226-227. PP086.
Identifier
2017HTAi017
Resumo
Introdução: No Brasil, o setor farmacêutico tem solicitado a incorporação individual no Sistema Único de Saúde (SUS) para cada novo medicamento para esclerose múltipla que recebe autorização sanitária para comercialização. O Horizon Scanning dentro do Ministério da Saúde brasileiro tem desempenhado um papel fundamental nas recomendações feitas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC). O Horizon Scanning busca prever quais tecnologias têm potencial para impactar os cuidados de saúde no SUS, antes de sua solicitação formal. Este estudo visa apresentar o impacto do Horizon Scanning em duas avaliações realizadas pela CONITEC sobre medicamentos para tratar a esclerose múltipla. Métodos: Foi realizada uma busca em literatura cinzenta para encontrar novos e emergentes medicamentos para o tratamento da esclerose múltipla. Também foram pesquisadas agências regulatórias: Agência Europeia de Medicamentos (EMA), Food and Drug Administration (FDA) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Um formulário padronizado pré-definido foi utilizado. As informações extraídas sobre cada medicamento incluíam: nome do medicamento, mecanismo de ação, indicação, via de administração, fases concluídas de ensaios clínicos e registro em outros países. Resultados: Em 2014, o Horizon Scanning identificou sete medicamentos enquanto a CONITEC avaliava o Fingolimode para esclerose múltipla. Nesse caso, a via de administração do medicamento foi um diferencial, pois apenas três dos novos medicamentos identificados também eram administrados por via oral. Assim, o Fingolimode recebeu recomendação positiva para incorporação. Em 2016, o Horizon Scanning identificou quatorze medicamentos enquanto o Teriflunomida estava em avaliação. Naquele momento, o Fingolimode administrado por via oral já estava disponível e foram identificados outros oito novos medicamentos com a mesma via de administração. Portanto, a recomendação inicial foi contra sua incorporação. Conclusões: O Horizon Scanning provou ser de grande importância para auxiliar o processo de tomada de decisão do comitê. Nos dois casos apresentados, as informações do Horizon Scanning puderam prever quais tecnologias estavam sendo desenvolvidas e poderiam ser registradas no Brasil. Essas novas tecnologias influenciaram as recomendações feitas pelos membros da CONITEC. Como resultado, uma seção de Horizon Scanning tornou-se obrigatória em todos os relatórios da CONITEC.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: In Brazil, the pharmaceutical sector has requested an individual incorporation in the Brazilian public health system (SUS) for each new drug for multiple sclerosis that receives sanitary authorization for marketing. Horizon Scanning within Brazilian Ministry of Health has played a key role in the recommendations made by the National Committee for Health Technology Incorporation (CONITEC). Horizon Scanning seeks to predict which technologies have potential to impact health care in SUS, before their formal request. This study aims to present the impact of horizon scanning in two assessments made by CONITEC on drugs to treat Multiple Sclerosis. Methods: Grey literature was searched to find new and emerging drugs for multiple sclerosis treatment. Regulatory agencies were also searched: European Medicines Agency (EMA), Food and Drug Administration (FDA) and Brazilian Regulation and Health Surveillance Agency (Anvisa). A predefined standardized form was used. Information extracted about each drug was identified as: drugs name, mechanism of action, indication, administration route, finished phases of clinical trial and registration in other countries. Results: In 2014, horizon scanning identified seven drugs while CONITEC was assessing Fingolimod for multiple sclerosis. In this case, the drug’s administration route was a differential, as only three new drugs identified were also orally administrated. Thus, Fingolimod received a positive recommendation for incorporation. In 2016, horizon scanning identified fourteen drugs while Teriflunomide was under assessment. At this moment, the orally administrated Fingolimod was already available and it was identified other eight new drugs with the same route. Therefore, the initial recommendation was against its incorporation. Conclusions: Horizon scanning has proved to be of major importance for assisting recommendation-making process of the committee. In the two cases presented, horizon scanning information could predict which technologies were being developed and could be registered in Brazil. These new technologies had influenced the recommendations made by CONITEC’s members. As a result, a horizon scanning section in all CONITEC’s reports became mandatory.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.