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Saude Mental
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Título
Saude Mental
Tipo de documento
Diretriz clínica
Descrição
Diretriz Clínica publicada pela Secretaria do Estado de Saúde (SES)
Fonte
Governo do Estado do Espírito Santo
Ano de publicação
2023
Referência (Vancouver)
Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Saude Mental [Internet]. Vitória: Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo; 2023. Disponível em: https://saude.es.gov.br/Media/sesa/Consulta%20P%C3%BAblica/Protocolo_Cl%C3%ADnico_e_de_Regula%C3%A7%C3%A3o_em_Sa%C3%BAde_Mental-ago-23-v0.pdf
Identificador
2023SESES003
Title
Mental health
Document type
Clinical guideline
Description
Clinical guideline published by the State Health Secretariat (SES)
Source
Government of the State of Espírito Santo
Publication year
2023
Reference (Vancouver)
Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Saude Mental [Internet]. Vitória: Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo; 2023 . Available from: https://saude.es.gov.br/Media/sesa/Consulta%20P%C3%BAblica/Protocolo_Cl%C3%ADnico_e_de_Regula%C3%A7%C3%A3o_em_Sa%C3%BAde_Mental-ago-23-v0.pdf
Identifier
2023SESES003
Resumo
O projeto de desenvolvimento de protocolos de acesso e regulação organizado pela Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (SESA), tem como objetivo fundamental a melhoria da gestão da regulação por meio de agravos e demandas prioritárias de acesso à saúde. Isso é feito através da definição de critérios de prioridade no atendimento e da criação de fluxos bem definidos, que servem de guia para os profissionais em todos os níveis de atenção. Esse esforço não apenas qualifica as ações do médico regulador, mas também aprimora a oferta de serviços especializados de saúde. A gestão da fila é uma das responsabilidades centrais da regulação médica, que utiliza a Classificação de Prioridade para ordenar os encaminhamentos. O Complexo Regulatório também desempenha um papel vital no monitoramento da disponibilidade de serviços. A Programação Pactuada Integrada, ou PPI, é uma estratégia do SUS que visa planejar e organizar a oferta de serviços de saúde de acordo com as necessidades da população e os recursos disponíveis, envolvendo a definição de metas, a distribuição de recursos e a programação de ações de saúde de forma integrada e pactuada entre diferentes instâncias do sistema de saúde. Essa abordagem visa ampliar o atendimento clínico e a resolutividade na Atenção Básica, otimizando os recursos de saúde, reduzindo deslocamentos desnecessários, diminuindo riscos de intervenções por recursos incompatíveis às necessidades de saúde, com o principal objetivo de promover uma gestão mais eficiente e equitativa das listas de espera. A meta última da regulação é desempenhar a estratégia na redução do tempo de espera pelo atendimento referenciado, garantindo acompanhamento tanto na Atenção Básica quanto na Especializada, o que contribui para aprimorar a qualidade e eficácia do atendimento. Nesse contexto, o Protocolo Clínico e de Regulação para Urgências em Saúde Mental é estruturado com informações abrangentes que pretende melhorar a qualidade da assistência prestada aos pacientes que enfrentam quadros agudos de alterações comportamentais, com enfoque na regulação daqueles relacionados ao sofrimento psíquico, incluindo os relacionados ao uso, abuso ou dependência de substância psicoativa, incluindo os relacionados ao uso de álcool e outras drogas. Esse protocolo serve como um guia essencial para os processos e procedimentos de regulação em todos os serviços da rede estadual de urgência e emergência, garantindo uma utilização mais eficiente dos recursos com base nas prioridades e necessidades individuais de cada paciente. Portanto, este documento foi elaborado com base nas evidências disponíveis sobre o tema, com a finalidade regular o fluxo clínico e de decisão do uso de recursos para urgências em saúde mental. O material não é um guia de prática clínica e o leitor se torna responsável pelo seu uso e interpretação durante a sua assistência, decisão e de gerenciamento dos serviços de saúde.
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
The project for developing access and regulation protocols organized by the Espírito Santo State Health Secretariat (SESA) has the fundamental objective of improving regulation management for priority health conditions and access demands. This is achieved by defining priority criteria for care and creating well-defined pathways that guide professionals at all levels of care. This effort not only improves the work of regulating physicians but also enhances the provision of specialized health services. Queue management is one of the central responsibilities of medical regulation, which uses Priority Classification to order referrals. The Regulatory Complex also plays a vital role in monitoring service availability. Integrated Agreed Programming (PPI) is a SUS strategy aimed at planning and organizing the provision of health services according to population needs and available resources, involving the definition of targets, distribution of resources, and integrated, agreed planning of health actions among different levels of the health system. This approach aims to expand clinical care and problem-solving capacity in Primary Care, optimize health resources, reduce unnecessary travel, and reduce the risks of interventions using resources that are incompatible with health needs, with the main objective of promoting more efficient and equitable management of waiting lists. The ultimate goal of regulation is to help reduce waiting times for referred care while ensuring follow-up in both Primary and Specialized Care, thereby improving the quality and effectiveness of care. In this context, the Clinical and Regulation Protocol for Mental Health Emergencies is structured with comprehensive information intended to improve the quality of care provided to patients experiencing acute behavioral changes, focusing on regulation of conditions related to psychological distress, including those related to the use, abuse, or dependence on psychoactive substances, including alcohol and other drugs. This protocol serves as an essential guide for regulatory processes and procedures across all services in the state urgent and emergency care network, ensuring more efficient use of resources based on each patient's individual priorities and needs. Therefore, this document was developed based on the available evidence on the topic, with the purpose of regulating the clinical and decision-making flow for the use of resources in mental health emergencies. The material is not a clinical practice guideline, and the reader is responsible for its use and interpretation in care, decision-making, and health service management.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.