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Vírus sincicial respiratório e utilização de recursos de saúde em crianças brasileiras menores de 5 anos: dados de vigilância e hospitalares, 2022-2024
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Título
Vírus sincicial respiratório e utilização de recursos de saúde em crianças brasileiras menores de 5 anos: dados de vigilância e hospitalares, 2022-2024
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado na The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Fonte
ISPOR
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Bierrembach AL, Veiga C, Kazu E, Uchimura L, Rosim M, Castelhano F, Goularte-Silva V, Parellada C. Respiratory syncytial virus- healthcare resource utilization in Brazilian children <5 years: Surveillance and hospital data, 2022-2024 [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 nov; Viena, Áustria. Disponível em: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-5-4/respiratory-syncytial-virus-healthcare-resource-utilization-in-brazilian-children-5-years-surveillance-and-hospital-data-2022-2024
Identificador
2026ISPOR116
Title
Respiratory syncytial virus- healthcare resource utilization in Brazilian children <5 years: Surveillance and hospital data, 2022-2024
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at The Professional Society for Health Economics and Outcomes Research (ISPOR)
Source
ISPOR
Publication year
2026
Reference (Vancouver)
Bierrembach AL, Veiga C, Kazu E, Uchimura L, Rosim M, Castelhano F, Goularte-Silva V, Parellada C. Respiratory syncytial virus- healthcare resource utilization in Brazilian children <5 years: Surveillance and hospital data, 2022-2024 [Internet]. In: ISPOR Europe 2026; 2026 Nov; Vienna, Austria. Available from: https://www.ispor.org/heor-resources/presentations-database/presentation-cti/ispor-europe-2026/poster-session-5-4/respiratory-syncytial-virus-healthcare-resource-utilization-in-brazilian-children-5-years-surveillance-and-hospital-data-2022-2024
Identifier
2026ISPOR116
Resumo
OBJETIVOS: Descrever a utilização de recursos de saúde (URS) associada a hospitalizações específicas por VSR em crianças menores de 5 anos no Brasil entre 2022 e 2024. MÉTODOS: Foi realizada uma análise descritiva retrospectiva utilizando duas fontes de dados nacionais no Brasil para avaliar a URS em crianças hospitalizadas menores de 5 anos. Os casos foram identificados no Sistema de Informações de Vigilância Epidemiológica (SIVEP) e no Sistema de Informação de Saúde Hospitalar (SIH) utilizando a Classificação Internacional de Doenças, 10ª Revisão (CID-10), com códigos específicos para VSR. Os desfechos incluíram mediana de tempo de internação, utilização de unidade de terapia intensiva (UTI) e taxa de letalidade hospitalar (TLH) estratificada por faixa etária. RESULTADOS: Entre 2022 e 2024, foram identificadas 62.708 hospitalizações específicas por VSR no SIH e 71.229 no SIVEP. A maioria das hospitalizações por VSR foi de bebês com menos de 6 meses de idade (62,9% no SIH e 53,6% no SIVEP), seguidos por crianças de 6 a 11 meses (20,8 a 22,1%), de 12 a 23 meses (10,7 a 14,3%) e de 24 a 59 meses (5,5 a 10%). No SIH, a mediana do tempo de internação foi de 4 dias (intervalo interquartil de 2 a 6), com admissão em UTI em 11,9% das hospitalizações. A admissão em UTI foi mais frequente entre neonatos com menos de 1 mês (21,6%) e bebês de 1 a 5 meses (13,8%), diminuindo progressivamente com a idade. No estudo SIVEP, o tempo de internação foi maior entre neonatos com menos de 1 mês de idade (8 dias; intervalo interquartil [IIQ] 5-12) e lactentes de 1 a 5 meses (7 dias; IIQ 4-11), em comparação com 5 dias (IIQ 3-7) entre aqueles com idade entre 24 e 59 meses. A taxa de letalidade foi de 1,2% e permaneceu relativamente constante entre as faixas etárias. CONCLUSÕES: Embora concentrado em lactentes com menos de 6 meses de idade, o VSR causou doença clinicamente significativa em todas as faixas etárias pediátricas. O longo tempo de internação, a utilização de UTI e a taxa de letalidade não desprezível destacam uma carga substancial de internação por VSR em crianças brasileiras com menos de 5 anos de idade e reforçam a importância da prevenção precoce.
Notas
O registro foi originalmente publicado em inglês. A versão em português foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
OBJECTIVES: To describe HCRU associated with RSV-specific hospitalizations among children aged <5 years in Brazil between 2022 and 2024.
METHODS: A retrospective descriptive analysis was conducted using two national data sources in Brazil to assess HCRU in hospitalized children aged < 5 years. Cases were identified in the Epidemiological Surveillance Information System (SIVEP) and in the hospital-based administrative data system (SIH) using International Classification of Diseases, 10th Revision (ICD-10), RSV-specific codes. Outcomes included median length of stay (LOS), intensive care unit (ICU) utilization, and in-hospital case fatality rate (CFR) stratified by age group.
RESULTS: Between 2022 and 2024, 62,708 RSV-specific hospitalizations were identified in SIH and 71,229 in SIVEP. Infants aged <6 months accounted for most RSV hospitalizations (62.9% in SIH and 53.6% in SIVEP), followed by children aged 6-11 months (20.8-22.1%), 12-23 months (10.7-14.3%), and 24-59 months (5.5-10%). In SIH, the median LOS was 4 days (IQR 2-6), with ICU admission in 11.9% of the hospitalizations. ICU admission was highest among neonates <1 month (21.6%) and infants aged 1-5 months (13.8%), decreasing progressively with age. In SIVEP, the LOS was highest among neonates aged <1 month (8 days; IQR 5-12) and infants aged 1-5 months (7 days; IQR 4-11), compared with 5 days (IQR 3-7) among those aged 24-59 months. CFR was 1.2% and remained relatively consistent across age groups.
CONCLUSIONS: Although concentrated in infants aged <6 months, RSV caused clinically significant disease across all pediatric ages. Long LOS, ICU use, and non-negligible CFR highlight a substantial inpatient burden of RSV in Brazilian children aged <5 years and support early life prevention.
Notes
The record was originally published in English. The Portuguese version was translated with the support of artificial intelligence.