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Eficácia, segurança e custo-efetividade do aripiprazol para esquizofrenia: uma revisão sistemática
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Título
Eficácia, segurança e custo-efetividade do aripiprazol para esquizofrenia: uma revisão sistemática
Tipo de documento
Apresentação
Descrição
Resumo apresentado na Health Technology Assessment international (HTAi)
Fonte
HTAi
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Santos A, Godói I, Brandão C, Alvares J, Nunes H, Acurcio F, Guerra A. Efficacy, Safety And Cost-Effectiveness Of Aripiprazole For Schizophrenia: A Systematic Review. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 80. OS. 241.
Identificador
2016HTAi006
Title
Efficacy, safety and cost-effectiveness of aripiprazole for schizophrenia: a systematic review
Description
Abstract presented at Health Technology Assessment international (HTAi)
Source
HTAi
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Santos A, Godói I, Brandão C, Alvares J, Nunes H, Acurcio F, Guerra A. Efficacy, Safety And Cost-Effectiveness Of Aripiprazole For Schizophrenia: A Systematic Review. In: HTAi Annual Meeting Abstract Book; 2016 May 10-14; Tokyo, Japan. Health Technology Assessment International, HTAi; 2016. p. 80. OS. 241.
Identifier
2016HTAi006
Resumo
Contexto e objetivos: A esquizofrenia é uma condição crônica debilitante caracterizada por distúrbios no pensamento, comportamento e afeto. Ocorre, aproximadamente, em 0,3 a 1% da população mundial (1-7). O aripiprazol é um estabilizador do sistema dopamina-serotonina que possui atividade agonista parcial nos receptores D2 e 5-HT1A e atividade antagonista nos receptores 5-HT2A (7-9). Este estudo propõe uma revisão sistemática da eficácia, segurança e custo-efetividade do aripiprazol em comparação com os medicamentos antipsicóticos já fornecidos pelo sistema de saúde pública do Brasil (Sistema Único de Saúde, SUS) como um primeiro passo para avaliação da inclusão dessa tecnologia como tratamento padrão no país. Métodos: Foram pesquisadas as bases de dados da Cochrane Library (via Bireme), Medline (via Pubmed), LILACS e Centre for Reviews and Dissemination (CRD) para ensaios clínicos controlados randomizados (RCTs) e para estudos farmacoeconômicos que avaliaram a eficácia, segurança e custo-efetividade do aripiprazol no tratamento de pacientes com esquizofrenia. Também foram buscados relatórios de Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) em sites de agências de ATS de países com sistemas de saúde pública. A qualidade dos RCTs foi avaliada por GRADE modificado (10-12). Resultados: Onze RCTs e onze estudos farmacoeconômicos foram incluídos. A qualidade dos RCTs variou de pobre a moderada. Na maioria dos estudos, o aripiprazol não apresentou vantagens na redução das pontuações do PANSS e CGI e em relação à descontinuação do tratamento quando comparado ao haloperidol, risperidona, quetiapina, ziprasidona e olanzapina, todos fornecidos pelo SUS. Observou-se um melhor perfil metabólico para o aripiprazol em comparação com a olanzapina, mas não com a ziprasidona. Nos quatro relatórios de ATS recuperados, o aripiprazol foi recomendado como terapia alternativa para pacientes não responsivos a tratamentos de primeira linha. Estudos de custo-efetividade da Grécia, EUA, Suécia e Espanha favoreceram a olanzapina e a risperidona em relação ao aripiprazol. Conclusões: Considerando o uso, a qualidade da evidência e os resultados dos estudos disponíveis até o momento, bem como a alta razão de custo-efetividade, o aripiprazol não pode ser considerado uma alternativa terapêutica melhor para o tratamento de pacientes com esquizofrenia do que os medicamentos já disponíveis no SUS atualmente. No entanto, pode ser útil para o tratamento de pacientes que não obtiveram uma resposta adequada com os medicamentos disponíveis. A tecnologia deve ser reavaliada com o surgimento de novos dados e após redução de preço.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Background and objectives: Schizophrenia is a chronic debilitating condition characterized by disturbances in thought, behavior and affect. It occurs, approximately, in 0.3 to 1% of the world´s population (1-7). Aripiprazole is a dopamine-serotonine system stabilizer that has partial agonist activity in D2 and 5-HT1A receptors and antagonist activity in 5-HT2A receptors (7- 9). This study proposes a systematic review of the efficacy, safety and cost-effectiveness of aripiprazole in comparison with the antipsychotic drugs already provided by the public health system of Brazil (Unified Health System, SUS) as a first step for assessment for inclusion of this technology as a standard treatment in the country. Methods: The Cochrane Library (via Bireme), Medline (via Pubmed), LILACS and Centre for Reviews and Dissemination (CRD) databases were searched for Randomized Controlled Trials (RCTs) and for pharmacoeconomic studies that evaluated the efficacy, safety and cost-effectiveness of 81 aripiprazole in the treatment of patients with schizophrenia. We also searched for Health Technology Assessment (HTA) reports in websites of HTA agencies of countries with public health systems. The quality of RCTs was assessed by modified GRADE (10-12). Results: Eleven RCTs and eleven pharmacoeconomic studies were included. The quality of the RCTs varied from poor to moderate. In most studies aripiprazole did not present advantages in reduction of PANSS and CGI scores and with respect of treatment discontinuation when compared to haloperidol, risperidone, quetiapine, ziprasidone and olanzapine, all provided by SUS. We observed better metabolic profile for aripiprazol in comparison with olanzapine, but not with ziprasidone. In the four HTA reports recovered aripiprazole was recommended as an alternative therapy for patients not responsive to first-line treatments. Cost-effectiveness studies from Greece, USA, Sweden and Spain favored olanzapine and risperidone over aripiprazole. Conclusions: Considering the use, the quality of evidence and the results of the studies available to date, as well as the high cost-effectiveness ratio, aripiprazole cannot be considered a better therapeutic alternative for the treatment of patients with schizophrenia than the already available drugs in SUS at the moment. It can, nevertheless, be useful for the treatment of patients that did not achieve an adequate response with the available drugs. The technology should be reassessed with the emergence of new data and after price reduction
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.