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Um modelo para assistência farmacêutica municipal
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Título
Um modelo para assistência farmacêutica municipal
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2018
Referência (Vancouver)
Zago L. Um modelo para assistência farmacêutica municipal. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identificador
2018JAFF026
Title
A Model for Municipal Pharmaceutical Care
Document type
Abstract
Description
Abstract published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2018
Reference (Vancouver)
Zago L. Um modelo para assistência farmacêutica municipal. J Assist Farmac Farmacoecon. 2018;3(Suppl 1).
Identifier
2018JAFF026
Resumo
Introdução: A Assistência Farmacêutica (AF), considerada uma política fundamentada e integrada na nova Política da Atenção Básica deve ser orientada para contribuir com a promoção do acesso universal e igualitário e a promoção do uso racional dos medicamentos. Para muitos gestores a AF é resumida apenas a entrega de medicamentos, sem considerar que existe todo um serviço necessário para que seu uso seja feito de maneira racional e que resulte no benefício esperado. Objetivos: Promover a mudança do modelo da Política Municipal da Assistência Farmacêutica no âmbito da Atenção Básica. Métodos: A proposta de modelo seguirá a lógica da gestão descentralizada e compartilhada com foco no acesso e uso racional de medicamentos. Contará com o apoio de farmacêutico supervisor atuando na logística e controle de estoque nas unidades de saúde. O farmacêutico do NASF da região adstrita atuará no matriciamento, principalmente no que se refere a aspectos clínicos e assistenciais relacionados à AF. Serão criadas seis regiões de supervisão farmacêutica, onde cada farmacêutico será responsável por cinco unidades de saúde. A infra-estrutura será utilizada a existente nas Unidades de Saúde, com adequações necessárias para viabilizar o armazenamento, entrega e dispensação dos medicamentos. Além dos farmacêuticos supervisores, as unidades de saúde contarão com o auxiliar de farmácia, o qual receberá treinamento prévio ao início das suas atividades com matérias pertinentes a AF. Resultados: O atual modelo existente no nosso município apresenta muitas falhas, tanto no que se refere ao controle do medicamento em si como na oferta de serviços farmacêuticos. A estimativa de perda por vencimento ou por falta de controle na saída dos medicamentos chega a 20% do total investido, totalizando cerca de R$ 800.000,00. O controle efetivo dos estoques nas unidades proporcionará uma economia que pode ser revertida na própria estruturação da AF. Além do controle do medicamento, o foco no usuário também é primordial nesse novo modelo. Isso se dá pela oferta de serviços farmacêuticos, inexistente ou ocorrendo de forma muito insípida atualmente. A dispensação qualificada, seja na primeira retirada ou em agendamento de horário com o farmacêutico supervisor, a conciliação de medicamentos, a interação com a equipe multidisclipinar da unidade e possíveis visitas domiciliares quando necessários são atividades a serem desenvolvidas pelos farmacêuticos supervisores. Conclusão: Com o atual cenário nacional, onde a figura do farmacêutico no SUS não é entendida pelos gestores municipais como obrigatória nas unidades básicas de saúde a adoção do modelo de supervisão farmacêutica é uma saída para início da inserção do profissional e dos serviços a ele vinculados. E com o registro sistemático dos resultados obtidos poderemos gerar dados que comprovem a importância do farmacêutico no SUS, mudando assim o entendimento dos gestores a respeito da AF.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Pharmaceutical Assistance (PA), considered a fundamental policy integrated within the new Primary Health Care Policy, aims to promote universal and equitable access and encourage rational use of medications. However, many administrators often reduce PA to simply the provision of medications, overlooking the comprehensive services necessary for their rational use and expected benefits. Objectives: This paper aims to initiate a change in the Municipal Pharmaceutical Assistance Policy within Primary Health Care. Methods: The proposed model follows a logic of decentralized and shared management, focusing on access and rational use of medications. It includes the appointment of a supervisory pharmacist responsible for logistics and inventory control at health units. Pharmacists from the Family Health Support Centers (NASF) will provide matrix support, particularly in clinical and healthcare aspects related to PA. Six regions for pharmaceutical supervision will be established, with each pharmacist overseeing five health units. Existing infrastructure at Health Units will be utilized, with necessary adjustments for storage, delivery, and dispensing of medications. Pharmacy assistants will also receive training before commencing their duties related to PA. Results: The current model in our municipality exhibits significant flaws, particularly in medication control and the provision of pharmaceutical services. Estimated losses due to expiration or inadequate control of medication distribution reach 20% of the total investment, totaling approximately R$ 800,000. Effective inventory control will lead to savings that can be reinvested into enhancing the PA structure. Besides medication control, focusing on user-centric services is crucial in this new model. This includes qualified dispensing, initial medication reconciliation, interaction with the multidisciplinary team, and potential home visits when necessary, all managed by supervisory pharmacists. Conclusion: Given the current national scenario where the role of pharmacists in the Unified Health System (SUS) is not universally recognized by municipal administrators, adopting a model of pharmaceutical supervision offers a pathway to integrate these professionals and their associated services into primary health care. Systematic recording of outcomes will generate data that demonstrate the pharmacist's pivotal role within SUS, potentially changing administrators' perceptions of PA.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.