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Fontes de custos de internação hospitalar em avaliações de tecnologias em saúde no sistema privado de saúde brasileiro.
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Título
Fontes de custos de internação hospitalar em avaliações de tecnologias em saúde no sistema privado de saúde brasileiro.
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Ribeiro RA, Souza LCP, Marcolino MA. Sources of hospital admission costs in HTA submissions in the Brazilian private healthcare system [Internet]. In: ISPOR 2026; 2026 maio; Filadélfia, Pensilvânia, Estados Unidos. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-2026/poster-session-1-4/sources-of-hospital-admission-costs-in-hta-submissions-in-the-brazilian-private-healthcare-system
Identificador
2026ISPOR117
Title
Sources of hospital admission costs in HTA submissions in the Brazilian private healthcare system
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Ribeiro RA, Souza LCP, Marcolino MA. Sources of hospital admission costs in HTA submissions in the Brazilian private healthcare system [Internet]. In: ISPOR 2026; 2026 May; Philadelphia, Pennsylvania, United States. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-2026/poster-session-1-4/sources-of-hospital-admission-costs-in-hta-submissions-in-the-brazilian-private-healthcare-system
Identifier
2026ISPOR117
Resumo
OBJETIVOS: O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, regulamentado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), abrange cerca de um quarto da população do país, com mais de 900 operadoras de planos de saúde privadas (OPSP) ativas. Considerando o grande número de participantes, é provável que os custos com saúde variem consideravelmente, sendo necessária uma diretriz definida para a escolha das fontes de informação de custos em avaliações de tecnologias em saúde (ATS) realizadas pela ANS. Nosso objetivo foi revisar as submissões à ANS para inclusão de medicamentos e imunobiológicos, avaliando as fontes de custos hospitalares utilizadas nessas submissões. MÉTODOS: Incluímos uma amostra aleatória de 32 dossiês de ATS dos últimos 3 anos disponíveis no site da ANS. Avaliamos o tipo de dados utilizados para estimar os custos relacionados à internação, incluindo os custos referentes ao manejo de eventos adversos. RESULTADOS: Apenas 10 submissões (31,3%) utilizaram custos reais mensurados da doença em avaliação, estimados por meio do processamento de dados do banco de dados de procedimentos hospitalares da ANS ou utilizando artigos publicados com informações reais de faturamento. Cinco submissões (15,6%) utilizaram a publicação anual da Associação Nacional de Instituições de Saúde Autogeridas (UNIDAS), que abrange cerca de 10% do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, mas os custos são referentes a internações em geral, sem estratificação por doença/código CID. Dezesseis (50%) utilizaram a opinião de especialistas para obter os itens que seriam utilizados nas internações e estimaram os custos por meio de manuais de codificação, como a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos), que sugere valores a serem cobrados, mas não representa informações de faturamento reais. Por fim, uma das submissões coletou dados de custos do setor público de forma incorreta. CONCLUSÕES: A opinião de especialistas é a fonte mais comum para estimativa de custos de internação na perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, mesmo que as ANS possuam um banco de dados centralizado que consolida dados padronizados para procedimentos hospitalares do SUS. O uso de dados mais precisos qualificaria o processo.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: The Brazilian Private Healthcare System, regulated by the Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), covers about a quarter of the country population, with over 900 active private health insurance operators (PHIO). Considering the large number of players, it is likely that healthcare costs vary considerably, and a defined guideline for the cost information sources choice in health technology assessments by the ANS is warranted. We aimed to review submissions to ANS for incorporation of medicines and immunobiologicals, evaluating the sources for hospital costs used in such submissions.
METHODS: We included a random sample of 32 HTA submission dossiers from the last 3 years available on the ANS website. We evaluated what kind of data were used to estimate admission-related costs, including the ones related to management of adverse events.
RESULTS: Only 10 submissions (31.3%) used actual measured costs from the disease under evaluation, estimated either with data processing of the hospital procedure ANS database, or using published papers with actual billing information. Five submissions (15.6%) used the National Association of Self-Managed Health Institutions (UNIDAS) annual publication, which covers about 10% of the PHIO in Brazil, but the costs are for admissions in general, without stratification by disease/ICD codes. Sixteen (50%) used expert opinion to elicit items which would be used in the admissions, and estimated costs through codebooks, like CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos), which is a suggestion of values to be charged, but are not actual billing information. Finally, one of submissions incorrectly gathered cost data from the public sector.
CONCLUSIONS: Expert opinion is the most common source for admission costs estimation in the Brazilian Private Healthcare System perspective, even though ANS have a centralized database that consolidates standardized data for hospital procedures from the PHIO. The use of more accurate data would qualify the process.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.