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Monitoramento pós incorporação no Sistema Único de Saúde: uma análise de infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe para o tratamento da retocolite ulcerativa
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Título
Monitoramento pós incorporação no Sistema Único de Saúde: uma análise de infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe para o tratamento da retocolite ulcerativa
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Santos JBR, Lyrio AO, Ferré F, Mega TP, Lopes ACF, Bonan LFS. Monitoramento pós incorporação no Sistema Único de Saúde: uma análise de infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe para o tratamento da retocolite ulcerativa. J Assist Farmac Farmacoecon. 2023;8(Suppl 2).
Identificador
2023JAFF115
Title
Post-Incorporation Monitoring in the Brazilian Unified Health System: An Analysis of Infliximab, Vedolizumab, and Tofacitinib for the Treatment of Ulcerative Colitis
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2023
Reference (Vancouver)
Santos JBR, Lyrio AO, Ferré F, Mega TP, Lopes ACF, Bonan LFS. Monitoramento pós incorporação no Sistema Único de Saúde: uma análise de infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe para o tratamento da retocolite ulcerativa. J Assist Farmac Farmacoecon. 2023;8(Suppl 2).
Identifier
2023JAFF115
Resumo
Introdução: A retocolite ulcerativa é uma condição inflamatória crônica imunomediada do intestino grosso que está frequentemente associada à inflamação do reto. Atualmente, os medicamentos infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para os casos de dependência de corticoide apesar de dose adequada de azatioprina por um tempo mínimo de 12 semanas. Objetivo: Avaliar a implementação, a utilização, o custo do tratamento por paciente-ano e o impacto orçamentário de infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe para o tratamento da retocolite ulcerativa moderada a grave no SUS. Material e Método: Foi realizado um estudo de coorte retrospectiva por meio da Sala Aberta de Situação de Inteligência em Saúde (Sabeis), que é originada do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). Foram incluídos todos os pacientes com CID-10 primário da retocolite ulcerativa e em uso de infliximabe, vedolizumabe ou tofacitinibe. O período de análise foi da implementação do infliximabe até dezembro de 2022. Resultados: Após a incorporação no SUS, os medicamentos foram disponibilizados em um período que variou de 7 a 20 meses. Foram atendidos 5.484 pacientes, sendo que 5.038 permaneceram em tratamento em 2022. O infliximabe foi o mais utilizado (55%), possivelmente por ser o primeiro implementado. No entanto, o vedolizumabe apresentou maior crescimento, com acréscimo de cerca de 60 pacientes por mês, seguido por infliximabe e tofacitinibe com cerca de 35 e 18 pacientes por mês, respectivamente (p<0,001). Os preços unitários dos medicamentos foram inferiores ao proposto na incorporação e reduziram após a incorporação, exceto pelo tofacitinibe na última aquisição. Em 2022, o vedolizumabe teve o maior custo de tratamento por paciente-ano (R$25.802,16 no primeiro ano e R$ 19.351,62 no segundo ano). Infliximabe e tofacitinibe foram aproximadamente 20% e 50% mais baratos que o vedolizumabe, respectivamente, no primeiro e segundo ano de implementação. O impacto orçamentário do infliximabe e vedolizumabe foi similar no primeiro ano (R$ 17.499.132,00 e R$ 15.259.756,00, respectivamente). No segundo ano de implementação do infliximabe, o impacto orçamentário quase dobrou devido à maior difusão do medicamento (R$ 33.474.056,94). O impacto orçamentário para o infliximabe e vedolizumabe foi menor do que o estimado no relatório de incorporação, com estimativas para o primeiro ano de R$ 34.360.544,12 e R$ 45.922.752,22, respectivamente. No entanto, não foi possível avaliar o tofacitinibe devido ao tempo inferior a 12 meses de incorporação. Discussão e Conclusões: Essa análise apresenta dados de mundo real de infliximabe, vedolizumabe e tofacitinibe para o tratamento da retocolite ulcerativa, verificando-se a importância do monitoramento das tecnologias incorporadas pelo SUS.
Palavras-chave
Infliximabe | Monitoramento pós incorporação | Sistema Único de Saúde | Tofacitinibe | Vedolizumabe
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Ulcerative colitis is a chronic immune-mediated inflammatory condition of the large intestine, often associated with inflammation of the rectum. Currently, the Brazilian Unified Health System (SUS) provides medications like infliximab, vedolizumab, and tofacitinib for cases of steroid-dependent ulcerative colitis despite adequate doses of azathioprine for a minimum of 12 weeks. Objective: This study aims to evaluate the implementation, utilization, cost per patient-year of treatment, and budgetary impact of infliximab, vedolizumab, and tofacitinib for the treatment of moderate to severe ulcerative colitis within the SUS. Materials and Methods: A retrospective cohort study was conducted using data from the Health Intelligence Situation Room (Sabeis), derived from the Ambulatory Information System of SUS (SIA/SUS). The study included all patients with a primary ICD-10 diagnosis of ulcerative colitis who were receiving infliximab, vedolizumab, or tofacitinib. The analysis period ranged from the implementation of infliximab until December 2022. Results: Following their incorporation into SUS, these medications became available within periods ranging from 7 to 20 months. A total of 5,484 patients were treated, with 5,038 still receiving treatment in 2022. Infliximab was the most utilized (55%), possibly due to being the first implemented. However, vedolizumab showed the highest growth rate, with an increase of approximately 60 patients per month, followed by infliximab and tofacitinib with around 35 and 18 patients per month, respectively (p<0.001). Unit prices of these medications were lower than initially proposed upon incorporation and decreased further post-incorporation, except for tofacitinib in the latest acquisition. In 2022, vedolizumab had the highest cost per patient-year of treatment (R$25,802.16 in the first year and R$19,351.62 in the second year). Infliximab and tofacitinib were approximately 20% and 50% cheaper than vedolizumab, respectively, in the first and second year after implementation. The budgetary impact of infliximab and vedolizumab was similar in the first year (R$17,499,132.00 and R$15,259,756.00, respectively). In the second year of infliximab implementation, the budgetary impact nearly doubled due to wider adoption (R$33,474,056.94). The budgetary impact for infliximab and vedolizumab was lower than estimated in the incorporation report, which projected R$34,360,544.12 and R$45,922,752.22, respectively, for the first year. However, tofacitinib could not be fully evaluated due to its incorporation period being less than 12 months. Discussion and Conclusions: This study provides real-world data on infliximab, vedolizumab, and tofacitinib for treating ulcerative colitis, underscoring the importance of monitoring technologies incorporated into SUS.
Keywords
Brazilian Unified Health System (SUS) | infliximab | Post-incorporation Monitoring | Tofacitinib | Vedolizumab
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.