-
Sequenciamento de biológicos em câncer colorretal metastático (CCRm): uma análise de comparação de custos para pacientes CCRm RAS selvagens no Brasil
- Voltar
Título
Sequenciamento de biológicos em câncer colorretal metastático (CCRm): uma análise de comparação de custos para pacientes CCRm RAS selvagens no Brasil
Tipo de documento
Artigo
Descrição
Artigo científico publicado no Jornal Brasileiro de Economia da Saúde (JBES)
Fonte
JBES
Ano de publicação
2016
Referência (Vancouver)
Weschenfelder RF, Tsuchiya C, Kim H, Simões J, Scala C. Sequenciamento de biológicos em câncer colorretal metastático (CCRm): uma análise de comparação de custos para pacientes CCRm RAS selvagens no Brasil. J Bras Econ Saúde. 2016;8(1):24-38.
Identificador
2016JBES003
Title
Sequential biological therapies in metastatic colorectal cancer (mCRC): a cost comparison analysis for wild-type RAS mCRC patients in Brazil
Document type
Article
Description
Scientific article published in the Brazilian Journal of Health Economics (JBES)
Source
JBES
Publication year
2016
Reference (Vancouver)
Weschenfelder RF, Tsuchiya C, Kim H, Simões J, Scala C. Sequenciamento de biológicos em câncer colorretal metastático (CCRm): uma análise de comparação de custos para pacientes CCRm RAS selvagens no Brasil. J Bras Econ Saúde. 2016;8(1):24-38.
Identifier
2016JBES003
Resumo
Objetivo: Comparar o custo de tratamento de diferentes sequências de regimes incluindo anticorpos monoclonais no tratamento de câncer colorretal metastático (CCRm) no Sistema de Saúde Suplementar Brasileiro. Métodos: Dezesseis cenários foram analisados, cada um comparando uma sequência de bevacizumabe TML (Bev TML) mais um anti-EGFR em terceira linha, com outra sequência sem bevacizumabe TML (não-Bev TML). Os anti-EGFRs cetuximabe e panitumumabe forma incluídos. Os custos mensais e totais do sequenciamento terapêutico foram comparados por pacientes. Resultados: As sequências com Bev TML trouxeram economia de recursos em 50% de todos os cenários, e especialmente comparado aos regimes iniciando com cetuximabe em primeira linha de tratamento. Considerando os cenários em que os regimes não-Bev TML apresentaram menos custo, todos iniciaram o sequenciamento com bevacizumabe seguido de um medicamento biológico anti-EGFR. Conclusões: Os regimes Bev TML apresentaram economia de recursos comparado aos cenários com não-Bev TML que iniciaram com cetuximabe, apesar do uso de bevacizumabe em múltiplas linhas e da adição de medicamento biológico anti-EGFR em terceira linha no tratamento de CCRm. Considerando os demais cenários em que os regimes Bev-TML não apresentaram economia de recursos, os regimes iniciando com Bev apresentaram menor custo total. Desta maneira, iniciar o tratamento com bevacizumabe proporciona um gerenciamento mais racional de uso de recursos, assim como, permite aos médicos adicionar um medicamento biológico em terceira linha, potencialmente melhorando o manejo a longo prazo do CCRm com RAS selvagem.
Palavras-chave
Bevacizumabe | Câncer colorretal metastático | Cetuximabe | Múltiplas linhas | Panitumumabe | TML
Abstract
Objective: To compare the treatment costs of different sequences of regimens including monoclonal antibodies in metastatic colorectal cancer (CRCm) treatment for the Brazilian Supplementary Healthcare System. Methods: Sixteen scenarios were analyzed, each one comparing a sequence of bevacizumab TML plus an anti-EGFR therapy in the third–line with another sequence without bevacizumab TML (non-Bev TML) in patients with CRCm wild-type RAS. The anti-EGFRs cetuximab and panitumumab were included. The monthly and total costs of the therapeutic sequences were compared per patient. Results: The sequences with Bev TML were cost-saving in 50% of all scenarios, and especially observed over regimens starting with cetuximab in the first-line treatment. Regarding scenarios which the non-Bev TML sequences were less costly, they all started with bevacizumab followed by an anti- -EGFR biologic drug. Conclusion: The Bev TML regimens were cost-saving compared to scenarios of non-Bev TML which started with cetuximab, and sequential use of bevacizumab beyond progression and the addition of an anti-EGFR biologic drug in the third-line for mCRC treatment. Considering the remaining scenarios in which Bev-TML was not cost-saving, those starting with Bev presented lower costs in total. Therefore, starting a treatment with bevacizumab seems to enable a more rational management of resource usage, as well as, to allow physicians to add a biologic drug in the third-line, potentially enhancing the long term management of wild-type RAS mCRC.
Keywords
Bevacizumab | Cetuximab | Metastatic colorectal cancer | Multiple lines | Panitumumab