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Implicações clínicas e econômicas do uso do oseltamivir no manejo da influenza
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Título
Implicações clínicas e econômicas do uso do oseltamivir no manejo da influenza
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Silva ET, Oliveira LES, Probst LF, Elias FTS. Implicações clínicas e econômicas do uso do oseltamivir no manejo da influenza [Internet]. In: Primeiro Congresso da REBRATS. Galoá; 2019. Disponível em: 10.17648/rebrats-2019-113736
Identificador
2019REB054
Title
Clinical and economic implications of oseltamivir use in influenza management
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2019
Reference (Vancouver)
Silva ET, Oliveira LES, Probst LF, Elias FTS. Implicações clínicas e econômicas do uso do oseltamivir no manejo da influenza [Internet]. In: 1st REBRATS Congress. Galoá; 2019. Available at: 10.17648/rebrats-2019-113736
Identifier
2019REB054
Resumo
Introdução: Desde a pandemia pelo vírus influenza A(H1N1)pdm09, o fosfato de oseltamivir é o medicamento de escolha para o tratamento da doença. Sua recente realocação da lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial da Saúde evidencia a necessidade de análise crítica das diretrizes clínicas instituídas. O objetivo deste estudo foi analisar as implicações clínicas e econômicas do Protocolo de Tratamento da Influenza preconizado pelo Ministério da Saúde. Método: O instrumento AGREE II foi utilizado para avaliação. A análise da implantação do protocolo foi realizada a partir de dados da Vigilância da Influenza sobre o tratamento de casos suspeitos ou confirmados para a infecção, incluindo a confirmação laboratorial, uso de oseltamivir, oportunidade do tratamento e evolução para óbito. Os dados da distribuição centralizada de fosfato de oseltamivir (tipo e quantidade de cápsulas/tratamentos e custos associados) foram obtidos do Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica – Hórus. Resultado: O Protocolo de Tratamento da Influenza apresenta aspectos críticos quanto ao rigor do desenvolvimento, independência editorial, aplicabilidade e envolvimento das partes interessadas. O maior número de notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e a maior demanda por oseltamivir ocorreram em 2013 e 2016. Os quantitativos de tratamentos distribuídos anualmente foram altos, totalizando R$ 190.814.248,88 no período de 2013 a 2016. Entre os casos de SRAG, a positividade para influenza variou de 7,5 a 22,5%. A maioria dos casos (69,2%) recebeu tratamento com oseltamivir, independentemente da confirmação de infecção por influenza. Contudo, o uso oportuno em até 48 horas após início dos sintomas ocorreu em apenas 26,6% dos casos, sendo menor entre os óbitos por influenza (28,2%) quando comparados aos casos com alta hospitalar (36,9%). Conclusão: Houve uma baixa proporção de indivíduos com infecção por influenza entre aqueles com indicação de uso do oseltamivir, destacando preocupações advindas da incerteza diagnóstica e custos associados.
Palavras-chave
Custos de Medicamentos | Influenza Humana | Oseltamivir | Protocolos clínicos | Resultado do Tratamento
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Introduction: Since the influenza A(H1N1)pdm09 pandemic, oseltamivir phosphate is the drug of choice for treating the disease. Its recent reallocation from the World Health Organization's list of essential medicines shows the need for critical analysis of current clinical guidelines. The aim of the present study was to analyze the clinical and economic implications of the Brazil Ministry of Health´s Influenza Treatment Protocol. Methods: We used the AGREE II instrument for this evaluation. Protocol implementation analysis was performed from Influenza Surveillance data on the treatment of suspected or confirmed cases for influenza infection, including laboratory confirmation, use of oseltamivir, opportunity of treatment, and progression to death. Data on the centralized distribution of oseltamivir phosphate (capsule type and amount/treatments and associated costs) were obtained from the National Pharmaceutical Assistance Management System - Horus. Results: The Influenza Treatment Protocol presents critical aspects regarding development rigor, editorial independence, applicability and stakeholder involvement. The highest number of notifications of Severe Acute Respiratory Syndrome (SARS) and the highest demand for oseltamivir occurred in 2013 and 2016. The number of treatments distributed annually was high, totalizing R$ 190,814,248.88 in the period between 2013 and 2016. In cases of SARS, the positivity for influenza ranged from 7.5 to 22.5%. Most cases (69.2%) received oseltamivir treatment, regardless of confirmation of influenza infection. However, timely use (within 48 hours after symptom onset) occurred in only 26.6% of cases, being lower among influenza deaths (28.2%) when compared to cases with hospital discharge (36.9%). Conclusion: There was a low proportion of individuals with laboratory-confirmed influenza infection among those with indication for oseltamivir use, highlighting concerns arising from diagnostic uncertainty and associated costs
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.
Autoria (authors)
Erica Tatiane da Silva | Flávia Tavares Silva Elias | Laila Emanuely dos Santos Oliveira | Livia Fernandes Probst