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Características metodológicas das revisões sistemáticas de prevalência
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Título
Características metodológicas das revisões sistemáticas de prevalência
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Documento publicado na Rebrats (Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde) que sintetiza informações, evidências e resultados de estudos ou avaliações em saúde, facilitando a compreensão e o acesso ao conhecimento científico.
Fonte
Rebrats
Ano de publicação
2019
Referência (Vancouver)
Migliavaca CB, Stein C, Colpani V, Falavigna M. Características metodológicas das revisões sistemáticas de prevalência [Internet]. In: Primeiro Congresso da REBRATS. Galoá; 2019. Disponível em: 10.17648/rebrats-2019-113669
Identificador
2019REB023
Title
Methodological characteristics of systematic reviews of prevalence
Document type
Summary
Description
A document published by Rebrats (Brazilian Network for Health Technology Assessment) that synthesizes information, evidence, and results from health studies or assessments, facilitating understanding of and access to scientific knowledge.
Source
Rebrats
Year of publication
2019
Reference (Vancouver)
Migliavaca CB, Stein C, Colpani V, Falavigna M. Características metodológicas das revisões sistemáticas de prevalência [Internet]. In: 1st REBRATS Congress. Galoá; 2019. Available at: 10.17648/rebrats-2019-113669
Identifier
2019REB023
Resumo
Introdução: O número de revisões sistemáticas de prevalência publicadas na literatura aumentou 10 vezes na última década. Mesmo assim, ainda há incertezas e falta de padrões para o desenvolvimento metodológico dessas revisões. Objetivos: Descrever a metodologia de revisões sistemáticas publicadas recentemente sobre a prevalência de condições clínicas. Métodos: Foi realizada busca na base de dados MEDLINE usando os termos “prevalência” e “revisão sistemática” no título; a busca foi limitada a estudos publicados entre fevereiro de 2017 e fevereiro de 2018. Incluímos revisões sistemáticas sobre a prevalência de quaisquer condições clínicas publicadas em inglês. Resultado: Foram identificadas 335 revisões sistemáticas, das quais 235 foram incluídas em nosso estudo. A mediana do número de estudos incluídos em cada revisão foi de 24 (IIQ 15 a 40). Vinte e dois por cento das revisões incluídas publicaram ou registraram o protocolo de revisão sistemática. Checklists para redação do estudo foram usados em 72% das revisões (entre elas, 95% usaram o PRISMA e 16% usaram a MOOSE). A qualidade dos estudos de prevalência foi avaliada em 78% das revisões. Apenas 12 avaliações analisaram a qualidade geral das evidências (50% usando o GRADE). A metanálise foi realizada em 62% das revisões; 99% delas usaram modelo de efeitos aleatórios. Entre as revisões com metanálise, 52% realizaram análise de subgrupo e 41% realizaram metarregressão; o viés de publicação foi examinado em 11% delas por meio de inspeção visual com gráficos de funil e em 42% por testes estatísticos (84% com teste de Egger e 39% com teste de Begg). Conclusões: Revisões sistemáticas de prevalência publicadas recentemente apresentaram problemas metodológicos, o que pode limitar a validade dos Resultado. Como as estimativas de prevalência desempenham um papel crítico nos sistemas de saúde, os Métodos devem ser melhorados para o fornecimento de estimativas mais confiáveis.
Palavras-chave
Prevalência | Qualidade Metodológica | Revisões Sistemáticas
Observações
O registro foi originalmente publicado no idioma nativo em Português. As traduções foram geradas por inteligência artificial para o idioma Inglês.
Abstract
Background: The number of systematic reviews of prevalence published in the literature has increased tenfold over the past decade. Even though, there is still uncertainty and lack of standards for the Methodological development of these reviews. Objectives: To describe the Methodology of recently published systematic reviews of prevalence of clinical conditions. Methods: We searched MEDLINE using the terms ‘prevalence’ and ‘systematic review’ in the title and limited the search to studies published between February 2017 and February 2018. We included systematic reviews on the prevalence of any clinical conditions published in English. Results: Our search identified 335 systematic reviews, of which 235 were included in our study. The median number of studies included in each review was 24 (IQR 15-40). Twenty two percent of included reviews had published or registered the systematic review protocol. Reporting guidelines were used in 72% of reviews (among them, 95% used PRISMA and 16% used MOOSE). The quality of prevalence studies was assessed in 78% of reviews. Only 12 reviews assessed the overall quality of evidence (50% using GRADE). Meta-analysis was conducted in 62% of reviews; 99% of them used a random-effects model. Among the reviews with meta-analysis, 52% percent performed subgroup analysis and 41% performed meta-regression; publication bias was examined in 11% of them by visual inspection of funnel plots, and publication bias was tested in 42% (84% with Egger’s test, 39% with Begg’s test). Conclusions: Recently published systematic reviews of prevalence had poor Methodology, particularly in relation to the use of inadequate Methods for quality assessment and data synthesis, which may limit the validity of the Results. Since prevalence estimates play a critical role in health systems, Methods should be improved in order to provide more reliable estimates.
Keywords
Observation
The record was originally published in its native language, Portuguese. The translations were generated by artificial intelligence into English.
Autoria (authors)
Celina Borges Migliavaca | Cinara Stein | Maicon Falavigna | Verônica Colpani