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Brincando e aprendendo: a importância do uso racional de medicamentos e do farmacêutico
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Título
Brincando e aprendendo: a importância do uso racional de medicamentos e do farmacêutico
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado no 14º Fórum Brasileiro sobre Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (FAFF) e publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Rosa TF, Arnhold S, Backes ML. Brincando e aprendendo: a importância do uso racional de medicamentos e do farmacêutico. J Assist Farmac Farmacoecon. 2026;11.
Identificador
2026JAFF206
Title
Playing and Learning: The Importance of the Rational Use of Medicines and the Pharmacist
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the 14th Brazilian Forum on Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (FAFF) and published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2026
Identifier
2026JAFF206
Resumo
Introdução: A saúde é um dos aspectos mais importantes da vida e começa a ser cuidada desde a infância. Ensinar as crianças sobre o papel do farmacêutico, o uso correto de medicamentos, os riscos da automedicação e o descarte adequado de medicamentos é essencial para que cresçam com uma consciência de cuidado e responsabilidade. De acordo com o Ministério da Saúde, crianças menores de cinco anos representam, aproximadamente, 35% dos casos de intoxicação por medicamentos, no Brasil. O envolvimento da criança no evento toxicológico não ocorre ao acaso, sendo influenciado por diversos fatores. Há evidências de que os principais relacionados sejam inerentes ao fato de ser criança (curiosidade natural, falta de noção de perigo e paladar em desenvolvimento), à sociedade (falta de orientação) e ao serviço de saúde (difícil acesso aos centros de saúde). Além disso, a conscientização do público infantil sobre uso racional e práticas adequadas relacionadas a medicamentos incentiva a transformação a partir da educação infantil e impulsiona a multiplicação desse conhecimento nas famílias. Objetivo: Relatar a experiência de ações de conscientização com público infantil visando orientar e divulgar a forma correta de uso correto de medicamentos, os riscos da automedicação e o descarte adequado de medicamentos. Métodos: A farmacêutica, junto com uma estagiária de Farmácia, esteve em uma escola municipal de educação infantil para uma conversa com os 47 alunos do Jardim B, crianças de 5 a 6 anos de idade. Na ação, com auxílio das professoras, foram entregues desenhos para pintura – temática de saúde e a importância do farmacêutico e um jogo da memória educativo – com informações sobre descarte correto, uso racional de medicamentos e enfatizando que medicamento não é brinquedo. Resultados: Dos 209 alunos (100%) matriculados na escola municipal de educação infantil, 47 participaram da ação (22,48%). Este fato devese ao motivo de serem os alunos maiores e terem um maior entendimento da explicação. Os alunos apresentaram um grande interesse e participação ativa durante as atividades, demonstrando capacidade de repetir informações básicas sobre o papel do farmacêutico e o uso correto de medicamentos. Eles foram ouvidos após questionamentos sobre o que o farmacêutico faz, o que acontece se tomarmos “remédios” sem falar com um adulto e onde devemos descartar os medicamentos vencidos. A maioria dos alunos não reconhecia o farmacêutico, achava que era um profissional médico ou enfermeiro. Em contrapartida, a maioria entendia o que eram os vencidos (“aqueles que estão estragados”). Os desenhos foram pintados em aula e o jogo da memória foi levado para casa para jogar com a família. Discussão e Considerações Finais: Enfim, percebemos que os alunos entenderam a mensagem e replicaram para as suas famílias, sendo que alguns familiares foram na farmácia alguns dias após a ação para relatar que os filhos contaram sobre o que aprenderam, o que resultou na conscientização de muitos adultos que não sabiam do descarte correto de medicamentos. A educação em saúde desde a infância contribui para a prevenção de doenças e promove hábitos mais saudáveis.
Palavras-chave
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Health is one of the most important aspects of life and begins to be cared for from childhood. Teaching children about the role of pharmacists, the correct use of medicines, the risks of selfmedication, and the proper disposal of medicines is essential for them to grow up with an awareness of care and responsibility. According to the Ministry of Health, children under five years of age account for approximately 35% of cases of medicine poisoning in Brazil. Children’s involvement in toxicological events does not occur by chance, being influenced by several factors. Evidence indicates that the main factors are related to being a child (natural curiosity, lack of awareness of danger, and developing taste), society (lack of guidance), and healthcare services (difficult access to health centers). In addition, raising children’s awareness about the rational use of medicines and appropriate practices related to medicines encourages transformation through early childhood education and promotes the dissemination of this knowledge within families. Objective: To report the experience of awarenessraising activities with children aimed at guiding and disseminating the correct use of medicines, the risks of selfmedication, and the proper disposal of medicines. Methods: A pharmacist, together with a Pharmacy intern, visited a municipal early childhood education school to talk with 47 students from Jardim B, children aged 5 to 6 years. During the activity, with the assistance of teachers, coloring sheets were distributed—with a health theme and emphasizing the importance of pharmacists—and an educational memory game was provided, containing information about proper disposal, the rational use of medicines, and emphasizing that medicine is not a toy. Results: Of the 209 students (100%) enrolled in the municipal early childhood education school, 47 participated in the activity (22.48%). This was due to the fact that these students were older and had a greater understanding of the explanation. The students showed great interest and active participation during the activities, demonstrating the ability to repeat basic information about the role of pharmacists and the correct use of medicines. They were asked questions about what pharmacists do, what happens if we take “medicines” without talking to an adult, and where expired medicines should be disposed of. Most students did not recognize pharmacists and thought they were medical or nursing professionals. In contrast, most understood what expired medicines were (“those that are spoiled”). The drawings were colored in class, and the memory game was taken home to be played with the family. Discussion and Final Considerations: Finally, we observed that the students understood the message and shared it with their families. Some family members visited the pharmacy a few days after the activity to report that their children had told them what they had learned, which resulted in raising awareness among many adults who did not know about the proper disposal of medicines. Health education from childhood contributes to disease prevention and promotes healthier habits.
Keywords
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.