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Telecuidado farmacêutico na Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica no Rio Grande do Sul: intervenções não farmacológicas
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Título
Telecuidado farmacêutico na Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica no Rio Grande do Sul: intervenções não farmacológicas
Tipo de documento
Resumo
Descrição
Resumo apresentado no 14º Fórum Brasileiro sobre Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (FAFF) e publicado no Jornal de Assistência Farmacêutica e Farmacoeconomia (JAFF)
Fonte
JAFF
Ano de publicação
2026
Referência (Vancouver)
Rubert VM, Paladini SV, Martins EL, Bianchini BV, Garcia T, Fontanella AT. Telecuidado farmacêutico na Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica no Rio Grande do Sul: intervenções não farmacológicas. J Assist Farmac Farmacoecon. 2026;11.
Identificador
2026JAFF025
Title
Antibiotics; Pharmacoepidemiology; AWaRe Classification; Drug Utilization Study.
Document type
Abstract
Description
Abstract presented at the 14th Brazilian Forum on Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (FAFF) and published in the Journal of Pharmaceutical Care and Pharmacoeconomics (JAFF)
Source
JAFF
Publication year
2026
Identifier
2026JAFF025
Resumo
Introdução: A asma e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) têm causas multifatoriais e são frequentemente associadas à ansiedade. A combinação de abordagens farmacológicas e não farmacológicas, como o manejo da saúde mental, é essencial para o controle clínico dessas condições. Objetivo: Relatar a experiência da equipe de Telecuidado e Assistência Farmacêutica do TelessaúdeRS/UFRGS no atendimento a pessoas com asma e DPOC, no âmbito do Programa Cuidar+ (SES/RS), com ênfase nas intervenções não farmacológicas, como exercícios respiratórios e estratégias de educação em saúde. Métodos: Tratase de um relato de experiência. O plano terapêutico no teleatendimento farmacêutico segue três consultas de acompanhamento e uma de monitoramento anual. Os atendimentos são centrados nas queixas dos pacientes, com foco em saúde mental, adesão ao tratamento e dificuldades respiratórias. O plano de cuidado é individualizado e inclui intervenções farmacêuticas definidas em conjunto com o paciente. Após a consulta, são enviadas orientações por meio da Declaração de Serviços Farmacêuticos, além de vídeos com exercícios respiratórios, que auxiliam na melhora da função pulmonar, controle da ansiedade e uso adequado dos dispositivos inalatórios. Quando necessário, também é enviada uma carta ao prescritor com sugestões terapêuticas. Resultados e discussão: A equipe realizou mais de 1.100 teleconsultas com 377 usuários. Os principais relatos envolveram ansiedade, baixa adesão e limitação respiratória. Entre as intervenções não farmacológicas destacamse a elaboração de calendários posológicos, lembretes para uso de dispositivos e envio de vídeos educativos. A equipe conta com apoio multiprofissional (fisioterapeuta, psiquiatra, pneumologista), que contribui na produção e recomendação dos materiais. Os exercícios são indicados em casos de doença mal controlada ou sinais de ansiedade e envolvem técnicas como respiração diafragmática, fortalecimento e pausa respiratória. Pacientes engajados relatam boa receptividade e melhora dos sintomas quando essas práticas são combinadas às demais orientações clínicas. Conclusão: As estratégias não farmacológicas contribuem para o controle dos sintomas respiratórios e promoção do bemestar. Apesar das limitações do teleatendimento, como barreiras tecnológicas, os materiais educativos fortalecem o vínculo com o cuidado e favorecem o prognóstico dos pacientes.
Palavras-chave
Asma | Cuidado farmacêutico | Doença pulmonar obstrutiva crônica | Telefarmácia
Notas
O registro foi originalmente publicado em português. A versão em inglês foi traduzida com o apoio de inteligência artificial.
Abstract
Introduction: Asthma and Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD) have multifactorial causes and are frequently associated with anxiety. Combining pharmacological and nonpharmacological approaches, such as mental health management, is essential for the clinical control of these conditions. Objective: To report the experience of the Telecare and Pharmaceutical Services team at TelessaúdeRS/UFRGS in providing care for individuals with asthma and COPD within the Cuidar+ Program (SES/RS), with an emphasis on nonpharmacological interventions, including breathing exercises and health education strategies. Methods: This is an experience report. The therapeutic plan for pharmaceutical telecare consists of three followup consultations and one annual monitoring consultation. Consultations are patientcentered, focusing on mental health, treatment adherence, and respiratory difficulties. Individualized care plans are developed collaboratively with patients and include pharmacistled interventions. After each consultation, patients receive guidance through the Pharmaceutical Services Report, along with videos demonstrating breathing exercises designed to improve pulmonary function, reduce anxiety, and promote the proper use of inhalation devices. When appropriate, a letter containing therapeutic recommendations is also sent to the prescribing clinician. Results and Discussion: The team conducted more than 1,100 teleconsultations involving 377 patients. The most commonly reported issues included anxiety, poor treatment adherence, and respiratory limitations. Key nonpharmacological interventions included personalized medication schedules, reminders for inhaler use, and educational videos. The team is supported by a multidisciplinary group comprising a physiotherapist, psychiatrist, and pulmonologist, who contribute to the development and recommendation of educational materials. Breathing exercises are recommended for patients with poorly controlled disease or signs of anxiety and include diaphragmatic breathing, respiratory muscle strengthening, and breathing pause techniques. Engaged patients reported positive acceptance of these interventions and improvement in symptoms when they were combined with other clinical recommendations. Conclusion: Nonpharmacological strategies contribute to improved control of respiratory symptoms and enhanced wellbeing. Despite the limitations of telecare, such as technological barriers, educational materials strengthen patient engagement and continuity of care, contributing to improved clinical outcomes.
Notes
The record was originally published in Portuguese. The English version was translated with the support of artificial intelligence.